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Haojue Lindy 125 ou Yamaha Neo 125?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Lindy 125Neo 125
Versão comparadaLindy 125 2017–2025Neo 125 2017–2025
Preço FIPER$ 12.617 (2025) (vantagem)R$ 13.456 (2025)
Cilindrada124 cc125 cc (vantagem)
Potência8,4 cv–
Torque0,92 kgf.m a 6.000 rpm–
Peso106 kg–
Tanque5,5 L (vantagem)4,2 L
Altura do banco730 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoA arA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroTamborTambor
ABS–Não
Freio combinado (CBS)–Sim
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
Farol–LED
Vela–NGK CR6HSA
Pneu dianteiro–80/80-14 M/C
Pneu traseiro–90/80-14 M/C
Óleo–0,80 L na troca + 0,10 L de óleo da transmissão final (grau não conferido)
Calibragem–dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

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Qual escolher: o resumo

Comparando ficha com ficha e a FIPE das duas, o resultado não é de goleada: cada uma ganha em alguns pontos.

  • A Haojue Lindy 125: tanque maior, preço menor.
  • A Yamaha Neo 125: desvaloriza menos.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 124 cc na Haojue Lindy 125 contra 125 cc na Yamaha Neo 125.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Pelas fichas, os tanques levam 5,5 e 4,2 litros.

Com 1,3 litros a mais no tanque, a Haojue Lindy 125 roda mais antes de pedir combustível. É uma conta simples, mas que faz falta em viagem e em rotina de trabalho com muitos quilômetros. Para o uso urbano comum, a Yamaha Neo 125 atende bem e você só passa no posto um pouco mais vezes. Compare o tanque junto com o consumo para estimar quanto cada uma roda.

Segurança: ABS, CBS e freios

Freios: freio disco na frente, tambor atrás na Haojue Lindy 125, e freio disco na frente, tambor atrás, CBS (frenagem combinada) na Yamaha Neo 125.

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Lindy 125 2025 vale R$ 12.617 e a Neo 125 2025, R$ 13.456.

Pela tabela FIPE, a Haojue Lindy 125 custa 6% menos que a Yamaha Neo 125. É uma referência de mercado, não o preço final: na loja ou no anúncio, estado, quilometragem e negociação mudam o valor. Antes de decidir só pelo preço, veja o que a Yamaha Neo 125 oferece a mais e se você vai usar isso de fato. Às vezes a diferença paga um item que faz falta; às vezes, não.

Para ver como cada uma segura o valor, compare na FIPE o ano mais novo com um ano mais antigo da mesma versão: a Lindy 125 2022 vale 24% menos que a 2025; a Neo 125 2022 vale 16% menos que a 2025.

A Yamaha Neo 125 segurou melhor o preço: a perda de valor na FIPE ficou 9 pontos percentuais abaixo da registrada pela Haojue Lindy 125 no período. Isso costuma refletir procura constante no mercado de usadas. Para quem vê a moto também como dinheiro guardado, conta a favor. Ainda assim, cada unidade é uma unidade: uma Haojue Lindy 125 conservada e com histórico pode ser vendida melhor que uma Yamaha Neo 125 maltratada.

Peças de troca: as medidas de cada uma

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

    Qual das duas é a certa para você

    Não existe moto melhor em tudo, e a Haojue Lindy 125 e a Yamaha Neo 125 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

    • Equipamentos que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que seria só bom ter. Itens de segurança quase sempre entram na primeira. Conectividade, iluminação mais sofisticada e acabamento diferente podem ficar na segunda, dependendo do seu uso. Com as listas em mãos, fica fácil ver quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas aparência.
    • Consumo no seu uso. Para quem roda pouco, a diferença de consumo entre duas motos parecidas mal aparece no fim do mês. Para quem roda muito, como quem trabalha com a moto, ela se acumula. Peso, cilindrada, tipo de alimentação e até a calibragem dos pneus influenciam. Converse com quem já tem cada uma e desconfie de números bons demais: o seu jeito de pilotar manda mais.
    • Se o uso é cidade todo dia. Para quem roda na cidade todos os dias, a moto ideal é a que cansa menos. Isso passa por peso, posição de pilotagem, embreagem ou câmbio, calor do motor nas pernas e facilidade de manobra. Números de desempenho ficam em segundo plano. Imagine o seu trajeto mais congestionado e pense em qual das duas você preferiria encarar nele todas as manhãs.
    • Espaço sob o banco. Guardar o capacete e as compras sem baú é uma das grandes vantagens da scooter, mas o espaço sob o banco varia muito de modelo para modelo. Abra o banco das duas e teste com o que você costuma carregar: capacete, capa de chuva, mochila pequena. Um compartimento que não serve para você perde boa parte do sentido de ter uma scooter.
    • Se a moto é para trabalhar. Quem trabalha com a moto, em entregas ou visitas, roda muito, para e liga o motor várias vezes por dia e não pode ficar parado na oficina. Nesse caso, robustez, partida elétrica, consumo baixo, peças fáceis de achar e manutenção barata pesam mais que desempenho e acabamento. Pergunte a quem já trabalha com cada modelo como ele se comporta depois de muitos quilômetros.
    • Faça o test-ride das duas. Se puder, pilote as duas no mesmo dia e, de preferência, no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas na tabela ficam evidentes em poucos minutos. Passe por uma lombada, faça uma frenagem firme em local seguro, manobre em baixa velocidade e repare em como o corpo se sente no fim. Muitas concessionárias oferecem test-ride; nas usadas, combine com o vendedor.
    • Sua altura e seu peso. O corpo do piloto muda a comparação. Quem é mais baixo deve dar atenção à altura e à largura do banco e ao peso da moto, porque apoiar os pés no chão com segurança vale mais que qualquer número de desempenho. Quem é alto deve ver se cabe sem os joelhos apertados. Pilotos mais pesados sentem mais a falta de torque e de suspensão firme.
    • Terra, buraco e piso ruim. Piso ruim castiga a moto e quem pilota. Para esse uso, prefira a que tem suspensão mais macia e com mais curso, roda que aguenta pancada e pneu com desenho adequado. O peso também conta, porque moto leve é mais fácil de controlar quando a traseira escorrega. Pense em quantas vezes por semana você enfrenta esse tipo de chão e dê o peso certo a essa parte da tabela.

    Compare com outros modelos

    Outras comparações com estes modelos:

    Perguntas frequentes

    Qual custa menos na FIPE?

    Na FIPE de outubro de 2026, a Lindy 125 2025, com R$ 12.617. A outra sai por R$ 13.456.

    Qual roda mais com um tanque?

    Pela ficha, 5,5 litros na Haojue Lindy 125 e 4,2 na Yamaha Neo 125. A autonomia real depende do consumo, que muda com o uso.

    Qual das duas é mais fácil para quem está começando?

    Para quem está começando, contam mais peso baixo, banco que permita apoiar os pés no chão, motor com resposta suave e freios com ABS ou CBS. Potência demais atrapalha mais do que ajuda. Compare esses itens na tabela desta página e faça o test-ride das duas: a que transmite mais confiança nas manobras costuma ser a melhor escolha.

    Qual das duas desvaloriza menos?

    Esta página mostra quanto cada uma perdeu de valor na tabela FIPE ao longo dos anos, e esse histórico é a melhor referência disponível. Ele não garante o futuro: estado de conservação, quilometragem e procura na sua região também pesam. Modelos muito procurados costumam vender mais rápido e com menos desconto.

    Qual das duas é melhor para trabalhar com entregas?

    Moto de entrega precisa ficar pouco tempo parada e gastar pouco. Compare nesta página a partida, a alimentação, o tanque e as medidas das peças de desgaste. Depois, pergunte em lojas da sua região o preço e a disponibilidade dessas peças. A moto que volta mais rápido da oficina costuma ser a melhor ferramenta de trabalho.

    Qual das duas tem o banco mais baixo?

    Confira a altura do banco nesta página e depois sente nas duas: largura do assento, suspensão e peso mudam a sensação. Para quem é mais baixo, apoiar os dois pés no chão com segurança vale mais que desempenho. Algumas motos aceitam banco rebaixado ou ajuste de suspensão, algo que vale perguntar na concessionária.

    É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?

    As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

    Qual das duas custa menos para manter?

    Em geral, moto mais simples e mais popular tem peça mais barata e mais oferta de marcas paralelas. Mas a resposta certa vem do orçamento: compare o preço das peças de desgaste das duas numa loja de confiança e o intervalo de revisões no manual. As medidas iguais, mostradas nesta página, indicam onde o custo deve ser parecido.

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