Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto
Qual kit relação (corrente, coroa e pinhão) serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a medida certa e de onde ela vem.
Lojas que vendem kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto
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Anunciar nesta páginaAs medidas mais comuns
| Medida | Versões de moto que usam |
|---|---|
| passo 525 | 48 |
| passo 520 | 39 |
| passo 520 (5/8") | relação secundária 2,533:1 (nº de dentes/elos não informados) | 20 |
| 104 elos | relação secundária 2,800:1 (passo e nº de dentes não informados no manual) | 16 |
| passo 428 | 16 |
| passo 428 | 118 elos | 11 |
| passo 525 | coroa 50 | pinhão 16 | 122 elos | 9 |
| passo 525 | coroa 50 | pinhão 16 | 124 elos | 8 |
| passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos | 7 |
| passo 520 | coroa 41 | pinhão 17 | 102 elos | 7 |
Contagem feita no catálogo do Tudo de Moto, só com as motos que já têm a medida na ficha. A medida com link abre a lista completa de motos que a usam.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) por moto
| Moto | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Honda Biz 125 ES | 2025–2027 | passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 106 elos |
| Honda Biz 125 EX | 2025–2027 | passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 106 elos |
| Honda CB 300F Twister | 2023–2027 | passo 520 | coroa 38 | pinhão 14 | 110 elos conferido |
| Honda CB 300F Twister S | 2027 | passo 520 | coroa 38 | pinhão 14 | 110 elos |
| Honda Pop 110i ES | 2025–2027 | passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 104 elos |
| Honda Sahara 300 | 2024–2027 | passo 520 | coroa 40 | pinhão 14 | 108 elos conferido |
| Honda Sahara 300 Adventure | 2024–2027 | passo 520 | coroa 40 | pinhão 14 | 108 elos conferido |
| Honda Sahara 300 Rally | 2024–2027 | passo 520 | coroa 40 | pinhão 14 | 108 elos conferido |
| Honda XR 300L Tornado | 2025–2027 | passo 520 | coroa 39 | pinhão 14 | 108 elos conferido |
| Honda CG 160 Cargo | 2025–2026 | passo 428 |
| Honda CG 160 Fan | 2025–2026 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda CG 160 Start | 2025–2026 | passo 428 |
| Honda CG 160 Titan (2026) | 2026 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda CG 160 Titan 50 Anos | 2026 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos |
| Honda NXR 160 Bros (2025-2026) | 2025–2026 | passo 428 |
| Honda XR 300L Tornado Special Edition | 2026 | passo 520 | coroa 39 | pinhão 14 | 108 elos conferido |
| Honda XRE 190 | 2016–2026 | passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos conferido |
| Honda XRE 190 Adventure | 2020–2026 | passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos conferido |
| Honda CB 500F | 2023–2025 | passo 520 |
| Honda CB 500X | 2023–2025 | passo 520 |
| Honda CG 160 Titan | 2025 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda Biz 110i | 2018–2024 | passo 428 |
| Honda Biz 125 (2016-2024) | 2018–2024 | passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 106 elos |
| Honda NXR 160 Bros ESDD | 2015–2024 | passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos conferido |
| Honda Pop 110i | 2016–2024 | passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 104 elos conferido |
| Honda XRE 300 | 2019–2023 | passo 520 | coroa 39 | pinhão 13 | 104 elos conferido |
| Honda XRE 300 Adventure | 2019–2023 | passo 520 | coroa 39 | pinhão 13 | 104 elos conferido |
| Honda XRE 300 Rally | 2019–2023 | passo 520 | coroa 39 | pinhão 13 | 104 elos conferido |
| Honda CB 250F Twister | 2016–2022 | passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 110 elos conferido |
| Honda CG 160 Titan S | 2020–2021 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda CG 160 Titan 25 Anos | 2019 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda CBR 500R | 2014–2018 | passo 520 |
| Honda CG 125 Cargo | 2016–2018 | passo 428 |
| Honda CG 125 Fan | 2016–2018 | passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos conferido |
| Honda NXR 160 Bros (2016-2018) | 2016–2018 | passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos |
| Honda CG 160 Fan ESDi | 2016–2017 | passo 428 | coroa 44 | pinhão 15 | 118 elos conferido |
| Honda CG 150 Start | 2015–2016 | passo 428 | 118 elos |
| Honda NXR 160 Bros ESD | 2015–2016 | passo 428 | coroa 48 | pinhão 16 | 128 elos |
| Honda CB 300R | 2009–2015 | passo 520 | coroa 37 | pinhão 13 | 110 elos |
| Honda CG 125 Cargo ESD | 2014–2015 | passo 428 |
Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.
Marcas de kit relação (corrente, coroa e pinhão)
Alguns modelos
Scud Kit Transmissão Apache 150 44/13 428Hx124428 44/13
Scud Kit Transmissão Biz 100 35/15 428Hx108428 35/15
Riffel Kit Titanium CG 160 / CG 150 (428H, 44/15, 118 elos)428, 428 44/15
Riffel Kit Titanium CG 150 (428H, 43/16, 118 elos)428, 428 43/16
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
DID 520ERT3520
Produtos com a ficha do fabricante e, quando há medida, as motos em que servem. Todos os fabricantes.
Como o kit relação trabalha na sua moto
Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.
O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
Estes são os sintomas mais comuns de kit relação no fim da vida. Um deles sozinho pode ser só falta de regulagem; vários juntos indicam troca.
- Dentes da coroa em forma de gancho. Dente bom tem o perfil simétrico, com a ponta arredondada. Dente gasto fica fino, pontudo e inclinado para um lado, parecendo um serrote ou um gancho. Quando a coroa chega a esse ponto, ela já não segura bem a corrente.
- Corrente que solta da coroa. Com a corrente regulada, segure um elo na parte de trás da coroa e puxe para trás. Se a corrente descola do dente a ponto de mostrar boa parte dele, ela está alongada e não assenta mais no lugar certo.
- Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
- Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
- Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
- Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
- Barulho e tranco em baixa. Ruído de corrente batendo na balança ou no protetor e aquele "tec-tec" ao tirar e pôr gás indicam folga demais ou kit gasto. Em marcha baixa, no trânsito, o sintoma fica mais claro.
- Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.
- Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.
Kit relação certo: o que olhar no balcão
Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.
- Passo da corrente. O primeiro número que importa é o passo. Uma corrente 428 não trabalha numa coroa 520, e vice-versa. Confira o passo gravado nas placas da corrente ou indicado na ficha antes de pensar em qualquer outro detalhe.
- Dentes da coroa e do pinhão. O número de dentes define a relação. Para manter o comportamento original da moto, use os mesmos números da peça de fábrica. Os dentes costumam vir gravados na própria coroa e no pinhão.
- Número de elos. Os elos contam tanto quanto o passo. Se a corrente vier com mais elos que o necessário, ela precisa ser cortada com ferramenta própria. Se vier com menos, não serve, mesmo que o passo esteja certo.
- Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
- Linha comum ou reforçada. Dentro do mesmo passo, existem correntes comuns e reforçadas, com placas mais grossas ou material melhor. A reforçada aguenta mais carga e costuma durar mais, mas precisa caber entre a coroa, o pinhão e o protetor.
- Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
- Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.
- Estriado do pinhão. Confira se o pinhão é da aplicação certa: estrias, largura do cubo e sistema de fixação mudam entre motos. Pinhão que entra com folga no eixo bate, gasta as estrias e pode danificar o eixo de saída.
- Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa
A troca do kit relação envolve tirar a roda traseira, soltar o pinhão e fechar a corrente. É serviço comum de oficina; em casa, só vale a pena para quem tem ferramentas, torquímetro e experiência com a roda traseira e o freio.
- Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
- Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
- Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
- Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
- Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
- Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
- Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque do manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
- Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.
Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.
Manutenção da corrente no dia a dia
Boa parte dos kits morre antes do tempo por falta de óleo ou por folga errada. Com hábitos simples, a corrente estica menos e os dentes se conservam.
- Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
- Lubrifique depois da chuva e da lavagem. Chuva e lavagem são as piores inimigas da corrente. Sempre que ela molhar, a lubrificação precisa ser refeita. Corrente que dorme molhada amanhece com ponto de ferrugem.
- Limpe sem agredir. De tempos em tempos, tire a sujeira acumulada antes de lubrificar. Solvente agressivo e escova de aço danificam os retentores e tiram a graxa interna. Produto próprio e pincel ou escova de náilon resolvem.
- Confira a folga regularmente. Meça a folga girando a roda e procurando o ponto mais esticado. Ajuste por ele, nunca pelo mais frouxo. O valor certo está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta perto da balança.
- Nem frouxa, nem esticada. Muita gente aperta a corrente achando que assim ela dura mais. É o contrário: sem folga, a corrente fica tensionada quando a suspensão trabalha, gastando corrente, dentes e rolamentos.
- Mantenha a roda alinhada. Sempre que regular a corrente, deixe os dois esticadores na mesma marca. Roda desalinhada faz a corrente trabalhar torta, gastando a lateral dos dentes e as placas.
- Pilote sem trancos. Cada tranco na transmissão é um puxão forte na corrente. Saídas suaves e reduções sem tranco fazem diferença na vida do kit, sobretudo em quem roda muito no trânsito.
- Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.
- Mantenha os protetores no lugar. O protetor da corrente e a tampa do pinhão seguram respingos e evitam que algo se enrosque na transmissão. Também protegem você. Não rode sem eles.
Erros que encurtam a vida da relação
Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.
- Trocar só a corrente. Corrente nova em coroa e pinhão gastos não assenta nos dentes e estica rápido. Em pouco tempo, ela fica igual à velha. A troca econômica de verdade é a do kit inteiro.
- Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
- Deixar a corrente esticada demais. Corrente sem folga força rolamentos, retentor do eixo de saída e a própria corrente, que trabalha tensionada quando a suspensão comprime. Siga a folga do manual.
- Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
- Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.
- Tirar elo para ganhar regulagem. Quando o esticador chega ao fim, cortar um elo faz a corrente "caber" de novo, mas ela já está alongada e os dentes, gastos. É só adiar a troca, com mais risco de quebra.
- Mudar a relação sem pensar no conjunto. Alterar a relação "para a moto ficar mais forte" tem preço: ela fica mais curta, gira mais na estrada e pode marcar velocidade errada. Converse com o mecânico antes.
- Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.
Perguntas frequentes
Qual a vida útil da corrente da moto?
Varia bastante. Um kit com corrente lubrificada e regulada dura muito mais que um rodando seco e frouxo. Uso em terra, areia e chuva encurta a vida. O momento da troca é dado pelos sinais de desgaste, não por um número fixo.
Posso trocar só a corrente?
Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.
Corrente com retentor vale a pena?
A corrente com retentor tem anéis de vedação que mantêm graxa dentro das articulações. Ela costuma esticar menos e durar mais, mas custa mais e pede lubrificante compatível. Antes de trocar, confira se ela cabe na sua moto, porque é um pouco mais larga.
Como medir a folga da corrente?
Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.
Mudar a relação deixa a moto mais forte?
Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.
Quando passar óleo na corrente?
A frequência depende do uso. Em geral, lubrificar com regularidade e sempre depois que a corrente molhar já resolve. Aplique na corrente limpa, do lado de dentro, e tire o excesso.
É normal o kit novo afrouxar logo?
Uma regulagem logo depois da troca é esperada. Alongamento rápido e contínuo, porém, indica problema: peça velha misturada no kit, roda desalinhada, corrente seca ou excesso de tranco na pilotagem.
A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?
As causas mais comuns são folga errada, corrente seca, kit gasto ou roda desalinhada. Também pode ser a corrente batendo no protetor ou na guia da balança. Comece limpando, lubrificando e regulando; se o ruído continuar, avalie o desgaste do kit.
Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?
Nas motos de baixa cilindrada, a emenda de clipe costuma ser a original. Nas maiores, em geral o fabricante pede emenda rebitada. Trocar rebite por clipe nessas motos aumenta o risco de a corrente abrir.