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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Suzuki Intruder 125 2002–2016

A medida que serve na Intruder 125 desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

passo 428H | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos

Moto
Suzuki Intruder 125
Anos
2002 a 2016
Cilindrada
124 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida de referência para este modelo. Confira no manual do proprietário ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki Intruder 125

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Suzuki Intruder 125 2002–2016. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Produtos de marca para a Suzuki Intruder 125 2002–2016

Pela medida da ficha (passo 428H | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual kit relação comprar para a Intruder 125 2002–2016

Na Intruder 125 2002–2016, o kit relação que serve é passo 428H | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos. Trate esse dado como referência e confirme no manual do proprietário ou na própria peça antiga.

Lendo a medida: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a coroa tem 43 dentes; o pinhão tem 14 dentes; a corrente tem 116 elos.

Na prática, a relação é de 3,07 para 1: o pinhão dá 3,07 voltas para a roda traseira dar uma. Pinhão maior ou coroa menor deixam a moto mais "longa" (menos giro na estrada, menos força na saída); o contrário deixa mais "curta".

Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na Intruder 125

O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.

A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.

Como o kit relação trabalha na Intruder 125

Na ficha, a Intruder 125 2002–2016 aparece como uma street de 124 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Com freio traseiro a tambor, regular a corrente mexe também no freio. Toda vez que os esticadores forem ajustados, a folga do pedal precisa ser conferida, e a roda deve girar livre, sem o freio arrastando.

Na Intruder 125, a corrente costuma ser leve e barata de manter, mas sofre com o uso intenso do dia a dia. Quem roda muito deve criar o hábito de lubrificar e regular com frequência, e não só na revisão.

Como saber se a relação precisa de troca

O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.

  • Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.
  • Esticador no fim do curso. Repare nas marcas de regulagem perto do eixo traseiro. Quando o ajuste chega ao fim da escala, a corrente passou do ponto. Tirar elo para ganhar curso é gambiarra: a coroa e o pinhão também já estão gastos.
  • Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
  • Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.

Como escolher o kit relação certo para a Intruder 125

A medida da relação é o ponto de partida, mas um bom balconista confere mais coisas antes de entregar a caixa. Estes são os detalhes que fazem diferença.

  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Estriado do pinhão. O pinhão encaixa no eixo de saída por estrias. Mesmo com passo e dentes certos, um pinhão de outra moto pode ter estriado diferente ou outro jeito de fixação. A aplicação na embalagem precisa citar o seu modelo.
  • Linha comum ou reforçada. Dentro do mesmo passo, existem correntes comuns e reforçadas, com placas mais grossas ou material melhor. A reforçada aguenta mais carga e costuma durar mais, mas precisa caber entre a coroa, o pinhão e o protetor.
  • Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.

Motos que usam o kit relação da Intruder 125

A mesma especificação (relação 14/43 com corrente 428) aparece em 11 outras motos do catálogo. Isso ajuda a achar a peça em estoque e a comparar preços, mas a aplicação final é sempre a indicada pelo fabricante da peça.

Lista completa: Relação 428 com coroa 43 e pinhão 14 em todas as motos.

Mesma referência na ficha não garante encaixe em todos os detalhes (suporte, conector, comprimento de cabo). Na dúvida, compare com a peça antiga.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

Corrente que solta ou arrebenta pode travar a roda traseira. Por isso, a troca precisa ser bem feita: peças certas, emenda bem montada, folga regulada e roda alinhada. Na dúvida, deixe com a oficina.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Recoloque a roda, passe a corrente pelo pinhão e pela coroa e feche a emenda. Na emenda de clipe, a parte fechada da presilha fica voltada para o sentido em que a corrente anda. Emenda rebitada só com ferramenta própria.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque do manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
  9. Lubrifique e teste. Com tudo fechado, aplique lubrificante e rode devagar para ouvir ruídos. Uma nova conferência da folga depois de pouco uso é obrigatória, porque a corrente nova acomoda nos primeiros dias.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde a nota fiscal do kit para a garantia.

O que não fazer com a corrente da moto

Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.

  • Tirar elo para ganhar regulagem. Quando o esticador chega ao fim, cortar um elo faz a corrente "caber" de novo, mas ela já está alongada e os dentes, gastos. É só adiar a troca, com mais risco de quebra.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Muita regulagem de corrente termina com eixo mal apertado ou freio fora do ponto. Os dois precisam ser revisados toda vez que a roda é movida.
  • Mudar a relação sem pensar no conjunto. Trocar coroa ou pinhão por números diferentes muda a força, a rotação na estrada e, em muitas motos, a leitura do velocímetro. Pode pedir corrente com outro número de elos. Pense antes de mudar.

Manutenção da corrente no dia a dia

Boa parte dos kits morre antes do tempo por falta de óleo ou por folga errada. Com hábitos simples, a corrente estica menos e os dentes se conservam.

  • Lubrifique com frequência. Corrente seca gasta rápido e enferruja. Lubrifique com produto próprio para corrente de moto, com a corrente limpa, de preferência morna depois de rodar, aplicando no lado de dentro e tirando o excesso.
  • Pilote sem trancos. Arrancadas fortes, empinadas e trocas de marcha bruscas dão pancadas no kit relação. Sair com suavidade e evitar acelerar e frear em sequência ajuda a corrente a esticar menos.
  • Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.

Valor da Intruder 125 e custo do reparo

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki Intruder 125 dos anos 2002–2016 vai de R$ 4.919 (2002) a R$ 10.449 (2016). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

AnoFIPE
2016R$ 10.449
2015R$ 10.194
2014R$ 9.945
2013R$ 9.702
2012R$ 9.465
2011R$ 9.234
2010R$ 9.008
2009R$ 8.788

Outras peças da Intruder 125 2002–2016

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Suzuki Intruder 125 2002–2016

Perguntas frequentes

Qual a medida do kit relação da Intruder 125 2002–2016?

Para a Intruder 125 2002–2016, a ficha indica passo 428H | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos. Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.

Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?

Use a que o fabricante da moto indica. A de clipe é prática e comum em motos pequenas. A rebitada é mais segura em correntes que recebem muita força e é o padrão em muitas motos maiores, mas precisa de ferramenta própria.

Preciso trocar coroa e pinhão junto com a corrente?

Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.

Quanto tempo dura um kit relação?

Varia bastante. Um kit com corrente lubrificada e regulada dura muito mais que um rodando seco e frouxo. Uso em terra, areia e chuva encurta a vida. O momento da troca é dado pelos sinais de desgaste, não por um número fixo.

A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?

Ruído de corrente quase sempre tem a ver com lubrificação ou folga. Se depois de limpar e regular o barulho continuar, olhe os dentes da coroa e do pinhão e a guia da corrente. Kit gasto faz barulho mesmo regulado.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos