Vaz Corrente Reforçada
Corrente de transmissão sem retentor da Vaz, linha Correntes Reforçadas VAZ.
Corrente de transmissão
428
- Fabricante
- Vaz
- Linha
- Correntes Reforçadas VAZ
- Medidas
- 428, 520
- Fabricação
- Nacional; pinos e anéis fabricados pela VAZ
- Tratamento
- Têmpera exclusiva VAZ
- Códigos no catálogo
- 428H, 520H
Dados do fabricante (vaz.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Vaz Corrente Reforçada
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Anunciar nesta páginaSobre o Vaz Corrente Reforçada
Vaz Corrente Reforçada é uma corrente de transmissão sem retentor da Vaz, da linha Correntes Reforçadas VAZ. Corrente de transmissão reforçada da VAZ, com pinos e anéis fabricados pela própria empresa e técnica de temperagem exclusiva, segundo a marca. Produto 100% nacional.
Os dados declarados pela Vaz são fabricação: Nacional; pinos e anéis fabricados pela VAZ; tratamento: Têmpera exclusiva VAZ; códigos no catálogo: 428H, 520H.
Pela medida, ele corresponde ao que pede a ficha de 123 versões de moto do catálogo, de 47 modelos, como Honda Biz 110i, Honda Bros 125, Honda Bros 150 e Honda Bros 160. A lista completa está mais abaixo.
Vaz Corrente Reforçada: como ler a ficha técnica
A ficha de um produto de transmissão é curta, mas cada número decide se a peça monta e como a moto vai andar. No kit relação, os dados principais são o passo da corrente, os dentes da coroa e do pinhão e o número de elos. Na corrente avulsa, entram ainda o tipo de vedação (comum, O-ring ou X-ring), a versão reforçada e o tipo de emenda. Na coroa e no pinhão, além dos dentes, a ficha costuma citar o material e o tratamento térmico.
Na embreagem, procure a quantidade de discos de fricção e de separadores, a espessura e se as molas acompanham. Na correia CVT, o código vem com largura e comprimento. Nos roletes, diâmetro, largura e peso em gramas. Quando a ficha traz a lista de motos, ela vale mais que qualquer medida isolada. Quando não traz, as medidas são o único caminho, e cada uma precisa bater com o manual ou com a peça que está na moto.
| Fabricação | Nacional; pinos e anéis fabricados pela VAZ |
|---|---|
| Tratamento | Têmpera exclusiva VAZ |
| Códigos no catálogo | 428H, 520H |
Em quais motos serve
A lista sai da ficha técnica de cada moto: aparecem aqui as versões que usam a mesma medida. Antes de comprar, abra a página da sua moto e confira se a medida e os anos batem.
- Honda Biz 110i 2018–2024
- Honda Biz 110i 2016–2017
- Honda NXR 125 Bros ES 2013–2015
- Honda NXR 125 Bros KS 2013–2014
- Honda NXR 125 Bros ES 2003–2012
- Honda NXR 125 Bros KS 2003–2012
- Honda NXR 150 Bros Mix ESD 2010–2015
- Honda NXR 150 Bros Mix ES 2010–2014
- Honda NXR 150 Bros Mix KS 2010–2012
- Honda NXR 150 Bros KS 2009–2010
- Honda NXR 150 Bros ES 2009
- Honda NXR 150 Bros ESD 2009
- Honda NXR 150 Bros ES 2006–2008
- Honda NXR 150 Bros ESD 2003–2008
- Honda NXR 150 Bros KS 2006–2008
- Honda NXR 160 Bros (2025-2026) 2025–2026
- Honda CG 125 Cargo 2016–2018
- Honda CG 125 Cargo 2014–2015
- Honda CG 125 Cargo ESD 2014–2015
- Honda CG 125 Cargo 2005–2008
- Honda CG 125 Fan 2005–2008
- Honda CG 125 Titan KSE 2002–2004
- Honda CG 125 Titan ES 1999
- Honda CG 125 Titan KS 1999
- Honda CG 150 Start 2015–2016
- Honda CG 150 Cargo ESD 2014–2015
- Honda CG 150 Fan ESDi 2014–2015
- Honda CG 150 Titan EX 2014–2015
- Honda CG 150 Titan Mix ESD 2014–2015
- Honda CG 150 Cargo ESD 2013
- Honda CG 150 Fan ESDi 2011–2013
- Honda CG 150 Fan ESi 2010–2013
- Honda CG 150 Titan EX 2010–2013
- Honda CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013
- Honda CG 150 Titan Mix KS 2009–2011
- Honda CG 150 Titan Mix ES 2009–2010
- Honda CG 150 Titan ES 2009
- Honda CG 150 Titan ESD 2009
- Honda CG 150 Titan KS / Job 2009
- Honda CG 150 Sport 2005–2008
E mais 83 versões na página de cada medida: Corrente 428, Corrente 520.
Antes de comprar: o que confirmar neste produto
Achar o produto pelo nome é só o começo. Para ter certeza de que ele serve, confira a aplicação, as medidas, o conteúdo da embalagem e o uso que você faz da moto. Estes são os pontos que um bom balconista olha antes de fechar a venda.
- A medida 428 bate com a sua moto?. Antes de comprar, compare 428 com o que a sua moto usa: passo da corrente, dentes da coroa e do pinhão e número de elos. Muitas motos usadas já tiveram a relação mudada, então confira também o que está montado. Diferença de relação é escolha, não detalhe: mude só se souber o que muda.
- O uso que você faz da moto. Moto de entrega que roda o dia inteiro, moto de passeio com garupa e moto que vai para a terra pedem coisas diferentes da transmissão. Diga ao vendedor como você usa a moto. Com isso, ele consegue indicar se a linha comum resolve ou se vale olhar uma versão reforçada da mesma aplicação.
- Garantia e condições de montagem. Garantia de peça de transmissão cobre defeito de fabricação, não desgaste. Leia as condições na embalagem ou no site da marca: algumas pedem montagem por profissional, outras pedem que o conjunto seja trocado completo. Guarde a nota e o comprovante do serviço juntos. Sem eles, fica difícil acionar a garantia.
- Compare com a peça que está na moto. Se possível, leve a peça velha ou fotos dela com as gravações à mostra. Dentes gravados na coroa e no pinhão, código na correia, peso marcado nos roletes e quantidade de discos da embreagem confirmam o que a moto usa hoje. Moto usada pode ter recebido peça diferente da original, e a comparação mostra isso.
- Linha comum, reforçada ou de competição. O mesmo fabricante pode vender duas ou três versões para a mesma aplicação. Entender em qual linha está o produto evita comparar coisas diferentes: uma peça de competição não é feita para o mesmo uso que uma de reposição. Para uso diário, a linha que repete a especificação original costuma ser o ponto de partida.
- Código do fabricante e peça original. Todo produto de transmissão de marca tem um código próprio. Com ele, a loja cruza a peça com o número da original e com o catálogo do fabricante, o que evita erro de versão e de ano. Anote o código da embalagem e confira no catálogo se ele aponta para a sua moto, e não só para uma moto parecida.
Como instalar e usar Vaz Corrente Reforçada
Boa parte dos problemas que parecem defeito do produto nasce na montagem ou nos primeiros dias de uso. Estes cuidados valem para quem monta em casa e para quem leva à oficina e quer saber o que conferir na entrega.
- Anote a data e a quilometragem. Registre o dia da troca, a quilometragem e o código do produto, no manual de revisões, no celular ou na própria nota. Com isso, você sabe quanto o produto durou, compara com a próxima marca que usar e tem as informações prontas se precisar da garantia. É um hábito simples que pouca gente tem.
- Primeiros dias de uso. Nos primeiros dias, rode com calma e preste atenção a ruídos, trancos e mudanças de comportamento. Peças novas assentam, e algumas pedem nova regulagem logo no começo. Se algo parecer errado, volte à oficina antes de rodar muito: um problema de montagem descoberto cedo não chega a estragar o produto.
- Use a emenda que veio na caixa. Monte a corrente nova com a emenda dela. Emenda velha ou de outra linha pode ter pino gasto, retentor diferente ou placa mais fina, e vira o ponto fraco do conjunto. Quando a caixa traz emenda rebitada, o serviço pede a ferramenta certa; improvisar com alicate ou martelo compromete a corrente inteira.
- Lubrificante de fábrica na corrente nova. A graxa que a corrente traz da caixa faz parte do produto. Lavar a corrente nova antes de montar tira essa proteção e, nas correntes com retentor, pode atacar os anéis. Monte como veio, salvo instrução contrária do fabricante, e passe a cuidar da lubrificação depois de rodar.
- Confira a caixa antes de desmontar. Abra a embalagem e confira tudo antes de tirar qualquer peça da moto: código, aplicação, medidas e conteúdo. Descobrir que falta uma peça ou que a medida não bate com a moto já aberta atrasa o serviço e, às vezes, impede a devolução, porque o produto passou a ter sinais de montagem.
Conservação, garantia e hora da troca
Um produto de transmissão bem escolhido ainda depende de como é guardado e mantido. Aqui estão os cuidados que mais pesam na durabilidade, além do que observar para decidir a hora da troca sem adiantar nem atrasar.
- Guarde na embalagem até a montagem. Se comprou o produto antes de precisar, mantenha na embalagem original, em lugar seco e longe de sol forte e de produtos químicos. Corrente, coroa e pinhão enferrujam com umidade; correia e discos de fricção não gostam de calor nem de óleo derramado. A caixa também preserva o código e o lote para a garantia.
- Meça o alongamento da corrente. Folga se regula; alongamento se mede. Muitos manuais trazem o comprimento máximo de um trecho da corrente, contado em número de pinos e medido com ela esticada. Comparar esse valor com o da corrente montada mostra quanto da vida do produto já foi usada, sem depender só da impressão visual ou do barulho.
- Peça parada muito tempo na prateleira. Nem todo produto novo está em bom estado. Estoque antigo, guardado em lugar quente ou úmido, pode ter correia ressecada, corrente com ferrugem nas placas ou discos de fricção que absorveram umidade. Olhe a peça antes de montar e, se a embalagem tiver data de fabricação, leve isso em conta na compra.
- Moto parada por muito tempo. Se a moto vai ficar parada, limpe e lubrifique a corrente antes, para ela não enferrujar no lugar. Embreagem banhada pode ter os discos colados depois de muito tempo sem uso, e a correia CVT pode ficar marcada na posição. Ao voltar a rodar, confira tudo com calma antes de exigir da moto.
- Pilotagem que poupa a transmissão. Arrancadas fortes, trancos ao trocar marcha, embreagem segurando a moto parada em subida e acelerador aberto e fechado em sequência gastam qualquer produto de transmissão mais rápido. Pilotar com suavidade não é só conforto: é o que permite a uma peça boa entregar a durabilidade que ela tem condição de entregar.
Como não levar peça de transmissão falsificada
Na transmissão, produto falso não é só prejuízo: corrente que rompe ou embreagem que patina na hora errada são riscos reais para quem pilota. Por isso, vale gastar alguns minutos para conferir a origem. Pergunte à loja de qual distribuidor ela compra e, se tiver dúvida, consulte o site ou o atendimento da marca, que costuma indicar revendas autorizadas.
Com o produto na mão, compare a embalagem com as fotos oficiais, veja se o código e o lote estão legíveis e se o lacre não foi aberto. Gravações na peça devem ser limpas e no lugar de costume. Produto vendido sem caixa, com caixa de outra marca ou com peças misturadas sem explicação deve ser recusado. A nota fiscal com o código do produto fecha a compra com segurança.
Mesma aplicação, marcas diferentes: o que comparar
O erro mais comum na comparação é colocar lado a lado produtos de categorias diferentes, como uma corrente com retentor e uma comum, ou uma correia reforçada e uma de reposição simples. Antes de olhar preço, confirme que os dois são da mesma aplicação e da mesma linha, ou de linhas equivalentes.
Depois, compare item por item: o que vem na caixa, o tipo de emenda, o material e o tratamento das engrenagens, a quantidade de peças do kit de embreagem, a garantia e as condições dela. Um produto mais completo pode sair mais barato no fim, porque evita comprar peças à parte. Desconfie de diferenças grandes de preço entre produtos que parecem iguais em tudo: em geral, algo está diferente, e nem sempre aparece na ficha.
Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:
- Riffel Corrente 520EX x 112L520
- Riffel Corrente 520EX x 120L520
- Riffel Corrente Carbon520, 525, 530
- DID 520ERT3520
A marca Vaz
Vaz (Brasil; empresa EBF VAZ Indústria e Comércio Ltda. (ano de fundação não informado no site oficial)). Produz kits de transmissão (linhas XTreme Black Edition, XTreme S e XTreme Gold Edition), semi kits, coroas, pinhões e correntes reforçadas, além de pastilhas de freio e caixas de direção. A marca declara aço temperado, pintura powder coat, pinhões carbonitretados nas linhas XTreme Black e Gold e certificação Inmetro. A história e as linhas estão na página da Vaz.
Na mesma categoria, a Vaz também tem:
Para continuar
Leia também: guia de corrente de transmissão; corrente 428: todas as motos; corrente 520: todas as motos; todos os produtos da Vaz.
Perguntas frequentes
Em quais motos o Vaz Corrente Reforçada serve?
Pela medida, em 123 versões do catálogo, como Honda Biz 110i, Honda NXR 125 Bros ES e Honda NXR 125 Bros KS. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.
Preciso tirar a graxa da corrente nova?
Normalmente, monte como veio da caixa. Lavar com solvente tira a proteção inicial e pode prejudicar os retentores, quando a corrente tem. Se o fabricante pedir algum preparo, a instrução vem na embalagem ou no site da marca.
Comprei e não serviu. Posso trocar?
Em geral, sim, se o produto não foi montado nem danificado e está na embalagem original, com a nota. Nas compras pela internet, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo de arrependimento. Peça já instalada e removida pode perder o direito de troca, por isso confira antes de montar.
Por que este produto está tão mais barato em um site?
Nem sempre, mas merece cuidado. Confira se o código anunciado é o mesmo do produto que você procura, se o vendedor tem histórico e se emite nota. Estoque muito antigo também pode ter borracha ressecada ou ferrugem. Na dúvida, compre de revenda indicada pela marca.
Por que a mesma marca tem vários modelos para a minha moto?
Cada linha atende um uso. A básica repete o original; a reforçada aguenta mais carga; a de competição prioriza desempenho, às vezes com menos durabilidade. Escolha pela forma como você usa a moto e confira na ficha o que separa uma linha da outra.
Vaz Corrente Reforçada serve na minha moto?
Confira a aplicação do fabricante com modelo, ano e versão da sua moto e compare as medidas da ficha com o manual ou com a peça montada. Se a moto não aparecer na lista ou algum número for diferente, não conte com a semelhança: pergunte antes de comprar.
O que a garantia deste produto cobre?
A garantia cobre defeito de fabricação, não o desgaste normal do uso. Montagem errada, falta de manutenção, regulagem fora do manual e uso em competição costumam ficar de fora. Prazo e condições estão na embalagem ou no site da marca; guarde a nota e o comprovante de montagem.
Preciso trocar outras peças junto?
Peça nova ao lado de peça gasta dura menos. Por isso, a oficina deve conferir o que trabalha junto: dentes e corrente, discos e molas, correia e roletes, além de rolamentos, coxins e guias. O manual traz os limites para decidir o que dá para aproveitar.