Pneu traseiro de moto
Qual pneu traseiro serve na sua moto? Escolha a marca, o modelo e o ano para ver a medida certa e de onde ela vem.
Lojas que vendem pneu traseiro de moto
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Anunciar nesta páginaAs medidas mais comuns
| Medida | Versões de moto que usam |
|---|---|
| 180/55ZR17 | 98 |
| 170/60R17 | 53 |
| 190/55ZR17 | 51 |
| 150/70R17 | 47 |
| 150/70R17 69V | 23 |
| 190/50ZR17 | 22 |
| MT90B16 | 22 |
| 110/90-17 M/C 60P | 19 |
| 160/60ZR17 | 17 |
| 180/55B18 80H | 16 |
Contagem feita no catálogo do Tudo de Moto, só com as motos que já têm a medida na ficha. A medida com link abre a lista completa de motos que a usam.
Pneu traseiro por moto
| Moto | Anos | Medida |
|---|---|---|
| Honda ADV 160 | 2025–2027 | 130/70-13 M/C 57P conferido |
| Honda Biz 125 ES | 2025–2027 | 80/100-14 M/C 49S REINF conferido |
| Honda Biz 125 EX | 2025–2027 | 80/100-14 M/C 49S REINF conferido |
| Honda CB 1000 Hornet | 2027 | 180/55ZR17 |
| Honda CB 1000 Hornet SP | 2027 | 180/55ZR17 |
| Honda CB 300F Twister | 2023–2027 | 150/60R17 M/C 66H conferido |
| Honda CB 300F Twister S | 2027 | 150/60R17 M/C 66H |
| Honda CB 500 Hornet | 2026–2027 | 160/60ZR17 |
| Honda CB 650R E-Clutch | 2026–2027 | 180/55ZR17 |
| Honda Elite 125 | 2019–2027 | 100/90-10 56J conferido |
| Honda NX 500 | 2026–2027 | 160/60R17 |
| Honda PCX 160 | 2023–2027 | 130/70-13 M/C 63P REINF conferido |
| Honda PCX 160 DLX | 2023–2027 | 130/70-13 M/C 63P REINF conferido |
| Honda Pop 110i ES | 2025–2027 | 80/100-14 M/C REINF 49L |
| Honda Sahara 300 | 2024–2027 | 120/80-18 M/C 62S conferido |
| Honda Sahara 300 Adventure | 2024–2027 | 120/80-18 M/C 62S conferido |
| Honda Sahara 300 Rally | 2024–2027 | 120/80-18 M/C 62S conferido |
| Honda X-ADV | 2021–2027 | 160/60R15 |
| Honda XR 300L Tornado | 2025–2027 | 120/80-18 M/C 62S M+S conferido |
| Honda Africa Twin | 2021–2026 | 150/70R18 |
| Honda Africa Twin Adventure Sports ES DCT | 2021–2026 | 150/70R18 |
| Honda Africa Twin DCT | 2021–2026 | 150/70R18 |
| Honda CB 750 Hornet | 2026 | 160/60ZR17 |
| Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP | 2022–2026 | 200/55ZR17 |
| Honda CG 160 Fan | 2025–2026 | 100/80-18 M/C REINF 59P conferido |
| Honda CG 160 Start | 2025–2026 | 90/90-18 M/C 57P |
| Honda CG 160 Titan (2026) | 2026 | 100/80-18 M/C 59S REINF conferido |
| Honda CG 160 Titan 50 Anos | 2026 | 100/80-18 M/C 59S REINF |
| Honda NC 750X | 2022–2026 | 160/60ZR17 |
| Honda NC 750X DCT | 2022–2026 | 160/60ZR17 |
| Honda NXR 160 Bros (2025-2026) | 2025–2026 | 110/90-17 M/C 60P |
| Honda XL 750 Transalp | 2026 | 150/70R18 |
| Honda XR 300L Tornado Special Edition | 2026 | 120/80-18 M/C 62S M+S conferido |
| Honda XRE 190 | 2016–2026 | 110/90-17 M/C 60P |
| Honda XRE 190 Adventure | 2020–2026 | 110/90-17 M/C 60P |
| Honda CB 1000R | 2018–2025 | 190/55ZR17 |
| Honda CB 1000R Black Edition | 2022–2025 | 190/55ZR17 |
| Honda CB 500F | 2023–2025 | 160/60ZR17 |
| Honda CB 500X | 2023–2025 | 160/60R17 |
| Honda CB 650R | 2020–2025 | 180/55ZR17 |
Uma amostra das motos mais comuns. Para a sua, use “Qual é a sua moto?” no alto da página ou a busca.
Marcas de pneu traseiro
Pirelli35 produtos
Kenda34 produtos
Rinaldi16 produtos
IRA Pneus10 produtos
Maggion10 produtos
Dunlop7 produtos
Levorin6 produtos
Metzeler6 produtos
Alguns modelos
Kenda KM01110/70-17, 120/70-17, 160/60-17 e outras
Kenda Thorax K67760/100-17, 80/100-18, 80/80-14 e outras
Pirelli City Dragon80/100-18, 100/80-18, 90/90-18
Pirelli City Cross2.75-17, 2.75-18, 80/90-21 e outras
Levorin Matrix80/100-14, 110/80-14, 60/100-17 e outras
Levorin Matrix Sport II100/80-17, 110/70-17, 130/70-17 e outras
IRA Masked GP110/70-17, 130/70-17, 140/70-17
IRA Quiz GP60/100-17, 80/100-14, 2.75-18 e outras
Maggion Winner2.75-18, 80/100-18, 60/100-17 e outras
Maggion Predator2.75-18, 90/90-18, 100/90-18
Rinaldi SS48 Super Street80/100-18, 2.75-18, 60/100-17 e outras
Rinaldi BS32 Black Snake60/100-17, 2.75-18, 3.00-10 e outras
Produtos com a ficha do fabricante e, quando há medida, as motos em que servem. Todos os fabricantes.
O trabalho do pneu de trás na sua moto
O pneu traseiro é o ponto onde a força do motor vira movimento. Toda a tração passa por aquele pedaço de borracha que encosta no asfalto, e é ele também que carrega a maior parte do peso da moto, do piloto e da garupa. Na frenagem, ajuda a segurar a moto; na curva, divide com o dianteiro o trabalho de manter a trajetória.
Por isso o traseiro em geral gasta antes que o dianteiro: além do peso, ele sofre com cada arrancada e cada redução de marcha. Pneu gasto ou com pressão errada muda o comportamento da moto inteira, principalmente no molhado.
Sinais de que o pneu traseiro da sua moto precisa de troca
Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.
- Indicador de desgaste aparecendo. Dentro dos sulcos há pequenas saliências, os indicadores de desgaste (TWI). A lateral do pneu traz um triângulo ou a sigla TWI mostrando onde eles estão. Quando a banda fica no mesmo nível dessas saliências, o pneu chegou ao limite e precisa ser trocado.
- Centro da banda achatado. Olhando o pneu de trás por trás da moto, o perfil deveria ser arredondado. Se aparece uma faixa reta no centro, o desgaste já mudou o desenho do pneu, e a moto tende a ficar menos precisa ao inclinar.
- Desgaste irregular ou em degraus. Blocos gastos em forma de serra, com um lado mais baixo que o outro, ou manchas mais gastas em pontos isolados indicam problema além do uso: pressão errada, amortecedor cansado, roda desalinhada ou frenagens que travam a roda. Trocar só o pneu sem achar a causa faz o novo gastar igual.
- Trincas e ressecamento. Rachaduras finas na lateral ou no fundo dos sulcos mostram que a borracha envelheceu. Isso acontece com o tempo, com sol e com a moto parada, mesmo que o pneu tenha sulco de sobra. Borracha ressecada segura menos e pode trincar mais fundo.
- Bolha ou calombo na lateral. Calombo no pneu é sinal de lona interna rompida. O ar empurra a borracha para fora no ponto fraco. Pare de usar a moto até trocar o pneu e peça para verificar se o aro também não amassou na mesma pancada.
- Corte ou objeto cravado. Prego, parafuso ou caco de vidro preso na banda pedem avaliação de borracheiro. Corte na lateral, mesmo pequeno, costuma condenar o pneu, porque ali a borracha flexiona o tempo todo e o reparo não segura com segurança.
- Perde pressão com frequência. Se você calibra e em poucos dias o pneu de trás está baixo de novo, há vazamento em algum ponto: furo pequeno, válvula, talão mal assentado ou aro com problema. Rodar com pressão baixa aquece o pneu e acelera o desgaste das laterais.
- Roda patinando ou traseira escorregando. Quando a moto começa a escorregar de trás em situações que antes eram tranquilas, o pneu está dando sinal. Borracha envelhecida e sulcos rasos são as causas mais comuns.
- Vibração ou traseira rebolando. Vibração que aumenta com a velocidade ou a traseira "rebolando" em reta podem vir de pneu deformado, mal assentado no aro ou sem balanceamento. Também podem vir da roda ou da suspensão, por isso vale avaliar o conjunto.
- Fios ou lona aparecendo. Se aparecem fios, telas ou uma camada de cor diferente na banda, a borracha acabou e você está rodando sobre a estrutura do pneu. É risco de estouro. Não rode mais com a moto até trocar.
O que conferir antes de comprar o pneu traseiro
Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.
- Largura, perfil e aro. Mantenha largura, perfil e diâmetro do aro. Pneu "um número acima" parece vantagem, mas pode raspar na balança, no para-lama ou na corrente e deixa a moto mais pesada de inclinar.
- Índice de carga e de velocidade. Logo depois da medida vêm um número e uma letra, como 57P. O número é o índice de carga e a letra é o símbolo de velocidade. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.
- Desenho para o seu uso. O desenho da banda define onde o pneu funciona melhor. Quem roda quase só na cidade ganha com pneu de asfalto; quem pega estrada de terra com frequência pode preferir um misto. Pneu de cravo grande no asfalto molhado é escolha ruim.
- Traseiro de verdade e sentido de rotação. Repare na lateral: a palavra REAR e a seta de rotação dizem onde e como o pneu deve ser montado. Alguns desenhos servem nas duas posições, mas aí o sentido de montagem muda, e a própria lateral explica.
- Construção radial ou diagonal. Radial e diagonal não são só detalhe de fábrica: cada construção tem rigidez diferente. Trocar uma pela outra sem indicação do fabricante pode deixar a moto instável. Mantenha a original.
- Data de fabricação e selo do Inmetro. Pneu novo também tem idade. Procure o código de data na lateral: os dois primeiros números são a semana e os dois últimos, o ano. Pneu muito antigo de estoque já começa a vida com a borracha mais dura.
Como é feita a troca do pneu traseiro da sua moto
Quem tem prática e ferramenta tira a roda em casa, mas a montagem do pneu no aro e o balanceamento ficam melhor com equipamento de borracharia. Estes são os passos de um serviço bem feito.
- Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
- Solte o freio e a transmissão. Antes de puxar o eixo, a roda precisa ficar livre do freio e da corrente ou do cardã. Fotos antes de desmontar ajudam muito na hora de montar de volta.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Com o eixo fora, a roda desce. Repare nas buchas laterais e no suporte do freio, que costumam cair junto: cada peça volta exatamente para o mesmo lugar.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
- Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
- Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
- Regule e teste o freio. O último passo é o freio: comando firme, roda girando livre quando solta e luz de freio acendendo. Só depois disso a moto volta para a rua.
O pneu velho não vai para o lixo comum nem para terreno baldio: deixe na loja ou num ponto de coleta de pneus da sua cidade. Se a moto vibrar ou puxar para um lado depois da troca, volte à borracharia para verificar montagem e alinhamento.
Como fazer o pneu traseiro da sua moto durar mais
O pneu traseiro gasta de qualquer jeito, mas o ritmo depende de você. Estes cuidados valem para qualquer moto.
- Calibre com frequência e a frio. Crie o hábito de calibrar com regularidade, com o pneu frio. Pressão baixa gasta as laterais e esquenta o pneu; pressão alta gasta o centro e reduz a aderência.
- Ajuste a pressão para a carga. Vai levar garupa ou bagagem? Veja no manual se a pressão traseira muda. Pneu com pouca pressão e muito peso deforma mais, esquenta e gasta rápido.
- Mantenha a suspensão em ordem. Se a traseira balança demais depois de uma lombada, o amortecedor pode estar fraco. Isso aparece no pneu como desgaste desigual, mesmo com calibragem certa.
- Acelere e freie com suavidade. Arrancada forte com a roda patinando e frenagem que trava a roda de trás arrancam borracha do pneu. Pilotagem suave é o jeito mais barato de fazer o pneu traseiro durar.
- Cuidado com buraco e meio-fio. Pancadas fortes em buraco, lombada sem reduzir ou subida de meio-fio podem romper a estrutura interna do pneu e amassar o aro. Às vezes o estrago só aparece dias depois, como bolha na lateral.
- Olhe a banda de vez em quando. Uma inspeção rápida com a moto no cavalete, girando a roda, mostra pregos, cortes, pedras presas e desgaste fora do normal. Pegar o problema cedo evita o pneu furado no meio do caminho.
- Nada de produto brilhante na banda. Produtos para deixar o pneu preto e brilhante, se forem passados na banda de rodagem, deixam a superfície escorregadia. Se usar, aplique só na lateral e longe da área que encosta no chão.
- Proteja do sol e da moto parada. Borracha envelhece com sol, calor e falta de uso. Se a moto vai ficar parada semanas, deixe no cavalete central, se tiver, ou mude a posição de tempos em tempos e mantenha a pressão em dia.
Erros que encurtam a vida do pneu traseiro
Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.
- Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Pneu mais largo que o original pode raspar na balança ou na corrente, muda o diâmetro da roda e deixa a moto mais lenta para inclinar. O visual melhora, a pilotagem piora.
- Calibrar com o pneu quente. Depois de rodar, o ar dentro do pneu se expande e a pressão sobe. Se você esvazia até o valor do manual com o pneu quente, ele fica baixo quando esfria.
- Inverter o sentido de rotação. A seta na lateral não é enfeite. Pneu ao contrário perde eficiência no molhado e pode ter comportamento diferente na frenagem.
- Usar pneu dianteiro atrás. Pneus dianteiros e traseiros têm estrutura, perfil e borracha diferentes. Montar um dianteiro na roda de trás, mesmo que caiba, é usar o pneu para um trabalho que ele não foi feito para fazer.
- Esquecer o alinhamento e o aperto do eixo. Trocar o pneu e esquecer de alinhar a roda é mais comum do que parece. A moto passa a puxar levemente e o pneu novo gasta de um lado.
- Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu "meia vida" parece economia, mas você não sabe por onde ele andou. No traseiro, que carrega o peso, isso pesa ainda mais.
- Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.
Perguntas frequentes
Quantas libras coloco no pneu de trás?
Quem manda é o manual da sua moto. O valor muda conforme o modelo e conforme a carga, e o traseiro costuma pedir mais pressão que o dianteiro. Calibre a frio e, se for levar garupa, use o valor indicado para isso.
Pneu mais grosso atrás faz mal?
Não é recomendado. A moto foi projetada para a medida original: pneu mais largo pode encostar na balança ou na corrente, muda o diâmetro da roda e deixa a moto mais pesada nas curvas. Se quiser mudar, consulte as medidas alternativas aprovadas pelo fabricante da moto.
Quanto tempo dura um pneu traseiro?
Não há uma quilometragem fixa. A duração depende do pneu, da calibragem, do peso transportado, do piso e do jeito de pilotar. O que define a troca é o indicador de desgaste, o estado da borracha e a idade do pneu, não o hodômetro.
Preciso trocar os dois pneus juntos?
Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.
Pneu traseiro furado tem conserto?
Depende de onde e de como furou. Furo pequeno na banda, longe da lateral, costuma ter reparo seguro feito por borracheiro, com o pneu desmontado. Corte grande, furo na lateral ou pneu que rodou vazio normalmente pedem troca.
O que quer dizer o número e a letra depois da medida?
O número é o índice de carga, que indica quanto peso o pneu aguenta, e a letra é o símbolo de velocidade, que indica a velocidade máxima para a qual ele foi feito. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.
Pneu traseiro tem prazo de validade?
A borracha envelhece mesmo sem uso. Pneu antigo pode ter sulco de sobra e ainda assim estar duro, ressecado e com pouca aderência. Verifique a data na lateral e o estado da borracha; trincas e ressecamento indicam troca.
É normal o pneu de trás acabar primeiro?
Sim, é normal. O traseiro carrega a maior parte do peso, inclusive da garupa, e é ele que transmite a força do motor para o chão em cada arrancada. Por isso, em geral, ele gasta antes que o dianteiro.