Raios de moto
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Lojas que vendem raios de moto
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Anunciar nesta páginaRaios por moto
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Raios de reposição por modelo
- Raios da Honda Biz 100 1 código
- Raios da Honda Bros 125 3 códigos
- Raios da Honda Bros 150 4 códigos
- Raios da Honda Bros 160 3 códigos
- Raios da Honda CG 125 4 códigos
- Raios da Honda CG 150 3 códigos
- Raios da Honda Pop 100 3 códigos
- Raios da Honda XRE 190 1 código
- Raios da Yamaha Crosser 150 1 código
Cada página reúne os códigos de reposição da peça para o modelo, separados por versão e ano.
O que os raios fazem na roda da sua moto
Parece estranho, mas a roda raiada não se apoia nos raios de baixo: ela fica "pendurada" nos raios de cima, que estão tracionados. Por isso cada raio precisa ter a tensão certa. Raio frouxo não ajuda a segurar o peso; raio esticado demais força o aro e o cubo.
Os raios são vendidos em jogo, um para a roda dianteira e outro para a traseira, com os niples junto. Dentro de cada jogo há raios internos e externos, porque metade entra no cubo por um lado do flange e metade pelo outro. Montados e centrados, eles fazem a roda girar reta e aguentar buracos sem empenar.
Sinais de que os raios da sua moto precisam de atenção
Vale separar o que é raio, o que é rolamento e o que é pneu. Os sinais abaixo apontam para os raios.
- Som abafado ao bater no raio. O teste do som é o mais simples. Raios da mesma roda devem soar parecidos. Se alguns soam bem mais graves ou mortos que os outros, a tensão está desigual e a roda caminha para o empeno.
- Raio que balança com a mão. Raio bom é firme ao toque. Se você consegue mexer um deles com facilidade, ou ouve um estalo metálico quando balança, a tensão foi embora e a roda precisa ir ao raiador.
- Raio quebrado na cabeça. O ponto mais comum de quebra é a curva perto da cabeça, que prende no cubo. O raio fica solto, às vezes preso só pelo niple, e pode bater na balança ou no garfo. Não rode assim por muito tempo.
- Roda batendo de lado ou ovalizada. Gire a roda suspensa e olhe a borda do aro contra um ponto fixo. Se ele vai e volta para os lados ou sobe e desce, a centragem se perdeu, quase sempre por raios com tensão desigual.
- Estalos e rangidos rodando. Rangido rítmico na roda, que some com o freio solto e a moto parada, muitas vezes vem de raios se acomodando ou com folga. Não confunda com ruído de rolamento, que é mais áspero e contínuo.
- Ferrugem nos raios e niples. Ponto de ferrugem na superfície é estético. Ferrugem que come o raio, deixa a rosca escura ou trava o niple é outra história: o raio enfraquece e não aceita mais ajuste.
- Pneu gastando de um lado e moto puxando. Quando a roda foi raiada de novo e, depois disso, a moto passou a puxar ou o pneu a gastar de um lado só, a centragem pode ter deixado o aro fora do centro. Volte à oficina para medir.
- Niple travado ou espanado. Niple que não aceita a chave de raio, ou que gira sem mudar a tensão, perdeu a rosca. Forçar só piora. A solução é raio e niple novos.
Jogo de raios dianteiro ou traseiro: como acertar
Raio não é tudo igual. Comprimento, espessura, ângulo da cabeça e quantidade mudam de roda para roda. A compra é pela aplicação e pela posição.
- Jogo de raios dianteiro ou traseiro. Primeiro filtro: raio dianteiro ou raio traseiro. Os dois jogos raramente se misturam, porque o cubo de cada roda tem tamanho e furação próprios.
- Modelo, ano e tipo de freio. Na mesma moto, a versão com freio a tambor e a versão com disco podem ter cubos diferentes, e o raio muda junto. Informe modelo, ano e o freio da roda.
- Raio interno e raio externo. Quem compra raio avulso precisa saber se é interno ou externo. Compare a curva da cabeça e o comprimento com o raio que vai sair. Misturar os dois deixa a roda torta.
- Espessura do raio. Alguns jogos aparecem em mais de uma espessura para a mesma aplicação. Use a do seu cubo e do seu aro, conforme o código da peça. Raio grosso demais nem entra no furo.
- Niples incluídos no jogo. Raio novo com niple velho é meia troca. Prefira o jogo completo, com raios e niples da mesma procedência, para a rosca casar bem e a regulagem ficar fina.
- Cromado, zincado ou inox. Escolha o acabamento pelo uso. Quem lava muito a moto, roda na chuva ou no litoral ganha com raio inox ou bem galvanizado. O cromado é bonito, mas precisa de mais cuidado para não enferrujar.
- Quantidade de raios. O jogo é vendido para um número exato de furos. Se você vai trocar aro e raios juntos, os dois precisam ter a mesma quantidade de furos do cubo.
- Procedência e acabamento da rosca. Raio de procedência duvidosa pode ter rosca mal feita, aço mole ou curva irregular. Ele até monta, mas perde tensão rápido ou quebra na cabeça. Na roda, não vale arriscar.
O que acontece na oficina quando a roda é raiada de novo
Trocar raios e centrar a roda é serviço de oficina, de quem faz alinhamento de roda com frequência. Raio apertado sem critério empena o aro. Conhecer as etapas ajuda você a acompanhar.
- Tirar a roda, o pneu e a fita. Primeiro a roda é removida e desmontada: pneu, câmara e fita. Sem isso não há acesso aos niples, que ficam no canal do aro.
- Registrar o desenho dos raios. Antes de soltar tudo, o profissional observa como os raios se cruzam e de que lado do flange sai cada um. Uma foto resolve. Esse desenho precisa ser repetido igual.
- Soltar e retirar os raios velhos. Soltar os niples por igual, um pouco de cada vez, protege o aro. Se a ideia é trocar só alguns raios, o restante da roda fica montado.
- Revisar aro e cubo. Com a roda aberta, dá para ver o que estava escondido: furos do cubo ovalizados, aro amassado ou trincado nos furos. Raio novo em aro ou cubo ruim não segura a centragem.
- Montar os raios novos. Os raios novos são encaixados um a um, seguindo o padrão registrado, e os niples recebem só algumas voltas. Apertar um lado antes do outro já entorta o aro.
- Tensionar e centrar a roda. É o coração do serviço. Os niples são apertados aos poucos, em volta, corrigindo ao mesmo tempo o empeno lateral, o de altura e a posição do aro em relação ao cubo. A tensão final fica parecida em todos.
- Acertar pontas e recolocar a fita. Ponta de raio que passou do niple é lixada rente, para não ferir a fita nem a câmara. Depois entra fita nova ou em bom estado, cobrindo todos os niples.
- Montar o pneu, balancear e testar. Com o pneu calibrado e a roda balanceada, a roda volta à moto. Uma volta curta e devagar mostra se há vibração, raspagem ou ruído.
Raio novo se acomoda nos primeiros dias de uso. Peça para a oficina verificar a tensão e a centragem de novo depois de rodar um pouco. Se você não tem cavalete e chave de raio, não tente centrar a roda em casa: é serviço de alinhamento de roda, e erro aqui vira roda empenada.
Raios firmes por mais tempo: o que ajuda
Os raios não pedem quase nada, mas o pouco que pedem evita empeno e furo de câmara.
- Teste do som de vez em quando. De tempos em tempos, passe uma chave de leve nos raios e escute. Raio frouxo descoberto cedo se ajusta em minutos; descoberto tarde, já empenou a roda.
- Revisão logo após raiar. Jogo novo ou roda recém-centrada pede uma segunda visita à oficina depois dos primeiros dias. Os raios assentam no cubo e no aro e perdem um pouco de tensão.
- Pneu calibrado. Pneu com pressão baixa deixa a pancada do buraco chegar direto no aro, e os raios recebem o tranco. Calibragem em dia protege pneu, aro e raios ao mesmo tempo.
- Lavar e secar. Água parada na cabeça do raio e no niple é o começo da ferrugem. Depois de lavar ou de rodar na chuva, seque a roda, principalmente se rodou em estrada com sal ou barro.
- Proteção contra corrosão. Raio cromado ou zincado dura mais com uma camada leve de protetor. Aplique no pano, não em spray direto na roda, para não atingir o freio.
- Peso dentro do limite. Carga acima do previsto no manual, garupa pesada e bagagem em excesso aumentam o esforço em cada raio da roda traseira. Respeite a capacidade de carga da moto.
- Ajuste só com quem sabe. Viu um raio frouxo? Leve à oficina. Apertar um raio isolado sem olhar o resto puxa o aro para aquele lado. A regulagem é feita olhando a roda inteira.
Erros comuns com os raios da moto
Estes são os tropeços mais vistos no balcão quando o assunto é raio e centragem de roda.
- Apertar raio no olho. Raio frouxo não se resolve apertando só ele até ficar duro. O aro é puxado para aquele lado e a roda passa a bater. Centragem é feita olhando a volta toda.
- Trocar só o raio quebrado e esquecer o resto. Raio quebra porque a roda já estava com tensão desigual ou sofreu pancada. Trocar só ele, sem avaliar os vizinhos e centrar de novo, deixa a próxima quebra a caminho.
- Comprar o jogo da outra roda. Muita gente descobre o erro com a roda aberta: raio curto que não alcança o niple ou longo que sobra para dentro. Leve um raio antigo para comparar.
- Misturar raios diferentes. Completar a roda com raio "parecido" de outro jogo é um remendo que aparece depois, em forma de empeno e raio frouxo. Use raios iguais aos da roda.
- Reaproveitar niple velho. Niple oxidado trava, espana e não deixa a tensão ficar fina. Montar raio novo em niple velho estraga a rosca nova. Troque os dois juntos.
- Deixar ponta de raio para dentro do aro. Depois de centrar, alguém precisa passar a mão no canal do aro. Ponta saliente é furo de câmara garantido, e o pneu sai de novo.
Perguntas frequentes
Posso trocar só um raio?
Sim, um raio isolado pode ser trocado. Mas o serviço só fica completo com a centragem da roda. Quando há muitos raios ruins, oxidados ou já trocados antes, o jogo novo sai mais em conta no fim.
O jogo de raios dianteiro serve na traseira?
Em geral, não. O cubo dianteiro e o traseiro têm tamanhos e furações diferentes, e o comprimento do raio acompanha. Compre o jogo de raios dianteiro para a frente e o traseiro para trás, sempre pela aplicação.
Qual é melhor, raio inox, cromado ou galvanizado?
Raio inox resiste melhor à ferrugem e é boa escolha para quem roda na chuva, no barro ou perto do mar. O galvanizado protege bem e o cromado é o mais brilhante, mas pede mais cuidado. O que não muda é a medida: tem que ser a da sua roda.
Quanto devo apertar os raios?
Não existe um aperto para dar raio por raio em casa. O que importa é a tensão parecida em todos e a roda centrada. Por isso o ajuste é feito com chave de raio, no cavalete, por quem faz alinhamento de roda.
Por que os raios da moto quebram?
As causas mais comuns são raios frouxos, que trabalham batendo no cubo, pancada em buraco com pneu baixo, excesso de carga e ferrugem. A quebra costuma ser na curva da cabeça, o ponto que mais sofre.
O jogo de raios vem com niple?
Na maioria dos casos, o jogo de raios vem com os niples, na quantidade da roda. Pergunte antes de comprar. Usar niples novos junto com raios novos evita rosca espanada e facilita a centragem.
Posso centrar a roda em casa?
Sem cavalete de centragem, chave de raio e prática, não é recomendado. Um ajuste errado empena a roda e pode deixar o aro fora do centro do cubo. A centragem da roda é serviço de oficina.
Trocando os raios, preciso trocar o aro?
Raio novo corrige tensão, não conserta aro danificado. Com a roda aberta, a oficina avalia o aro. Se ele estiver deformado, é melhor trocar aro e raios de uma vez.