Raios da Honda XRE 190
A peça certa para cada versão e ano da XRE 190, de 2016 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 2 gerações
- 2016–2026
Raios de reposição
1 código
- Modelo
- Honda XRE 190
- Anos
- 2016 a 2026
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com raios para a Honda XRE 190
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura raios para a Honda XRE 190. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaRaios por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| XRE 190 | 2016–2026 |
| XRE 190 Adventure | 2020–2026 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Quais raios servem na XRE 190
Na XRE 190, os raios são desenhados para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Raios de reposição para a Honda XRE 190
Para a Honda XRE 190, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de raios, de SMARTFOX.
Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| FIT9710 | Jogo raio cromado NXR150-160EDD-ESDD / XRE190 | SMARTFOX | |
| FIT9710 | Jogo raio cromado NXR150-160EDD-ESDD / XRE190 | SMARTFOX | |
Códigos desta lista que servem em outros modelos: Honda Bros 150, Honda Bros 160.
O que os raios fazem na roda da XRE 190
Os raios são o esqueleto da roda raiada. Eles transmitem para o aro o peso da moto, a força da frenagem, que nasce no cubo, e, na roda de trás, a tração que vem da corrente. Tudo isso passa pelo cubo e chega ao aro através dessas hastes finas de aço.
Um jogo de raios bem montado deixa a roda leve, flexível na medida certa e fácil de consertar: dá para trocar um raio sem jogar a roda fora. Em compensação, ele pede atenção. Raio frouxo, quebrado ou enferrujado muda a centragem da roda e, com o tempo, pode furar a câmara por dentro.
Os raios na XRE 190: o que a ficha diz
Na ficha, a XRE 190 2016–2026 aparece como uma trail de 184 cc. A XRE 190 usa rodas raiadas, com aro e raios. Os pneus são montados com câmara. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a tambor.
Com disco na frente, a roda dianteira da XRE 190 leva o disco preso ao cubo. Na troca dos raios, o disco fica protegido de graxa e lubrificante, e a roda é centrada de modo que o disco continue no centro da pinça.
Na XRE 190 usada na terra, raio frouxo e aro amassado são comuns. Raios inox ou bem galvanizados resistem melhor ao barro e à lavagem frequente.
Na roda traseira da XRE 190, a tração da corrente passa pelo cubo e chega ao aro pelos raios. Corrente esticada demais e trancos fortes de embreagem castigam os raios traseiros, que costumam afrouxar antes dos dianteiros.
Sinais de que os raios da XRE 190 precisam de atenção
Vale separar o que é raio, o que é rolamento e o que é pneu. Os sinais abaixo apontam para os raios.
- Niple travado ou espanado. Na hora de ajustar, o niple não gira, gira em falso ou arredonda. Rosca oxidada ou espanada impede a regulagem. Esse raio precisa ser trocado, junto com o niple.
- Som abafado ao bater no raio. Passe uma chave pequena de leve em cada raio, um por um. Os bem tensionados dão um "tim" firme e parecido entre si. O que soa abafado, quase sem nota, está frouxo e já não ajuda a segurar o aro.
- Raio que balança com a mão. Raio bom é firme ao toque. Se você consegue mexer um deles com facilidade, ou ouve um estalo metálico quando balança, a tensão foi embora e a roda precisa ir ao raiador.
- Estalos e rangidos rodando. Rangido rítmico na roda, que some com o freio solto e a moto parada, muitas vezes vem de raios se acomodando ou com folga. Não confunda com ruído de rolamento, que é mais áspero e contínuo.
- Ferrugem nos raios e niples. Raio cromado ou zincado perde a proteção com o tempo, principalmente perto do niple e da cabeça. Quando a ferrugem aparece em vários raios ao mesmo tempo, é hora de pensar no jogo.
Jogo de raios dianteiro ou traseiro: como acertar
Leve modelo, ano e a posição da roda. Se puder, leve também um raio interno e um externo da roda antiga para comparar.
- Niples incluídos no jogo. Pergunte se o jogo vem com os niples. Na maioria das vezes vem, e vale usar os novos: niple velho costuma estar oxidado e com a rosca cansada.
- Cromado, zincado ou inox. Raio cromado tem acabamento brilhante; zincado ou galvanizado, cinza fosco; inox resiste melhor à ferrugem. O acabamento muda aparência e durabilidade contra corrosão, mas comprimento e espessura continuam sendo os da sua roda.
- Espessura do raio. Alguns jogos aparecem em mais de uma espessura para a mesma aplicação. Use a do seu cubo e do seu aro, conforme o código da peça. Raio grosso demais nem entra no furo.
- Jogo de raios dianteiro ou traseiro. O jogo de raios dianteiro e o traseiro são diferentes, mesmo na mesma moto: cubo, comprimento e às vezes a espessura mudam. Diga na loja qual roda vai receber os raios.
- Modelo, ano e tipo de freio. O cubo de freio a disco e o de tambor costumam ter flanges em posições diferentes. Por isso o raio que serve em um nem sempre serve no outro. Passe a versão exata da moto.
O que acontece na oficina quando a roda é raiada de novo
Raiar a roda pede ferramenta e prática: chave de raio, cavalete de centragem e, de preferência, relógio comparador. A sequência é esta.
- Tirar a roda, o pneu e a fita. A roda sai da moto com o freio e o eixo soltos e, na traseira, a corrente. Depois saem pneu, câmara e fita do aro, para os niples ficarem à mostra.
- Registrar o desenho dos raios. Antes de soltar tudo, o profissional observa como os raios se cruzam e de que lado do flange sai cada um. Uma foto resolve. Esse desenho precisa ser repetido igual.
- Soltar e retirar os raios velhos. Na troca do jogo, todos os niples são soltos aos poucos, em volta, para o aro não deformar. Na troca de um raio só, apenas ele sai, e os vizinhos são aliviados de leve.
- Revisar aro e cubo. É a hora de examinar os furos do flange e do aro e os rolamentos do cubo. Qualquer trinca ou deformação ali pede outra peça antes de raiar.
- Montar os raios novos. Cada raio entra no seu furo, interno ou externo, no mesmo desenho de antes. Um pouco de lubrificante na rosca ajuda o niple a girar e a tensão a ficar uniforme. Todos começam frouxos.
- Tensionar e centrar a roda. É o coração do serviço. Os niples são apertados aos poucos, em volta, corrigindo ao mesmo tempo o empeno lateral, o de altura e a posição do aro em relação ao cubo. A tensão final fica parecida em todos.
- Acertar pontas e recolocar a fita. Antes de fechar o pneu, nenhuma ponta pode sobrar acima do niple. A fita do aro volta inteira e bem centrada no canal.
- Montar o pneu, balancear e testar. Com o pneu calibrado e a roda balanceada, a roda volta à moto. Uma volta curta e devagar mostra se há vibração, raspagem ou ruído.
Raios trocados por causa de uma pancada merecem uma olhada no resto da roda e da suspensão: aro, rolamentos, garfo e balança podem ter sofrido junto. A oficina avalia tudo de uma vez.
Erros comuns com os raios da moto
Antes de comprar o jogo ou mexer na chave de raio, vale conhecer o que costuma dar errado.
- Trocar só o raio quebrado e esquecer o resto. Repor o raio partido é certo, mas o serviço só termina com a roda inteira conferida e centrada. Senão outro raio quebra em pouco tempo.
- Comprar o jogo da outra roda. Muita gente descobre o erro com a roda aberta: raio curto que não alcança o niple ou longo que sobra para dentro. Leve um raio antigo para comparar.
- Apertar raio no olho. Raio frouxo não se resolve apertando só ele até ficar duro. O aro é puxado para aquele lado e a roda passa a bater. Centragem é feita olhando a volta toda.
Raios firmes por mais tempo: o que ajuda
Poucos hábitos mantêm a roda raiada da XRE 190 centrada e evitam a quebra de raios.
- Teste do som de vez em quando. De tempos em tempos, passe uma chave de leve nos raios e escute. Raio frouxo descoberto cedo se ajusta em minutos; descoberto tarde, já empenou a roda.
- Lavar e secar. Água parada na cabeça do raio e no niple é o começo da ferrugem. Depois de lavar ou de rodar na chuva, seque a roda, principalmente se rodou em estrada com sal ou barro.
- Proteção contra corrosão. Raio cromado ou zincado dura mais com uma camada leve de protetor. Aplique no pano, não em spray direto na roda, para não atingir o freio.
Perguntas frequentes
Qual é melhor, raio inox, cromado ou galvanizado?
Depende do uso. Inox dura mais contra corrosão; galvanizado é resistente e discreto; cromado é bonito e precisa ser seco e protegido. Qualquer um deles só funciona se for do comprimento e da espessura certos.
Qual é a tensão certa do raio?
A referência é a roda inteira, não o raio. O profissional aperta aos poucos, em volta, medindo empeno e posição do aro, até todos terem tensão parecida. Apertar "até ficar duro" empena a roda.
Raio dianteiro e traseiro são iguais?
Em geral, não. O cubo dianteiro e o traseiro têm tamanhos e furações diferentes, e o comprimento do raio acompanha. Compre o jogo de raios dianteiro para a frente e o traseiro para trás, sempre pela aplicação.
Dá para alinhar a roda raiada sozinho?
Até dá para ouvir os raios e perceber um frouxo, mas o ajuste fica com o profissional. Roda é peça de segurança, e a centragem mexe na roda inteira a cada volta de niple.
Raio quebrado: preciso trocar o jogo todo?
Sim, um raio isolado pode ser trocado. Mas o serviço só fica completo com a centragem da roda. Quando há muitos raios ruins, oxidados ou já trocados antes, o jogo novo sai mais em conta no fim.