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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Honda CG 125 Fan 2005–2008

A medida que serve na CG 125 Fan desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

passo 428

Moto
Honda CG 125 Fan
Anos
2005 a 2008
Cilindrada
125 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida de referência para este modelo. Confira no manual do proprietário ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Honda CG 125 Fan

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Honda CG 125 Fan 2005–2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de reposição para a Honda CG 125 Fan 2005–2008

CódigoPeçaVersõesCor / tipoMarca
2005 a 2008
FIT8721Pinhao do kit transmissao p / moto CG 125 Titan KS / ES / KS e 95 / 04-CG 125 83 / 88 - CG 125 Fan 05 / 08-CG 125 84 / 99-NXFanAmazon Fix
FIT8721Pinhao do kit transmissao p / moto CG 125 Titan KS / ES / KS e 95 / 04-CG 125 83 / 88 - CG 125 Fan 05 / 08-CG 125 84 / 99-NXFanAmazon Fix
Todos os anos
FIT8702Pinhao do kit transmissao para moto Honda CG 150 Titan KS /ES 04/08-CG 150 Titan 09/...-CG 125 Fan 09FanAmazon Fix
FIT8702Pinhao do kit transmissao para moto Honda CG 150 Titan KS /ES 04/08-CG 150 Titan 09/...-CG 125 Fan 09FanAmazon Fix

Peças compatíveis de catálogos de reposição para esta versão e estes anos. Todos os códigos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Honda CG 125.

Produtos de marca para a Honda CG 125 Fan 2005–2008

Pela medida da ficha (passo 428) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual kit relação comprar para a CG 125 Fan 2005–2008

Na CG 125 Fan 2005–2008, o kit relação que serve é passo 428. É a medida de referência para o modelo; antes de comprar, confira no manual ou na peça que está na moto.

Lendo a medida: passo 428 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo.

Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na CG 125 Fan

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

Como o kit relação trabalha na CG 125 Fan

A CG 125 Fan 2005–2008 é uma street de 125 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O manete da embreagem puxa um cabo de aço até o motor. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

A CG 125 Fan tem freio traseiro a tambor. Quando a roda se desloca para regular a corrente, a vareta do freio muda de posição, e o pedal pode ficar alto, baixo ou até prendendo. Depois de cada regulagem ou troca do kit, confira o freio traseiro.

Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas CG 125 Fan, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.

Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão

Corrente gasta não arrebenta do nada: antes ela faz barulho, perde a regulagem e marca os dentes. Vale conhecer os sinais para trocar no tempo certo, sem esperar a pane.

  • Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
  • Barulho e tranco em baixa. Corrente gasta faz um chiado ou um batido que aumenta com a velocidade, e a moto dá trancos ao acelerar e desacelerar em marcha baixa. Antes de culpar o motor, confira a folga e o estado do kit.
  • Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.
  • Corrente que solta da coroa. Com a corrente regulada, segure um elo na parte de trás da coroa e puxe para trás. Se a corrente descola do dente a ponto de mostrar boa parte dele, ela está alongada e não assenta mais no lugar certo.

O que conferir antes de comprar o kit relação

Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.

  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Corrente com ou sem retentor. Corrente com retentor tem anéis que seguram a graxa nos pinos. Ela tende a durar mais e esticar menos, desde que bem cuidada. Antes de trocar o tipo, confira se a corrente cabe na moto: ela costuma ser um pouco mais larga.
  • Kit completo, da mesma linha. Prefira comprar corrente, coroa e pinhão juntos, como kit, e da mesma aplicação. Montar peças novas de linhas diferentes até funciona, mas o kit já vem casado em passo, largura e número de elos.
  • Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.

A mesma referência em outras motos

No catálogo, 30 outras motos usam a mesma referência (corrente passo 428). Em loja, isso costuma significar mais opções de marca e mais facilidade para encontrar.

Todas as motos com essa medida estão em Corrente 428: em quais motos serve.

Mesma referência na ficha não garante encaixe em todos os detalhes (suporte, conector, comprimento de cabo). Na dúvida, compare com a peça antiga.

Trocando corrente, coroa e pinhão: a sequência certa

A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.

  1. Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.

Como fazer o kit relação da CG 125 Fan durar mais

O kit relação dura muito mais quando recebe três cuidados: limpeza, lubrificação e folga certa. Nenhum deles é caro, e todos podem ser feitos em casa.

  • Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.
  • Nem frouxa, nem esticada. Muita gente aperta a corrente achando que assim ela dura mais. É o contrário: sem folga, a corrente fica tensionada quando a suspensão trabalha, gastando corrente, dentes e rolamentos.
  • Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.

Erros comuns com o kit relação

Muitos kits novos duram metade do que poderiam por erros na compra ou na montagem. Estes são os que mais aparecem no balcão e na oficina.

  • Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
  • Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Muita regulagem de corrente termina com eixo mal apertado ou freio fora do ponto. Os dois precisam ser revisados toda vez que a roda é movida.

A CG 125 ao longo dos anos

No catálogo, a CG 125 aparece em 25 gerações, somando 12 versões entre 1990 e 2018. Atenção: o kit relação não é o mesmo em toda a família. Aparecem 5 referências.

  • passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos: CG 125 Fan 2016–2018, CG 125 Fan 2014–2015, CG 125 Fan ES 2014–2015, CG 125 Fan ESD 2014–2015.
  • passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos: CG 125 Fan 2009–2013, CG 125 Cargo 2009–2013, CG 125 Fan ES 2009–2013, CG 125 Cargo ES 2009–2013.
  • passo 428: CG 125 Fan 2005–2008, CG 125 Cargo 2016–2018, CG 125 Cargo 2014–2015, CG 125 Cargo 2005–2008 e mais 4.
  • passo 428 | coroa 44 | pinhão 14: CG 125 Cargo 2000–2004, CG 125 Titan ES 2000–2004, CG 125 Titan KS 2000–2004, CG 125 Titan 2000.
  • passo 428 | coroa 43 | pinhão 14: CG 125 Cargo 1994–1999, CG 125 Titan 1994–1999.

Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.

Quanto vale a CG 125 Fan 2005–2008

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 125 Fan dos anos 2005–2008 vai de R$ 7.634 (2005) a R$ 8.222 (2008). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2008R$ 8.222
2007R$ 8.021
2006R$ 7.825
2005R$ 7.634

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da CG 125

VersãoAnosMedida
CG 125 Fan 2016–2018 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos conferido
CG 125 Fan 2014–2015 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos conferido
CG 125 Fan 2009–2013 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos
CG 125 Fan (esta página) 2005–2008 passo 428
CG 125 Cargo 2016–2018 passo 428
CG 125 Cargo 2014–2015 passo 428
CG 125 Cargo 2009–2013 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos
CG 125 Cargo 2005–2008 passo 428
CG 125 Cargo 2000–2004 passo 428 | coroa 44 | pinhão 14 conferido
CG 125 Cargo 1994–1999 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 conferido
CG 125 Cargo 1990–1993 em conferência
CG 125 Cargo ESD 2014–2015 passo 428
CG 125 Fan ES 2014–2015 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos conferido
CG 125 Fan ES 2009–2013 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos
CG 125 Fan ESD 2014–2015 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 118 elos conferido
CG 125 Cargo ES 2009–2013 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 | 116 elos
CG 125 Titan ES 2000–2004 passo 428 | coroa 44 | pinhão 14 conferido
CG 125 Titan ES 1999 passo 428
CG 125 Titan KS 2000–2004 passo 428 | coroa 44 | pinhão 14 conferido
CG 125 Titan KS 1999 passo 428
CG 125 Titan KSE 2002–2004 passo 428
CG 125 Titan 2000 passo 428 | coroa 44 | pinhão 14 conferido
CG 125 Titan 1994–1999 passo 428 | coroa 43 | pinhão 14 conferido
CG 125 Today 1990–1994 em conferência
CG 125 1990 em conferência

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da CG 125 Fan 2005–2008

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Honda CG 125 Fan 2005–2008

Perguntas frequentes

Qual a medida do kit relação da CG 125 Fan 2005–2008?

Para a CG 125 Fan 2005–2008, a ficha indica passo 428. Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.

Posso trocar só a corrente?

Só em situações muito específicas, como corrente danificada por acidente com o kit quase novo. No desgaste normal, as três peças chegam juntas ao fim e devem ser trocadas juntas.

Mudar a relação deixa a moto mais forte?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

Como medir a folga da corrente?

Cada moto tem o seu valor. A medição é feita empurrando a corrente para cima e para baixo no meio do trecho inferior. Gire a roda, procure o ponto mais apertado e regule por ele, com os esticadores alinhados.

Com que frequência devo lubrificar a corrente?

A frequência depende do uso. Normalmente, lubrificar com regularidade e sempre depois que a corrente molhar já resolve. Aplique na corrente limpa, do lado de dentro, e tire o excesso.

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