Pneu traseiro da Honda CG 125 Fan 2005–2008
O que define a pneu traseiro certa para a CG 125 Fan desses anos, e onde encontrar.
Pneu traseiro que serve
Medida em conferência
- Moto
- Honda CG 125 Fan
- Anos
- 2005 a 2008
- Rodas
- Raiadas
- Pneus com câmara
- Sim
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com pneu traseiro para a Honda CG 125 Fan
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pneu traseiro para a Honda CG 125 Fan 2005–2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO pneu traseiro certo para a CG 125 Fan 2005–2008
Ainda estamos conferindo a medida do pneu traseiro da Honda CG 125 Fan 2005–2008 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.
Enquanto a medida não entra na ficha, a fonte mais segura é a lateral do pneu traseiro atual, conferida com o manual do proprietário. Fotografe a sequência de números e letras e leve à loja.
Para que serve o pneu traseiro da CG 125 Fan
Pense no pneu de trás como a ligação entre o motor e o chão. A corrente, a correia ou o cardã levam a força até a roda, mas quem transforma essa força em movimento é o pneu, pela aderência da banda de rodagem. Se a aderência cai, a roda patina na saída, a moto escorrega na chuva e a frenagem fica mais longa.
Além da tração, o traseiro sustenta a maior parte da carga e absorve parte das irregularidades do piso junto com a suspensão. É uma peça de desgaste e de segurança ao mesmo tempo: não existe "dar mais um tempo" quando ele chega ao limite.
O pneu traseiro na CG 125 Fan: o que a ficha diz
Na ficha, a CG 125 Fan 2005–2008 aparece como uma street de 125 cc. A CG 125 Fan usa rodas raiadas, com aro e raios. Os pneus usam câmara de ar. Na frente, o freio é a tambor, com lonas. O freio traseiro é a tambor.
A CG 125 Fan usa pneus com câmara. Na troca do traseiro, a câmara deve ser nova e da medida compatível, e a fita que protege a câmara das pontas dos raios precisa estar inteira. Calibragem baixa faz o pneu girar no aro e pode arrancar a válvula da câmara.
O freio traseiro da CG 125 Fan é a tambor. Na troca do pneu, a vareta do freio (ou o cabo, nas scooters) é solta e depois regulada de novo. Aproveite que a roda está fora para olhar as lonas e o tambor.
Quando desconfiar do pneu de trás
Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.
- Roda patinando ou traseira escorregando. Quando a moto começa a escorregar de trás em situações que antes eram tranquilas, o pneu está dando sinal. Borracha envelhecida e sulcos rasos são as causas mais comuns.
- Corte ou objeto cravado. Antes de sair, passe os olhos pela banda: pedrinhas presas nos sulcos são normais, mas metal cravado não. Não arranque o objeto no meio da rua se o pneu ainda segura ar; leve devagar até a borracharia para avaliar se o reparo é possível.
- Bolha ou calombo na lateral. Calombo no pneu é sinal de lona interna rompida. O ar empurra a borracha para fora no ponto fraco. Pare de usar a moto até trocar o pneu e peça para verificar se o aro também não amassou na mesma pancada.
- Perde pressão com frequência. Se você calibra e em poucos dias o pneu de trás está baixo de novo, há vazamento em algum ponto: furo pequeno, válvula, talão mal assentado ou aro com problema. Rodar com pressão baixa aquece o pneu e acelera o desgaste das laterais.
- Indicador de desgaste aparecendo. Procure a marca TWI ou o pequeno triângulo na lateral e siga a linha até a banda: ali, no fundo do sulco, existe um "degrau" de borracha. Se a superfície do pneu já encosta nele, os sulcos não escoam mais a água como deveriam.
Pneu traseiro na loja: o que olhar
Na loja, o vendedor pergunta a medida, mas é você quem sabe como usa a moto. Junte as duas coisas e a escolha fica simples.
- Pneu com câmara (TT). Com câmara, o pneu e a câmara trabalham juntos. Peça câmara nova, de medida compatível com o pneu, e verifique a fita protetora do aro, que impede a câmara de encostar nas pontas dos raios.
- Traseiro de verdade e sentido de rotação. Repare na lateral: a palavra REAR e a seta de rotação dizem onde e como o pneu deve ser montado. Alguns desenhos servem nas duas posições, mas aí o sentido de montagem muda, e a própria lateral explica.
- Leia a lateral do pneu atual. Fotografe a lateral do pneu traseiro com a medida bem legível. Com essa foto e o manual do proprietário, a loja acha o pneu certo sem chute.
- Índice de carga e de velocidade. Não compre pneu com índice de carga ou letra de velocidade abaixo do original. Esses números dizem quanto peso e quanta velocidade o pneu aguenta com segurança, e o traseiro é o que mais carrega.
- Data de fabricação e selo do Inmetro. Pneu novo também tem idade. Procure o código de data na lateral: os dois primeiros números são a semana e os dois últimos, o ano. Pneu muito antigo de estoque já começa a vida com a borracha mais dura.
Troca do pneu traseiro passo a passo
A troca do pneu traseiro mexe em freio, eixo e transmissão, e a montagem do pneu no aro pede ferramenta própria. O normal é deixar o serviço com a borracharia ou a oficina, mas vale saber o que precisa ser feito para cobrar cada etapa.
- Moto firme e roda no ar. Apoie a moto no cavalete central ou num cavalete de oficina, com a roda traseira livre. Moto que balança durante o serviço derruba ferramenta, risca peça e pode cair.
- Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Com o eixo fora, a roda desce. Repare nas buchas laterais e no suporte do freio, que costumam cair junto: cada peça volta exatamente para o mesmo lugar.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. O pneu entra com a seta de rotação apontando para o lado em que a roda gira para a frente. O talão recebe lubrificante de montagem próprio, nunca graxa ou óleo, para assentar sem danificar a borracha.
- Calibre, teste e balanceie. Depois de assentar o talão, o pneu é calibrado na pressão do manual e testado contra vazamento. Muitas borracharias fazem o balanceamento com pequenos pesos no aro, o que reduz a vibração.
- Recoloque a roda e alinhe. Montagem é o inverso da desmontagem, com dois cuidados: alinhamento da roda pelas marcas da balança, nas motos com corrente, e aperto correto do eixo. Contrapino usado se troca por um novo.
- Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.
O pneu velho não vai para o lixo comum nem para terreno baldio: deixe na loja ou num ponto de coleta de pneus da sua cidade. Se a moto vibrar ou puxar para um lado depois da troca, volte à borracharia para verificar montagem e alinhamento.
O que não fazer na troca do pneu de trás
Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.
- Rodar com reparo provisório. Reparo de emergência serve para chegar à borracharia, não para ficar. Depois de um furo, o pneu precisa ser avaliado por dentro; muitos danos não aparecem por fora.
- Calibrar com o pneu quente. Depois de rodar, o ar dentro do pneu se expande e a pressão sobe. Se você esvazia até o valor do manual com o pneu quente, ele fica baixo quando esfria.
- Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu usado tem histórico desconhecido: pode ter sido rodado com pressão baixa ou ter levado pancada. Pneu novo muito antigo de prateleira já vem com borracha endurecida. Olhe a data e a procedência.
- Inverter o sentido de rotação. Pneu montado contra a seta escoa pior a água e pode desgastar de forma estranha. Peça para conferir a seta antes de encher o pneu, porque depois dá trabalho desmontar.
Pneu traseiro no dia a dia: o que mantém ele bom
Boa parte do desgaste precoce vem de calibragem errada e de pequenos defeitos na moto. Corrigir isso custa pouco e rende muito.
- Calibre com frequência e a frio. Meça a pressão com o pneu frio, antes de rodar ou depois de a moto ficar parada um tempo, usando o valor do manual ou da etiqueta da moto. Pneu quente marca pressão mais alta e engana a leitura.
- Corrente e alinhamento em dia. Ao ajustar a corrente, olhe as marcas dos dois esticadores. Roda traseira fora de alinhamento gasta pneu, coroa e corrente ao mesmo tempo.
- Olhe a banda de vez em quando. Uma inspeção rápida com a moto no cavalete, girando a roda, mostra pregos, cortes, pedras presas e desgaste fora do normal. Pegar o problema cedo evita o pneu furado no meio do caminho.
- Acelere e freie com suavidade. Cada vez que a roda de trás patina ou trava, uma camada de borracha fica no asfalto. Saídas progressivas e uso equilibrado dos dois freios poupam o traseiro.
Serve em outro ano da CG 125?
No catálogo, a CG 125 aparece em 25 gerações, somando 12 versões entre 1990 e 2018. Atenção: o pneu traseiro não é o mesmo em toda a família. Aparecem 4 referências.
- 90/90-18 M/C REINF 57P: CG 125 Fan 2016–2018, CG 125 Fan 2014–2015, CG 125 Fan ES 2014–2015, CG 125 Fan ESD 2014–2015.
- 90/90-18 M/C 57P: CG 125 Fan 2009–2013, CG 125 Cargo 2009–2013, CG 125 Fan ES 2009–2013, CG 125 Cargo ES 2009–2013.
- 90/90-18 57P: CG 125 Cargo 2000–2004, CG 125 Cargo 1994–1999, CG 125 Titan ES 2000–2004, CG 125 Titan KS 2000–2004 e mais 2.
- 90/90-18: CG 125 Titan ES 1999, CG 125 Titan KS 1999, CG 125 Titan KSE 2002–2004.
Se a sua moto está perto da virada de uma geração, confira a peça antiga: a mudança nem sempre coincide com o ano-modelo.
Valor da CG 125 Fan e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CG 125 Fan dos anos 2005–2008 vai de R$ 7.634 (2005) a R$ 8.222 (2008). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2008 | R$ 8.222 |
| 2007 | R$ 8.021 |
| 2006 | R$ 7.825 |
| 2005 | R$ 7.634 |
Pneu traseiro nos outros anos e versões da CG 125
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| CG 125 Fan | 2016–2018 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
| CG 125 Fan | 2014–2015 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
| CG 125 Fan | 2009–2013 | 90/90-18 M/C 57P conferido |
| CG 125 Fan (esta página) | 2005–2008 | em conferência |
| CG 125 Cargo | 2016–2018 | em conferência |
| CG 125 Cargo | 2014–2015 | em conferência |
| CG 125 Cargo | 2009–2013 | 90/90-18 M/C 57P conferido |
| CG 125 Cargo | 2005–2008 | em conferência |
| CG 125 Cargo | 2000–2004 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Cargo | 1994–1999 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Cargo | 1990–1993 | em conferência |
| CG 125 Cargo ESD | 2014–2015 | em conferência |
| CG 125 Fan ES | 2014–2015 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
| CG 125 Fan ES | 2009–2013 | 90/90-18 M/C 57P conferido |
| CG 125 Fan ESD | 2014–2015 | 90/90-18 M/C REINF 57P conferido |
| CG 125 Cargo ES | 2009–2013 | 90/90-18 M/C 57P conferido |
| CG 125 Titan ES | 2000–2004 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Titan ES | 1999 | 90/90-18 |
| CG 125 Titan KS | 2000–2004 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Titan KS | 1999 | 90/90-18 |
| CG 125 Titan KSE | 2002–2004 | 90/90-18 |
| CG 125 Titan | 2000 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Titan | 1994–1999 | 90/90-18 57P conferido |
| CG 125 Today | 1990–1994 | em conferência |
| CG 125 | 1990 | em conferência |
Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.
Outras peças da CG 125 Fan 2005–2008
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto tempo dura um pneu traseiro?
Depende muito do uso. Quem roda com garupa, acelera forte ou mantém o pneu baixo gasta bem mais rápido. Acompanhe os indicadores TWI e troque quando a banda chegar neles ou quando a borracha estiver ressecada.
Posso trocar só o pneu traseiro?
Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.
É normal o pneu de trás acabar primeiro?
É o comportamento esperado na maioria das motos. Tração, peso e frenagens com o pedal concentram esforço no pneu de trás. Se o dianteiro gastar mais rápido que o traseiro, aí sim vale investigar.
Pneu velho pouco rodado ainda serve?
A borracha envelhece mesmo sem uso. Pneu antigo pode ter sulco de sobra e ainda assim estar duro, ressecado e com pouca aderência. Verifique a data na lateral e o estado da borracha; trincas e ressecamento indicam troca.