Corrente 520: em quais motos serve
Todas as motos do catálogo com 520 na ficha, de 1994 a 2027, com o link para a página da peça em cada uma.
- 71 versões
- 39 modelos
- 7 marcas
Relação
520
- Versões
- 71
- Modelos
- 39
- Anos
- 1994 a 2027
Lista montada a partir da ficha de cada geração. Antes de comprar, confira a linha da sua moto e compare com a peça que está nela.
Lojas com corrente 520
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Anunciar nesta páginaProdutos 520 de cada marca
Riffel Corrente 520EX x 112L520
Riffel Corrente 520EX x 120L520
Riffel Corrente Carbon520, 525, 530
Vaz Corrente Reforçada428, 520
Vaz Corrente Reforçada O-Ring428, 520, 530
Vaz Corrente V-Ring Gold428, 520, 530
DID 520ERT3520
Produtos que os fabricantes vendem com esta medida. Cada um leva à ficha do fabricante.
Motos com 520
Cada linha leva à página da peça naquela moto e naqueles anos, com as lojas e o guia de troca.
Em quais motos serve 520
No catálogo, a medida 520 aparece em 71 versões de 39 modelos, de 7 marcas, fabricados entre 1994 e 2027. Aparecem, por exemplo, Honda CB 500F, Honda CB 500X, Honda CBR 500R, Honda XR 250 Tornado, BMW F 650, BMW F 650 GS e outros.
Lendo a medida: passo 520 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo.
Como ler a relação 520
O primeiro número de uma referência como 520 é o passo da corrente, o padrão que define o tamanho de cada elo. Ele tem três dígitos. O primeiro indica a distância entre os pinos em oitavos de polegada: 4 quer dizer 4/8 de polegada, ou 12,7 mm; 5 quer dizer 5/8, cerca de 15,9 mm. Os dois últimos estão ligados à largura interna do elo, o espaço onde o dente da engrenagem entra.
Assim, 415, 420 e 428 têm o mesmo espaçamento entre pinos e larguras crescentes, e o mesmo vale para 520, 525 e 530. Os passos que começam com 4 aparecem em motos pequenas e médias; os que começam com 5, em motos maiores ou de uso mais pesado. Corrente, coroa e pinhão precisam ter exatamente o mesmo passo.
520 por marca
Marcas e modelos que usam 520:
- Honda: CB 500F, CB 500X, CBR 500R, XR 250 Tornado.
- BMW: F 650, F 650 GS, G 310 GS, G 450 X, G 650 GS, G 650 X.
- Triumph: Daytona 660, Scrambler 400, Scrambler 900, Speed 400, Thruxton 400, Tiger Sport 660, Tracker 400.
- Kawasaki: Ninja 400, Vulcan S, Z400, Z650RS.
- Royal Enfield: Classic 650, Continental GT 650, Guerrilla 450, Himalayan, Interceptor 650, Interceptor Bear 650, Shotgun 650, Super Meteor 650.
- KTM: 690 Duke, 690 Enduro, 690 Supermoto, 890 Adventure, 890 SMT.
- Husqvarna: 701 Enduro, 701 Supermoto, Norden 901, Svartpilen 401, Vitpilen 701.
Por estilo de moto, as gerações com essa medida são: motos naked (35), motos trail (14), motos custom (9), motos big trail (7), motos off-road (5).
Compatibilidade de corrente, coroa e pinhão além do passo
O passo e os dentes dizem muito, mas não garantem que as peças vão encaixar na sua moto. A coroa precisa casar com o cubo da roda, o pinhão com o eixo do câmbio e a corrente com o espaço da balança. Estes são os pontos a conferir.
- Diâmetro central e espessura da coroa. Além dos furos, o centro da coroa precisa casar com o cubo. Coroa com o furo central errado pode girar ovalizada, e coroa com deslocamento diferente deixa a corrente trabalhando torta. O resultado é barulho, desgaste lateral e risco de a corrente sair.
- Retentor e lubrificante compatível. O tipo de corrente define os produtos que podem ser usados nela. Para a corrente comum, quase todo lubrificante de corrente serve; para a corrente com retentor, só os compatíveis com borracha. Usar o produto errado encurta a vida de uma corrente cara.
- Mesmo passo nas três peças. O passo é a base de tudo. Seja qual for o padrão da corrente da sua moto, coroa e pinhão precisam acompanhar. Peça com passo diferente pode até parecer encaixar com a moto parada, mas pula, faz barulho e desgasta tudo em pouco tempo.
- Fixação e alinhamento do pinhão. Cada motor prende o pinhão de um jeito: trava com parafusos, arruela de trava com porca central ou anel elástico. O pinhão novo precisa ter os furos ou o rebaixo para essa fixação. O deslocamento da face também precisa ser o original, para a corrente ficar na linha da coroa.
- Só o passo: dentes e elos ficam por sua conta. Saber que a moto usa 520 resolve metade da compra. A outra metade é saber os dentes da coroa e do pinhão e o número de elos. Coroa e pinhão costumam ter os dentes gravados; os elos se contam na corrente atual.
- Furação da coroa. A coroa é presa ao cubo ou ao flange da roda por parafusos. O número de furos, o diâmetro do círculo em que eles ficam e o diâmetro de cada furo precisam bater com a roda. Coroa de outra moto, com o mesmo passo e os mesmos dentes, muitas vezes não monta.
Outras medidas próximas
Outras medidas de relações e correntes do catálogo, das mais próximas de 520 para as mais distantes. Medida parecida não substitui a original; a lista serve para achar a página certa quando a sua moto usa outra:
- Corrente 520 · 71 versões
- Relação 520 com coroa 39 e pinhão 13 · 3 versões
- Relação 520 com coroa 40 e pinhão 13 · 5 versões
- Relação 520 com coroa 38 e pinhão 14 · 2 versões
- Relação 520 com coroa 39 e pinhão 14 · 2 versões
- Relação 520 com coroa 40 e pinhão 14 · 3 versões
- Relação 520 com coroa 42 e pinhão 14 · 4 versões
- Relação 520 com coroa 43 e pinhão 14 · 4 versões
- Relação 520 com coroa 43 e pinhão 15 · 2 versões
- Relação 520 com coroa 46 e pinhão 14 · 2 versões
Corrente, coroa e pinhão 520 no balcão
A relação é vendida de vários jeitos: em kit, em peças avulsas, com ou sem retentor, com emenda de presilha ou de rebite. Saber o que cada opção significa ajuda a comprar a peça certa pela medida.
- Procedência e embalagem. Desconfie de kit vendido sem caixa, sem aplicação descrita ou com peças de marcas misturadas sem explicação. Corrente sem gravação nas placas também é sinal de alerta. A nota fiscal com passo, dentes e moto indicada é o que garante a troca se algo não encaixar.
- Modelo, ano e versão da moto. Motos com o mesmo nome podem mudar de cubo, de roda ou de motor entre versões e anos. Isso muda a furação da coroa, as estrias do pinhão e até o número de elos. Na loja, informe modelo, ano e versão completos, além do passo e dos dentes.
- Kit completo ou peças avulsas. No kit, corrente, coroa e pinhão já vêm com o mesmo passo, os dentes certos e o número de elos da moto indicada na caixa. É o jeito mais simples de não errar a medida. Peças avulsas fazem sentido quando você precisa de uma relação diferente da original ou de um item que o kit não traz.
- Emenda com rebite. Corrente com emenda de rebite não se abre com alicate: para tirar, é preciso ferramenta de corte. Em compensação, a emenda não solta. Se a loja for montar, pergunte se tem a ferramenta; rebite mal feito é ponto fraco da corrente inteira.
- Comprimento da corrente. Correntes avulsas podem vir com mais elos do que a moto precisa, para servir em várias aplicações. Nesse caso, ela deve ser cortada com ferramenta própria, tirando os pinos sem danificar as placas vizinhas. Confira o número de elos antes de cortar: elo cortado não volta.
Erros comuns com a medida da relação
Passo, dentes e tipo de corrente parecem detalhe técnico, mas em volta deles há muitos mitos. Alguns custam dinheiro, outros mexem com a segurança da transmissão. Vale separar uma coisa da outra.
- “Pinhão menor é o jeito mais fácil de encurtar”. Pinhão pequeno demais gasta corrente mais rápido e faz a transmissão trabalhar mais áspera, com mais tranco em baixa. Quando a ideia é encurtar, aumentar a coroa costuma ser a forma mais gentil com a corrente, conferindo antes os elos e o espaço até a balança.
- “Relação mais curta deixa a moto mais rápida”. Mais força na arrancada não é o mesmo que mais velocidade. Encurtar a relação troca velocidade final por aceleração. Para quem roda muito em estrada, o motor fica mais girado o tempo todo, com mais barulho, mais vibração no guidão e, em geral, mais consumo.
- “Corrente com retentor não precisa de lubrificação”. O-ring e X-ring reduzem a manutenção, mas não acabam com ela. O lubrificante externo, compatível com borracha, protege os roletes e os próprios anéis. Corrente com retentor seca e suja gasta coroa e pinhão do mesmo jeito que uma corrente comum abandonada.
- “Um dente no pinhão é igual a um na coroa”. A conta é proporcional, não dente por dente. Mudar o pinhão em um dente equivale a mudar a coroa em vários, aproximadamente o número da própria relação. Quem troca o pinhão achando que é um ajuste fino costuma se surpreender com a diferença logo na primeira saída.
Perguntas frequentes
Quais motos usam 520?
Pela ficha do catálogo, 71 versões, entre elas Honda CB 500F, Honda CB 500X, Honda CBR 500R, Honda XR 250 Tornado, BMW F 650. A lista completa, com os anos, está nesta página.
Toda moto da lista aceita 520?
A medida é a mesma, mas confira o ano e a versão na lista e, na loja, compare com a peça que está na moto. Detalhes de montagem podem variar.
Qual a diferença entre corrente O-ring, X-ring e sem retentor?
O retentor guarda a graxa dentro da articulação e reduz o desgaste. O-ring e X-ring são dois formatos desse anel. Vale a pena principalmente em motos maiores, desde que haja espaço lateral e você use produtos próprios.
Dá para trocar a corrente comum por O-ring?
Pode, se couber. O passo é o mesmo e a corrente engrena nas mesmas engrenagens, mas ocupa mais espaço de lado. Verifique o protetor e a balança antes, e passe a usar lubrificante compatível com retentor.
Quantos elos a corrente precisa ter?
Depende da moto, da distância entre pinhão e coroa e da relação usada. A referência completa da moto costuma trazer o número. Se não trouxer, conte os pinos da corrente atual fechada, incluindo a emenda.
Corrente 428H serve no lugar da 428?
O H indica versão reforçada, com placas mais grossas. A distância entre pinos e a largura interna são as mesmas, então ela engrena nas mesmas coroa e pinhão. Por fora é um pouco mais larga e mais pesada; confira o espaço.