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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011–2019

A medida que serve na XTZ 250 Ténéré desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos

Moto
Yamaha XTZ 250 Ténéré
Anos
2011 a 2019
Cilindrada
249 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Por cabo

Medida conferida em yamaha-motor.com.br. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha XTZ 250 Ténéré

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011–2019. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Produtos de marca para a Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011–2019

Pela medida da ficha (passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos) e pelas aplicações que os fabricantes declaram. Confira a medida da sua moto antes de comprar.

Qual kit relação serve na XTZ 250 Ténéré 2011–2019

Na XTZ 250 Ténéré 2011–2019, o kit relação que serve é passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos. Esse dado foi conferido em yamaha-motor.com.br. Mesmo assim, o manual da sua moto é a palavra final, porque pode haver mudança dentro do mesmo ano.

Lendo a medida: passo 520 é o padrão da corrente (distância entre os pinos e largura dos elos); coroa, pinhão e corrente precisam ser do mesmo passo; a coroa tem 40 dentes; o pinhão tem 13 dentes; a corrente tem 106 elos.

Isso dá uma redução de 3,08:1 entre o pinhão e a coroa. Mexer no número de dentes muda o comportamento: mais dentes na coroa dá mais força e menos velocidade final; menos dentes faz o inverso. Fora da original, o velocímetro também pode marcar diferente.

Para que serve o kit relação da XTZ 250 Ténéré

Na transmissão final por corrente, o pinhão puxa a corrente e a corrente puxa a coroa, que gira a roda. É um sistema simples, eficiente e barato de manter, mas que pede atenção constante: folga regulada, lubrificação em dia e alinhamento correto da roda.

O kit relação é peça de desgaste. Com o uso, os pinos e roletes da corrente gastam, e ela "estica" (na verdade, ganha folga nas articulações). Os dentes da coroa e do pinhão vão afinando e mudando de formato. Chega um ponto em que nenhuma regulagem resolve, e o conjunto precisa ser trocado.

O kit relação na XTZ 250 Ténéré: o que a ficha diz

Na ficha, a XTZ 250 Ténéré 2011–2019 aparece como uma trail de 249 cc. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A embreagem é acionada por cabo. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Uso fora de estrada encurta a vida da relação. Lama seca na corrente é lixa. Na XTZ 250 Ténéré, vale conferir também o patim ou guia da corrente na balança, que gasta com o atrito e protege a balança.

Com suspensão traseira monoamortecida, como em qualquer balança, a corrente estica e afrouxa conforme a balança sobe e desce. A folga do manual já leva isso em conta. Apertar além dela deixa a corrente esticada demais com a suspensão comprimida.

Na XTZ 250 Ténéré, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.

Como saber se a relação precisa de troca

O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.

  • Ferrugem e retentores ressecados. Corrente avermelhada de ferrugem perde a lubrificação interna e começa a travar elos. Se for do tipo com retentor, olhe os anéis entre as placas: se estão rachados ou saindo, a vida útil está no fim.
  • Regulagem que não segura. Corrente que pede regulagem cada vez mais seguida está no fim. No começo da vida ela estica pouco; perto do fim, o alongamento acelera, e a regulagem dura cada vez menos.
  • Barulho e tranco em baixa. Corrente gasta faz um chiado ou um batido que aumenta com a velocidade, e a moto dá trancos ao acelerar e desacelerar em marcha baixa. Antes de culpar o motor, confira a folga e o estado do kit.
  • Esticador no fim do curso. Os esticadores da balança têm um limite. Se as marcas já estão no fim da escala, ou quase, a corrente esticou tanto que não há mais para onde puxar a roda. Na prática, é o próprio limite de uso do kit.
  • Folga desigual ao girar a roda. Folga que muda conforme a roda gira é sinal de corrente com desgaste desigual ou de elos duros. Também pode ser coroa empenada. Nos dois casos, regular "pela média" não resolve.

O que conferir antes de comprar o kit relação

A medida da relação é o ponto de partida, mas um bom balconista confere mais coisas antes de entregar a caixa. Estes são os detalhes que fazem diferença.

  • Dentes da coroa e do pinhão. Conte ou leia os dentes gravados nas peças. Mudar a quantidade altera a força na saída, a rotação em velocidade de cruzeiro e, em muitas motos, a marcação do velocímetro. Se ficar em dúvida, fique no original.
  • Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
  • Passo da corrente. O passo é o tamanho do elo, indicado por números como 420, 428, 520, 525 ou 530. Corrente, coroa e pinhão precisam ter o mesmo passo. Peças de passos diferentes não engrenam, mesmo que pareçam parecidas a olho.
  • Estriado do pinhão. Confira se o pinhão é da aplicação certa: estrias, largura do cubo e sistema de fixação mudam entre motos. Pinhão que entra com folga no eixo bate, gasta as estrias e pode danificar o eixo de saída.
  • Kit completo, da mesma linha. Prefira comprar corrente, coroa e pinhão juntos, como kit, e da mesma aplicação. Montar peças novas de linhas diferentes até funciona, mas o kit já vem casado em passo, largura e número de elos.

Motos que usam o kit relação da XTZ 250 Ténéré

No catálogo, 4 outras motos usam a mesma referência (relação 13/40 com corrente 520). Em loja, isso costuma significar mais opções de marca e mais facilidade para encontrar.

Lista completa: Relação 520 com coroa 40 e pinhão 13 em todas as motos.

Referência igual é um bom sinal, mas detalhes de montagem podem variar. Compare com a peça antiga antes de instalar.

Como é feita a troca do kit relação da XTZ 250 Ténéré

A troca do kit relação envolve tirar a roda traseira, soltar o pinhão e fechar a corrente. É serviço comum de oficina; em casa, só vale a pena para quem tem ferramentas, torquímetro e experiência com a roda traseira e o freio.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
  3. Tire a corrente e a roda. Apoie a moto com segurança, solte o eixo e os esticadores, abra a emenda e tire a corrente. Retire a roda anotando a posição das buchas e do suporte do freio, para montar tudo igual.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Na troca da coroa, o aperto deve ser cruzado e no torque especificado. É também a hora de conferir os coxins de borracha do cubo, que amortecem os trancos da transmissão e também se gastam.
  5. Instale o pinhão novo. Limpe as estrias do eixo de saída e monte o pinhão novo com a face certa voltada para fora. Use arruela trava nova, se for o caso, e faça o aperto final como o manual indica assim que a corrente estiver montada.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Ajuste os esticadores até a folga indicada no manual, medida no ponto mais esticado da corrente. Os dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda trabalhar alinhada com o pinhão.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde bem a nota fiscal do kit para a garantia.

Erros que encurtam a vida da relação

Antes de trocar ou mexer na corrente, vale conhecer os erros mais comuns. Quase todos são fáceis de evitar.

  • Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
  • Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
  • Esquecer o freio traseiro e o aperto do eixo. Depois de mexer na roda, o eixo precisa do torque certo e o freio traseiro precisa ser conferido. Pular essa etapa é risco de segurança, não só de desgaste.

Cuidados que aumentam a vida da relação

A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.

  • Confira a folga regularmente. A folga muda com o uso. Confira com frequência, no meio do trecho de baixo da corrente, com a moto apoiada como o manual indica. Muitas motos trazem a folga certa numa etiqueta na balança.
  • Lubrifique com frequência. O lubrificante deve chegar entre as placas e os roletes, no lado interno da corrente. Aplique devagar, girando a roda, espere alguns minutos e passe um pano para tirar o que sobrou.
  • Proteja do pó e da areia. Quem roda em estrada de terra ou perto da praia deve limpar e lubrificar com mais frequência. Areia e sal aceleram o desgaste e a ferrugem. Use lubrificante que não junte tanta sujeira.
  • Pilote sem trancos. Arrancadas fortes, empinadas e trocas de marcha bruscas dão pancadas no kit relação. Sair com suavidade e evitar acelerar e frear em sequência ajuda a corrente a esticar menos.

Valor da XTZ 250 Ténéré e custo do reparo

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XTZ 250 Ténéré dos anos 2011–2019 vai de R$ 14.501 (2011) a R$ 22.041 (2019). É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.

AnoFIPE
2019R$ 22.041
2018R$ 20.799
2017R$ 19.640
2016R$ 18.251
2015R$ 17.729
2014R$ 17.025
2013R$ 15.987
2012R$ 15.394

Outras peças da XTZ 250 Ténéré 2011–2019

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha XTZ 250 Ténéré 2011–2019

Perguntas frequentes

Qual a medida do kit relação da XTZ 250 Ténéré 2011–2019?

A referência é passo 520 | coroa 40 | pinhão 13 | 106 elos, conferida em fonte técnica. Antes de comprar, confira no manual do proprietário ou na peça que está na moto.

Vale a pena colocar coroa maior?

Muda o comportamento, mas não aumenta a potência. A moto ganha arrancada e perde folga em velocidade de cruzeiro. Pode ser preciso corrente com mais elos. Converse com o mecânico antes de alterar.

Posso usar emenda de presilha em qualquer moto?

Nas motos de baixa cilindrada, a emenda de clipe costuma ser a original. Nas maiores, em geral o fabricante pede emenda rebitada. Trocar rebite por clipe nessas motos aumenta o risco de a corrente abrir.

Qual a diferença da corrente com o-ring?

Em geral, vale para quem roda bastante. Os retentores seguram a lubrificação interna e protegem contra sujeira. A manutenção continua necessária, com produtos que não ataquem a borracha, e a largura precisa caber na moto.

Quanto tempo dura um kit relação?

Não há prazo fixo. A duração depende de lubrificação, folga, alinhamento, jeito de pilotar e tipo de piso. Kit bem cuidado dura muito mais que kit esquecido. Quem manda é o estado das peças: dentes, folga e regulagem disponível.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos