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Husqvarna TC 150 ou KTM 150 EXC?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

TC 150150 EXC
Versão comparadaTC 150 2025150 EXC 2025
Preço FIPER$ 60.251 (2025) (vantagem)R$ 61.505 (2025)
Cilindrada144 cc144 cc
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
Alimentação–Injeção eletrônica
Partida–Elétrica
CâmbioManualManual
Transmissão finalCorrenteCorrente
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroDiscoDisco
ABSNãoNão
Freio combinado (CBS)NãoNão
RodasRaiadasRaiadas
Pneus com câmaraSimSim
Farol–LED
Óleoóleo 2T JASO FC/FD, misturaóleo 2T JASO FD, injeção (bomba de óleo e tanque separado)

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

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Qual escolher: o resumo

Não existe uma vencedora absoluta entre a Husqvarna TC 150 e a KTM 150 EXC. Os dados mostram onde cada uma se sai melhor:

  • A Husqvarna TC 150: preço menor.
  • A KTM 150 EXC: empata ou fica atrás nos números da ficha; a escolha por ela passa por gosto, rede de oficinas e oferta na sua cidade.

Os detalhes de cada ponto estão nas seções abaixo, e a tabela no topo da página traz a ficha completa das duas.

Motor e desempenho

A Husqvarna TC 150 tem 144 cc e a KTM 150 EXC, 144 cc.

No dia a dia: peso, banco e tanque

Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.

Freios e segurança

Freios: freio disco na frente, disco atrás na Husqvarna TC 150, e freio disco na frente, disco atrás na KTM 150 EXC.

Nesse ponto, as duas estão no mesmo nível pela ficha: a escolha não precisa passar pelos freios.

Quanto custam e quanto perdem de valor

Pela FIPE (outubro de 2026), são R$ 60.251 pela TC 150 2025 e R$ 61.505 pela 150 EXC 2025.

Pela tabela FIPE, a Husqvarna TC 150 custa 2% menos que a KTM 150 EXC. É uma referência de mercado, não o preço final: na loja ou no anúncio, estado, quilometragem e negociação mudam o valor. Antes de decidir só pelo preço, veja o que a KTM 150 EXC oferece a mais e se você vai usar isso de fato. Às vezes a diferença paga um item que faz falta; às vezes, não.

Manutenção e peças

Para quem já pensa na manutenção, estas são as medidas de cada uma:

As duas motos usam a mesma medida em várias peças, como mostra a tabela desta página. Isso pode facilitar a vida: pneus, câmaras, pastilhas, lâmpadas, kit de transmissão ou filtros de mesma medida costumam ter oferta parecida e preço próximo. Só não confunda medida igual com peça igual. Encaixe, fixação e código podem mudar, então confirme a aplicação antes de comprar. Aqui, coincidem: óleo, filtro de ar, fluido de freio.

Como escolher entre a Husqvarna TC 150 e a KTM 150 EXC

Na tabela, cada moto ganha em alguns pontos e perde em outros. A escolha certa entre a Husqvarna TC 150 e a KTM 150 EXC depende menos de quem vence mais itens e mais de quais itens importam para o seu uso. Os pontos abaixo ajudam a colocar cada diferença no lugar certo, do test-ride ao custo de ter a moto por alguns anos.

  • Equipamentos que você vai usar. Toda moto traz alguma coisa que a outra não tem. A pergunta é se você vai usar. Separe o que é segurança, como ABS ou freio a disco, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência, como painel completo, tomada USB ou porta-objetos. Pagar a mais por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher errado.
  • Se a moto vai pegar estrada. Para viajar, pense na moto cheia: você, talvez garupa, bagagem e quilômetros seguidos. A que tem mais fôlego, mais autonomia e melhor posição para as costas costuma ser a escolha. Vale olhar também a disponibilidade de suportes para baú e alforjes. Na comparação, dê mais peso aos itens de estrada da tabela e menos aos que só aparecem no trânsito urbano.
  • Sua altura e seu peso. Sente nas duas, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se só a ponta dos pés alcança o chão, a moto vai exigir mais atenção em cada parada. Se as pernas ficam dobradas demais, a viagem cansa. O seu peso também conta: quanto mais carga, mais importam torque, freio e regulagem da suspensão. A tabela ajuda, mas o teste sentado decide.
  • Garupa frequente. Garupa frequente pede motor com força em baixa, freio firme e suspensão que não afunda com o peso extra. Também pede espaço: banco curto ou muito inclinado cansa quem vai atrás em poucos minutos. Compare o tamanho do assento, a posição das pedaleiras traseiras e a existência de alças. Se der, faça o test-ride levando a pessoa que vai com você.
  • Terra, buraco e piso ruim. Se o seu caminho tem estrada de chão, buraco ou calçamento ruim, olhe com atenção suspensão, altura livre do solo, rodas e pneus. Rodas raiadas e pneus com câmara costumam aguentar melhor o castigo; suspensão com mais curso deixa a moto mais estável e protege as costas. Uma moto pensada para asfalto até passa pela terra, mas sofre mais e pede manutenção com mais frequência.
  • Pense na revenda. Se você costuma trocar de moto em poucos anos, a revenda pesa quase tanto quanto o preço de compra. A moto mais procurada vende mais rápido e com menos desconto. O histórico de desvalorização na FIPE que aparece nesta página dá uma boa pista. Olhe também os anúncios de usadas das duas: quantas estão à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
  • Se a moto é para trabalhar. Moto de trabalho é ferramenta, e ferramenta parada dá prejuízo. Antes de escolher, pense no custo por quilômetro, na rapidez para conseguir peça e oficina e no conforto depois de um dia inteiro em cima dela. Bagageiro, suporte para baú e facilidade para levar carga entram na conta. Entre duas motos parecidas, a mais simples de manter costuma ser a mais vantajosa.
  • Consumo no seu uso. Consumo depende muito do jeito de pilotar, do trajeto e da manutenção, então números de propaganda servem só como referência. Em geral, motor menor e moto mais leve gastam menos, e injeção eletrônica ajuda a manter o gasto sob controle. Se você roda muito, pergunte a donos de cada modelo como está o consumo no uso real, de preferência num trajeto parecido com o seu.
  • Custo de manutenção. Duas motos com preço parecido na loja podem ter custos bem diferentes depois. Compare o intervalo das revisões no manual, o preço das peças de desgaste e a necessidade de serviço especializado. As medidas de pneus e de peças que aparecem nesta página ajudam a ter uma ideia. Somando alguns anos de uso, a moto mais barata de manter pode compensar uma diferença de preço na compra.

Compare com outros modelos

Outras comparações com estes modelos:

Perguntas frequentes

Qual custa menos na FIPE?

Na FIPE de outubro de 2026, a TC 150 2025, com R$ 60.251. A outra sai por R$ 61.505.

É melhor comprar a mais barata nova ou a mais cara seminova?

As duas escolhas fazem sentido. A nova dá garantia e tranquilidade; a seminova mais completa já passou pela maior desvalorização e pode entregar mais pelo mesmo valor. O risco está no histórico: sem revisões comprovadas, a economia pode virar gasto. Use a FIPE desta página como referência e examine a usada com calma antes de fechar.

Vale pagar mais pela versão com ABS?

Para a maioria das pessoas, sim. O ABS evita que a roda trave numa frenagem forte, e isso faz diferença em piso molhado, com areia ou num susto no trânsito. Quem roda todo dia, leva garupa ou tem pouca experiência é quem mais aproveita. Quem roda pouco e devagar pode pesar a economia, mas a segurança costuma justificar o gasto.

Qual das duas viaja melhor?

A melhor para viajar é a que combina fôlego, autonomia e conforto. Compare nesta página o motor, o tanque e os freios das duas, e depois pense na posição de pilotagem e no banco depois de uma hora rodando. Se você viaja com garupa e bagagem, dê ainda mais peso ao torque.

Qual das duas é mais confiável?

Não dá para cravar sem conhecer o histórico de cada unidade. O que mais pesa é a manutenção: óleo trocado no prazo, revisões feitas e uso adequado. Uma boa pista é conversar com mecânicos que atendem os dois modelos e com quem já tem cada um há alguns anos. Mecânica mais simples também costuma ter menos itens para falhar.

Qual das duas anda mais?

Olhe potência, torque e relação peso/potência na tabela desta página: esses três números juntos dizem mais do que cada um sozinho. A relação peso/potência é o melhor indicador de aceleração. Lembre que desempenho também depende do câmbio e do piloto, e que, no trânsito da cidade, diferenças pequenas quase não aparecem.

Qual das duas gasta menos combustível?

Não há resposta única, porque o consumo muda com o piloto, o trânsito e o estado da moto. Olhe na comparação desta página a cilindrada, o peso e o tipo de alimentação: esses itens dão uma boa pista. Lembre também que economia inclui peças e revisões, e não só o que se gasta no posto.

Qual das duas é melhor para trabalhar com entregas?

Para trabalho, pesam consumo, robustez, partida elétrica, peças baratas e oficina perto. Veja na comparação desta página o peso, o tipo de alimentação, a partida e as peças que as duas compartilham. Converse também com entregadores que usam cada modelo: eles sabem bem como a moto se comporta depois de muitos quilômetros.

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