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Shineray Urban 150 ou Yamaha Aerox 155?

As duas lado a lado, com os números das fichas, o preço na FIPE, quanto cada uma desvaloriza e as peças de manutenção.

Ficha lado a lado

Urban 150Aerox 155
Versão comparadaUrban 150 EFI 2025–2027Aerox 155 Connected ABS 2026–2027
Preço FIPER$ 20.387 (2027)R$ 19.325 (2027) (vantagem)
Cilindrada149 cc155 cc (vantagem)
Potência12,9 cv15,1 cv (vantagem)
Torque13 N.m a 5.000 rpm1,4 kgf.m a 6.500 rpm
Peso–127 kg
Tanque13,5 L–
Altura do banco795 mm–
CombustívelGasolinaGasolina
RefrigeraçãoLíquidaLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônicaInjeção eletrônica
PartidaElétricaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)Automático (CVT)
Transmissão finalCorreiaCorreia
Freio dianteiroDiscoDisco
Freio traseiroDiscoTambor
ABSSimSim
Freio combinado (CBS)NãoNão
Rodas–Liga leve
Pneus com câmara–Não
FarolLEDLED
Bateria12V 8,6Ah (selada)–
VelaNGK CPR8EA-9–
Pneu dianteiro100/80-14110/80-14
Pneu traseiro130/70-13140/70-14
ÓleoSAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca; óleo de transmissão SAE 80W-90 GL-4/GL-5 120 ml–
Calibragemsó piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi–

Dados da ficha de cada geração no catálogo e da tabela FIPE (outubro de 2026). Em destaque, o melhor número quando há uma vantagem clara.

Lojas e oficinas para Urban 150 ou Aerox 155

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Urban 150 ou Aerox 155: o resumo

Não existe uma vencedora absoluta entre a Shineray Urban 150 e a Yamaha Aerox 155. Os dados mostram onde cada uma se sai melhor:

  • A Shineray Urban 150: não leva vantagem clara nos números; vale pelo conjunto e pelo que você encontra perto de casa.
  • A Yamaha Aerox 155: mais potência, preço menor.

Abaixo, cada diferença explicada; na tabela, a ficha das duas lado a lado.

Motor e desempenho

Na cilindrada, são 149 cc na Shineray Urban 150 contra 155 cc na Yamaha Aerox 155. Em potência, a Shineray Urban 150 declara 12,9 cv a 8.500 rpm; a Yamaha Aerox 155, 15,1 cv a 8.000 rpm. No torque, 13 N.m a 5.000 rpm (Shineray Urban 150) e 1,4 kgf.m a 6.500 rpm (Yamaha Aerox 155).

Com 2,2 cv a mais, a Yamaha Aerox 155 chega mais rápido à velocidade de estrada e mantém o ritmo com menos esforço. Isso não significa que a Shineray Urban 150 seja fraca: tudo depende do seu trajeto. Diferença de poucos cavalos some no anda e para urbano; diferença maior se sente em toda ultrapassagem. Antes de pagar por potência, veja se o seu uso pede esse extra.

Conforto, peso e autonomia

Os números quase não mudam de uma para a outra, e uma diferença desse tamanho some no uso real, entre variação de peso do piloto, calibragem do pneu e estado da moto. Considere um empate técnico. Melhor gastar a atenção com o que realmente separa as duas: o test-ride, o custo de manter e o que cada uma oferece de equipamento.

Como as duas freiam

Nos freios, a Shineray Urban 150 usa freio disco na frente, disco atrás, ABS; a Yamaha Aerox 155, freio disco na frente, tambor atrás, ABS.

O disco traseiro da Shineray Urban 150 deixa a frenagem mais fácil de controlar, principalmente com a moto carregada. A Yamaha Aerox 155, com tambor atrás, tem manutenção mais barata e um freio menos sensível à sujeira. Por outro lado, o disco pede pé mais delicado para não travar a roda em piso liso. Se você leva garupa sempre, a vantagem é da Shineray Urban 150; se não, pesa pouco.

Preço e desvalorização

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Urban 150 EFI 2027 vale R$ 20.387 e a Aerox 155 Connected ABS 2027, R$ 19.325.

A Yamaha Aerox 155 sai 5% mais barata na FIPE. Essa diferença pode ficar no seu bolso ou virar equipamento de segurança, documentação e primeira revisão. Do outro lado, a Shineray Urban 150 pode justificar o preço maior com motor, freio ou conforto que pesam no seu uso. Compare o que cada uma entrega e pense no custo de manter, que acompanha a moto por anos.

Manutenção e peças

As medidas das peças de troca mais comuns, uma ao lado da outra, com link para a página de cada peça:

Shineray Urban 150 ou Yamaha Aerox 155: como decidir

Não existe moto melhor em tudo, e a Shineray Urban 150 e a Yamaha Aerox 155 não fogem disso. O que existe é a moto que combina com seu trajeto, seu corpo e seu orçamento. Use os critérios a seguir para pesar as diferenças da tabela e chegar a uma escolha que faça sentido daqui a alguns anos, e não só na saída da loja.

  • Oficina e peças na sua cidade. Pergunte em duas ou três lojas de peças se elas têm em estoque os itens de desgaste de cada moto, como pastilha, filtro e kit de transmissão. Depois, veja qual concessionária ou oficina especializada fica mais perto. Rede de atendimento próxima significa revisão sem viagem e conserto mais rápido. Quem mora longe das capitais deve dar peso extra a esse ponto.
  • Consumo no seu uso. Consumo depende muito do jeito de pilotar, do trajeto e da manutenção, então números de propaganda servem só como referência. Em geral, motor menor e moto mais leve gastam menos, e injeção eletrônica ajuda a manter o gasto sob controle. Se você roda muito, pergunte a donos de cada modelo como está o consumo no uso real, de preferência num trajeto parecido com o seu.
  • Cote o seguro antes. Não deixe para cotar o seguro depois da compra. Modelos muito procurados no mercado de usadas costumam ser também os mais visados, e isso aparece no preço da apólice. Peça orçamento das duas com os mesmos dados e compare a franquia, não só o valor anual. Se a moto vai ficar na rua, considere também trava, alarme ou rastreador no orçamento.
  • Roda pequena e buraco. Scooters usam rodas menores que as motos, e o tamanho muda de modelo para modelo. Roda pequena deixa a scooter ágil e fácil de manobrar, mas sente mais buraco, tampa de bueiro e lombada mal feita. Se a sua cidade tem asfalto ruim, compare o aro das duas, principalmente o da frente: a roda maior passa pelas imperfeições com mais estabilidade e menos sustos.
  • Espaço sob o banco. Numa scooter, o compartimento sob o banco é um dos itens mais usados no dia a dia. Veja se cabe o seu capacete, e não só um capacete qualquer: modelos maiores, como os articulados, nem sempre entram. Repare também se há porta-objetos na frente, tomada para celular e gancho para sacola. Leve o seu capacete ao test-ride e faça a prova nas duas.
  • Custo de manutenção. O preço de compra é só o começo. Ao longo dos anos, pesam revisões, pneus, freios, kit de transmissão ou correia, filtros e óleo. Motos com mais tecnologia carregam mais componentes para manter, e algumas peças pedem oficina com equipamento. Antes de decidir, peça numa loja e numa oficina de confiança o preço dos itens que mais gastam em cada uma. A diferença pode surpreender.
  • Se a moto é para trabalhar. Moto de trabalho é ferramenta, e ferramenta parada dá prejuízo. Antes de escolher, pense no custo por quilômetro, na rapidez para conseguir peça e oficina e no conforto depois de um dia inteiro em cima dela. Bagageiro, suporte para baú e facilidade para levar carga entram na conta. Entre duas motos parecidas, a mais simples de manter tende a sair na frente.
  • Sua altura e seu peso. O corpo do piloto muda a comparação. Quem é mais baixo deve dar atenção à altura e à largura do banco e ao peso da moto, porque apoiar os pés no chão com segurança vale mais que qualquer número de desempenho. Quem é alto deve ver se cabe sem os joelhos apertados. Pilotos mais pesados sentem mais a falta de torque e de suspensão firme.

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Perguntas frequentes

Qual é mais potente, Urban 150 ou Aerox 155?

A Yamaha Aerox 155, com 15,1 cv contra 12,9 cv, pela ficha do fabricante.

Qual custa menos na FIPE?

Na FIPE de outubro de 2026, a Aerox 155 Connected ABS 2027, com R$ 19.325. A outra sai por R$ 20.387.

Qual das duas anda mais?

Na comparação desta página, a relação peso/potência dá a melhor ideia de qual acelera mais, enquanto o torque mostra a força em baixa rotação. Se uma delas leva vantagem nos dois, a resposta é clara. Se cada uma ganha em um, o test-ride mostra qual combina mais com o seu jeito de pilotar.

A mais potente é sempre a melhor escolha?

Depende do seu uso. Para quem roda em rodovia ou leva garupa com frequência, a sobra de potência dá segurança nas ultrapassagens e cansa menos. Para quem só roda na cidade, raramente compensa. Olhe também o peso: a relação peso/potência, mostrada nesta página, diz mais sobre o desempenho do que a potência sozinha.

Qual das duas é melhor para iniciante?

A melhor para iniciante é a que você controla com tranquilidade parada e em baixa velocidade. Veja na comparação o peso, a altura do banco e os freios das duas. Câmbio automático também facilita o aprendizado. Sente, manobre e, se possível, pilote as duas antes de decidir: a sensação de segurança vale mais que qualquer número.

Em qual das duas o garupa vai mais confortável?

A melhor para garupa é a que tem banco traseiro espaçoso, pedaleiras bem posicionadas e motor com força em baixa. Compare torque e freios nesta página e, na loja, peça para o garupa sentar nas duas. Suspensão traseira com ajuste de pré-carga também ajuda quando a moto anda sempre com duas pessoas.

Qual das duas tem peça mais barata?

Em geral, moto mais simples e mais popular tem peça mais barata e mais oferta de marcas paralelas. Mas a resposta certa vem do orçamento: compare o preço das peças de desgaste das duas numa loja de confiança e o intervalo de revisões no manual. As medidas iguais, mostradas nesta página, indicam onde o custo deve ser parecido.

Qual das duas é mais cara de segurar?

Só a cotação responde. Modelos parecidos podem ter seguros bem diferentes por causa do índice de roubo, do preço de mercado e do custo das peças. Faça a simulação das duas antes de comprar, com o endereço onde a moto vai dormir, e inclua esse valor no custo anual de cada uma.

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