Óleo Pro Honda 20W50
Óleo de motor 4T mineral da Pro Honda, linha Lubrificantes Pro Honda.
Óleo do motor
20W-50
- Fabricante
- Pro Honda
- Linha
- Lubrificantes Pro Honda
- Viscosidade
- 20W-50
- Base
- Mineral
- Normas
- API SL
Dados do fabricante (honda.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Óleo Pro Honda 20W50
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Anunciar nesta páginaSobre o Óleo Pro Honda 20W50
Óleo Pro Honda 20W50 é um óleo de motor 4T mineral da Pro Honda, da linha Lubrificantes Pro Honda. Óleo totalmente mineral desenvolvido, testado e aprovado pela Honda. É a opção mais econômica da linha, indicada pela Honda para motos mais antigas, e funciona com etanol e gasolina.
Na ficha técnica que a Pro Honda publica, aparecem viscosidade: 20W-50; base: Mineral; normas: API SL.
Pela medida, ele corresponde ao que pede a ficha de 269 versões de moto do catálogo, de 34 modelos, como Honda Biz 100, Honda Biz 125, Honda Bros 125 e Honda Bros 150. A lista completa está mais abaixo.
O que cada dado da ficha deste óleo do motor quer dizer
O jeito mais seguro de ler a ficha é com o manual da moto aberto do lado. O manual diz o tipo de fluido, a especificação mínima e a quantidade; a ficha diz o que este produto entrega. Basta conferir campo por campo.
Comece pelo uso indicado. Óleo de motor quatro tempos, óleo dois tempos, óleo de transmissão, óleo de bengala e líquido de arrefecimento são produtos diferentes, com exigências diferentes, e o nome comercial nem sempre deixa isso claro. Depois vá para as siglas e os números: viscosidade e classificações API e JASO nos óleos de motor, a classificação própria para dois tempos no óleo 2T, a indicação de concentrado ou pronto para uso no líquido de arrefecimento.
Por último, separe o que é informação de venda do que é especificação. Expressões como “alta performance” ou “proteção extra” não substituem uma sigla. Se a ficha só traz adjetivos, peça o boletim técnico ao vendedor ou procure no site do fabricante.
| Viscosidade | 20W-50 |
|---|---|
| Base | Mineral |
| Normas | API SL |
Em quais motos serve
Pela medida, este produto corresponde ao que a ficha destas motos pede. A conferência final é sempre na sua moto: veja a medida da peça instalada ou o manual. No óleo, a viscosidade igual não basta: a norma (API e JASO) e a quantidade também precisam bater com o manual.
- Honda Biz 100 ES 1999–2011
- Honda Biz 100 KS 1998–2011
- Honda C 100 Biz+ 2002–2005
- Honda Biz 125 (2016-2024) 2016–2017
- Honda Biz 125 ES 2009–2017
- Honda Biz 125 EX 2011–2017
- Honda Biz 125 KS 2009–2012
- Honda Biz 125+ 2009–2010
- Honda Biz 125 ES 2006–2008
- Honda Biz 125 KS 2006–2008
- Honda Biz 125+ 2006–2008
- Honda NXR 125 Bros ES 2003–2012
- Honda NXR 125 Bros KS 2003–2012
- Honda NXR 150 Bros Mix ESD 2010–2015
- Honda NXR 150 Bros Mix ES 2010–2014
- Honda NXR 150 Bros Mix KS 2010–2012
- Honda NXR 150 Bros KS 2009–2010
- Honda NXR 150 Bros ES 2009
- Honda NXR 150 Bros ESD 2009
- Honda NXR 150 Bros ES 2006–2008
- Honda NXR 150 Bros ESD 2003–2008
- Honda NXR 150 Bros KS 2006–2008
- Honda CB 300R 2009–2015
- Honda CB 500 1997–2005
- Honda CBX 250 Twister 2001–2008
- Honda CG 125 Cargo 2005–2008
- Honda CG 125 Fan 2005–2008
- Honda CG 125 Cargo 2000–2004
- Honda CG 125 Titan ES 2000–2004
- Honda CG 125 Titan KS 2000–2004
- Honda CG 125 Titan KSE 2002–2004
- Honda CG 125 Titan 2000
- Honda CG 125 Cargo 1994–1999
- Honda CG 125 Titan 1994–1999
- Honda CG 125 Titan ES 1999
- Honda CG 125 Titan KS 1999
- Honda CG 150 Cargo ESD 2013
- Honda CG 150 Titan EX 2010–2013
- Honda CG 150 Titan Mix ESD 2009–2013
- Honda CG 150 Titan Mix KS 2009–2011
E mais 229 versões na página de cada medida: Óleo 20W-50.
O que conferir antes de escolher este óleo do motor
Achar o produto é a parte fácil. O trabalho está em confirmar que ele bate com o que o manual da sua moto pede. Estes pontos ajudam a conferir especificação, quantidade e uso antes de fechar a compra, sem depender de palpite.
- O manual da moto vem primeiro. O manual diz qual especificação o fabricante da moto exige, e qualquer produto que você escolha precisa atender a ela. Recomendação de amigo, de vídeo ou de vendedor vale como ideia, não como regra. Se você não tem o manual impresso, muitas montadoras deixam a versão digital no site, e a concessionária também informa o que a moto pede.
- Catálogo de aplicação do fabricante. Muitos fabricantes de lubrificantes e fluidos mantêm um catálogo, impresso ou na internet, em que você busca pela moto e vê o produto indicado. É um bom jeito de confirmar a escolha, porque o fabricante já cruzou a exigência da montadora com a linha dele. Se o catálogo apontar outro produto da mesma marca, entenda o motivo antes de comprar.
- Quantas embalagens o serviço pede. O manual informa quanto o serviço leva, e a embalagem pode ter outro volume. Faça a conta antes de ir ao caixa para não ficar com produto faltando no meio do serviço nem ter que completar com outro. A sobra fechada pode ser guardada para completar o nível depois, desde que fique bem tampada e longe de sol e calor.
- A base: o que muda e o que não muda. Mineral, semissintético e sintético descrevem a origem e o refino da base do óleo. Bases sintéticas costumam resistir melhor ao calor e ao envelhecimento, mas a base sozinha não diz se o óleo serve na sua moto: quem diz são a viscosidade e as classificações. Se o manual não pede uma base específica, a escolha entre elas passa por custo e uso.
- A viscosidade 20W-50 e o manual. Este óleo tem viscosidade 20W-50. Confira se ela está entre as que o manual da sua moto aceita: muitos manuais trazem uma tabela com mais de uma viscosidade, ligada à temperatura do lugar onde você roda. O número antes do W fala do óleo frio, na partida; o outro, do óleo quente, trabalhando. Fora do que o manual permite, não use.
- Moto ainda na garantia. Moto dentro da garantia pede um cuidado a mais: as condições de cobertura estão no manual de garantia, e cada montadora tem as suas. Veja se a revisão precisa ser feita na concessionária e o que ela exige do produto. Se fizer o serviço por conta própria, guarde nota e registro para qualquer conversa futura com a montadora.
Como usar o Óleo Pro Honda 20W50
Na hora do uso, os erros mais comuns são de quantidade, de mistura e de pressa. Nada disso exige ferramenta especial, só atenção ao que dizem o manual da moto e o rótulo do produto, que às vezes trazem recomendações diferentes.
- Sem aditivo por conta própria. Não acrescente produtos “milagrosos” ao óleo do motor. A fórmula foi equilibrada pelo fabricante para atender às classificações, e um aditivo extra pode mexer justamente no atrito de que a embreagem precisa. Na maioria das motos de câmbio manual, a embreagem divide o óleo com o motor, então o risco não é só teórico.
- Anote o serviço. Anote a data, a quilometragem, o produto usado e a quantidade. Pode ser no manual, numa etiqueta perto do bocal ou num aplicativo. Esse registro ajuda a lembrar da próxima troca, serve de prova em caso de garantia e acaba com a dúvida na hora de completar o nível com o mesmo produto.
- Complete com o mesmo produto. Para completar o nível, use o mesmo produto que já está na moto. Misturar tipos diferentes pode alterar as características do conjunto, e no líquido de arrefecimento pode até formar resíduo. Em emergência, um produto com a mesma especificação resolve, mas anote o que foi colocado e converse com quem faz a manutenção sobre antecipar a troca.
- Observe a moto nos primeiros dias. Rode os primeiros dias atento ao comportamento da moto. O óleo certo não deve deixar a embreagem nem o câmbio piores do que antes. Se a embreagem começar a escorregar ou o nível cair rápido, confira com a embalagem em mãos o que foi usado, a quantidade e a especificação. Na dúvida, procure a oficina antes de rodar mais.
- Confira a embalagem antes de abrir. Antes de romper o lacre, confira se o produto é exatamente o que você escolheu: nome, especificação, viscosidade ou concentração. Embalagens parecidas da mesma marca confundem no balcão e na oficina. Veja também se o lacre está inteiro e se o frasco não está amassado ou vazando. Depois de aberto, fica bem mais difícil trocar.
Cuidados depois da compra
Lubrificantes e fluidos não duram para sempre, nem fechados na prateleira nem trabalhando na moto. Estes cuidados ajudam a guardar o que sobrou, a perceber quando o produto já passou do ponto e a ter em mãos o que é preciso em caso de garantia.
- Quando o produto guardado não serve mais. Antes de usar uma sobra antiga, olhe o óleo contra a luz. Se estiver turvo, com borra no fundo, separado ou com cheiro diferente do normal, descarte. E óleo drenado da moto não volta para ela nem vai para outro uso na manutenção: depois de trabalhar, ele carrega sujeira e já não protege como um óleo novo.
- Em pé, fechado e à sombra. O melhor lugar para guardar a sobra é uma prateleira na sombra, com a embalagem em pé e a tampa bem apertada. Sol, calor e variação grande de temperatura degradam o produto aos poucos. Garagem fechada que vira estufa no verão não é ideal; um armário em área coberta e ventilada costuma funcionar melhor.
- Nota fiscal e garantia. Se aparecer algum problema que você ligue ao produto, a nota fiscal e a embalagem com o lote são o ponto de partida para falar com a loja e com o fabricante. Sem elas, fica difícil provar a origem. Por isso, mantenha a nota junto ao manual da moto e não jogue fora o frasco antes de terminar de usá-lo.
- Moto parada também envelhece o óleo. O óleo dentro do motor envelhece mesmo quando a moto roda pouco. Por isso, muitos manuais trazem prazo de troca por tempo, além da quilometragem, e vale o que vencer primeiro. Se a moto vai ficar parada por muito tempo, veja no manual os cuidados de armazenamento, que costumam incluir o óleo do motor.
- Longe de crianças e animais. Óleos e fluidos fazem mal se ingeridos e irritam pele e olhos. O líquido de arrefecimento merece atenção dobrada, porque muitos têm sabor adocicado, que atrai crianças e animais. Guarde tudo no alto ou em armário fechado, sempre na embalagem original, e nunca reaproveite garrafa de bebida para guardar sobra. Use luvas no manuseio.
Onde e como comprar este produto original
Produto falsificado pode até ter a cor certa, mas não entrega a especificação da embalagem, e o prejuízo aparece no motor ou no sistema, às vezes bem depois. Por isso, vale gastar alguns minutos para conferir.
Olhe o preço com senso crítico: muito abaixo da média das lojas conhecidas é o primeiro alerta. Compre de quem emite nota fiscal e tem endereço e atendimento, seja loja física, concessionária ou loja oficial em marketplace. No balcão, peça para ver a embalagem fechada e confira lacre, impressão, lote e data. Compare tudo com as fotos e informações do site do fabricante.
Na oficina, peça para ver o frasco antes de ele ser aberto e, se quiser, leve o seu. E, se algo estranho aparecer depois do serviço, a nota e a embalagem guardadas são o que permite reclamar com a loja e com o fabricante.
Este óleo do motor ou um parecido de outra marca?
Compare primeiro o que se pode medir. Dois produtos só são parecidos de verdade se tiverem o mesmo uso indicado e atenderem às mesmas especificações: mesma viscosidade e mesmas classificações nos óleos, mesmo tipo e mesma forma de uso no líquido de arrefecimento. Se um deles não atende ao que o manual da sua moto pede, a comparação acaba ali.
Entre os que atendem, olhe as diferenças que fazem sentido para você: a base, as aprovações de montadoras que alguns fabricantes informam, o volume da embalagem e o custo por litro, não só o preço do frasco. Pese também a facilidade de achar o mesmo produto de novo para completar o nível ou para a próxima troca.
Desconfie de comparação feita só com adjetivos. Sem siglas, números e ficha técnica, não há como saber se dois produtos são equivalentes.
Produtos parecidos de outras marcas no site:
- Motul 7100 20W-50 4T20W-50
- Motul 5000+ 20W-50 4T20W-50
- Motul 3000+ 20W-50 4T20W-50
- Liqui Moly Motorbike 4T 20W50 Street20W-50
- Liqui Moly Motorbike HD Synth 20W50 Street20W-50
- Castrol Actevo Essential 20W-5020W-50
- ELF Moto 4 Cruise 20W5020W-50
- Mobil Super Moto 20W-50 Mineral20W-50
- Yamalube Mineral SAE 20W50 API SL JASO MA220W-50
- Bardahl Maxtec Moto M 20W5020W-50
A marca Pro Honda
Pro Honda (Japão; linha oficial de óleos e fluidos da Honda Motor Co., Ltd.). No Brasil os óleos de motor são o 10W30 semissintético (API SL, JASO MA), o 10W30 Scooter (API SL, JASO MB), o 20W50 mineral (API SL) e o 10W30 Full Synthetic, indicado para motores multicilindros. A linha de fluidos tem óleo SAE 90 para corrente, kit de limpeza e lubrificação de corrente, graxa, líquido de arrefecimento pronto para uso, fluido de freio DOT4 e fluido de suspensão SAE 10W. A história e as linhas estão na página da Pro Honda.
Outros produtos da Pro Honda na mesma categoria:
- Óleo Pro Honda 10W3010W-30
- Óleo Pro Honda 10W30 Full Synthetic10W-30
- Óleo Pro Honda 10W30 Scooter10W-30
Para continuar
No site, veja também: guia de óleo do motor; óleo 20W-50: todas as motos; todos os produtos da Pro Honda.
Perguntas frequentes
Em quais motos o Óleo Pro Honda 20W50 serve?
Pela medida, em 269 versões do catálogo, como Honda Biz 100 ES, Honda Biz 100 KS e Honda C 100 Biz+. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.
O que significa 20W-50?
O 20W-50 indica a viscosidade, isto é, quanto o óleo resiste a escorrer, frio e quente. A primeira parte, com o W, fala da partida a frio; a segunda, do motor aquecido. A viscosidade certa é a que o manual da sua moto indica, e é por ela que você começa a escolher.
Como sei se este óleo do motor é compatível com a minha moto?
Compare a ficha deste produto com o manual da sua moto: tipo de produto, especificações e quantidade. Se tudo bate, ele serve. O catálogo de aplicação do fabricante, quando existe, ajuda a confirmar. Se faltar alguma informação na ficha, peça a ficha técnica ao vendedor antes de comprar.
Óleo sintético é obrigatório?
Não necessariamente. O que o manual exige é viscosidade e classificações, como API e JASO. Se ele não pede uma base específica, você pode escolher entre mineral, semissintético e sintético pelo seu uso e pelo custo. O sintético não dispensa a troca no prazo do manual.
O que faço com a sobra da embalagem?
Pode. Tampe bem, guarde em pé, na embalagem original, num lugar fresco e na sombra, e use a sobra para completar o nível. Anote no frasco a data em que foi aberto. Se o produto mudar de aspecto ou ficar aberto por muito tempo, não use numa troca completa.
O que faço com a embalagem vazia e o produto usado?
Junte o produto drenado num recipiente fechado e leve, com as embalagens vazias, a um ponto de coleta. Muitas lojas, oficinas e postos recebem esse material. Nunca jogue no ralo, no esgoto, na terra ou no lixo comum, porque contamina água e solo.
Vale a pena pagar mais caro?
Depende do que você ganha com a diferença. Se o produto mais caro atende a uma especificação que o manual pede ou combina melhor com o seu uso, pode valer. Se os dois atendem igualmente, a escolha é de custo. Mais importante que o preço é ter certeza de que o produto é verdadeiro.
Só o produto original da concessionária serve?
Em geral, o que o manual exige é uma especificação, e qualquer marca que atenda a ela pode ser usada. A exceção está nas regras de garantia de algumas montadoras, que podem exigir revisões na rede autorizada. Leia o manual de garantia e guarde a nota do produto usado.