Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos)
Kit relação com corrente O'Ring (com retentor) da Riffel, linha Kit Top.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão)
428
- Fabricante
- Riffel
- Linha
- Kit Top
- Medidas
- 428, 428 41/14
- Linha
- Kit Top
- Coroa
- 41 dentes, aço 1045
- Pinhão
- 14 dentes
Dados do fabricante (riffel.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos)
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos). R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaSobre o Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos)
Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos) é um kit relação com corrente O'Ring (com retentor) da Riffel. Kit de transmissão Riffel Top (coroa, pinhão e corrente com retentor O'Ring) para Yamaha Factor 150 DX 2025-2026, Yamaha Fazer 150 2014-2024. Coroa e pinhão em aço 1045 usinados em CNC; segundo a Riffel, rende até 40% mais que um kit em aço 1045 com corrente sem retentor. Certificado pelo INMETRO.
Pelo que o fabricante informa, os pontos principais da ficha são linha: Kit Top; coroa: 41 dentes, aço 1045; pinhão: 14 dentes; corrente: 428HO x 126 elos, com retentor O'Ring; passo: 428.
A medida é a mesma indicada na ficha de 12 versões de moto do catálogo, de 4 modelos, como Yamaha Crosser 150, Yamaha Factor 150, Yamaha Fazer 150 e Yamaha Fazer FZ15. A lista completa está mais abaixo.
Os números da ficha e o que eles mudam na moto
Cada linha da ficha corresponde a algo que você sente pilotando. Na relação, os dentes da coroa e do pinhão definem se a moto fica mais esperta na saída ou mais folgada na estrada, e o número de elos define onde a roda vai ficar no esticador. O tipo de corrente, com ou sem retentor, muda a manutenção e a largura. Na embreagem, a espessura e a quantidade de discos precisam repetir a especificação da moto, ou o manete muda de ponto e a embreagem pode patinar ou arrastar.
Na transmissão CVT, uma correia com medida diferente altera a faixa de giro em que a scooter trabalha, e o peso dos roletes muda o giro em que ela acelera e cruza. Por isso, a regra para quem quer o comportamento de fábrica é repetir os números originais. A ficha mostra se o produto faz isso; o manual da moto e o catálogo do fabricante confirmam. Diferença em qualquer número precisa ter um motivo que você conheça.
| Linha | Kit Top |
|---|---|
| Coroa | 41 dentes, aço 1045 |
| Pinhão | 14 dentes |
| Corrente | 428HO x 126 elos, com retentor O'Ring |
| Passo | 428 |
| Retentor | Sim (O'Ring) |
| Certificação | INMETRO |
Em quais motos serve
Estas são as motos do catálogo cuja ficha pede a mesma medida deste produto. Cada link leva à página da peça naquela moto e naqueles anos, onde dá para conferir a medida original antes de comprar.
- Yamaha XTZ 150 Crosser Z Wolverine 2027
- Yamaha XTZ 150 Crosser S 2018–2026
- Yamaha XTZ 150 Crosser Z 2018–2026
- Yamaha XTZ 150 Crosser E 2014–2017
- Yamaha XTZ 150 Crosser ED 2014–2017
- Yamaha Factor 150 2025–2026
- Yamaha Factor 150 DX 2025–2026
- Yamaha YS 150 Fazer SED 2014–2025
- Yamaha YS 150 Fazer ED 2014–2015
- Yamaha Fazer FZ15 Connected 2025–2027
- Yamaha Fazer FZ15 Connected Deadpool 2027
- Yamaha Fazer FZ15 ABS 2023–2024
Antes de comprar: o que confirmar neste produto
Antes de levar, passe por estes pontos. Nenhum depende de preferência por marca: todos se resolvem com o manual da moto, a embalagem, o catálogo do fabricante e uma conversa honesta sobre como você usa a moto no dia a dia.
- Linha comum, reforçada ou de competição. O mesmo fabricante pode vender duas ou três versões para a mesma aplicação. Entender em qual linha está o produto evita comparar coisas diferentes: uma peça de competição não é feita para o mesmo uso que uma de reposição. Para uso diário, a linha que repete a especificação original costuma ser o ponto de partida.
- Compare com a peça que está na moto. Se possível, leve a peça velha ou fotos dela com as gravações à mostra. Dentes gravados na coroa e no pinhão, código na correia, peso marcado nos roletes e quantidade de discos da embreagem confirmam o que a moto usa hoje. Moto usada pode ter recebido peça diferente da original, e a comparação mostra isso.
- A medida 428 bate com a sua moto?. Antes de comprar, compare 428 com o que a sua moto usa: passo da corrente, dentes da coroa e do pinhão e número de elos. Muitas motos usadas já tiveram a relação mudada, então confira também o que está montado. Diferença de relação é escolha, não detalhe: mude só se souber o que muda.
- Código do fabricante e peça original. Peça pelo código, não pela foto. O código do fabricante liga o produto a uma aplicação conferida e permite comparar com a peça original da moto. Se o vendedor não souber informar o código, ou se a embalagem não trouxer nenhum, a chance de levar algo que “quase serve” aumenta bastante.
- O uso que você faz da moto. Moto de entrega que roda o dia inteiro, moto de passeio com garupa e moto que vai para a terra pedem coisas diferentes da transmissão. Diga ao vendedor como você usa a moto. Com isso, ele consegue indicar se a linha comum resolve ou se vale olhar uma versão reforçada da mesma aplicação.
- Corrente com retentor: espaço e manutenção. A corrente deste produto tem retentor, anéis de vedação que guardam a graxa entre pinos e buchas. Ela é um pouco mais larga por fora, então confira se cabe na moto quando a original era comum. Também pede lubrificante e limpador compatíveis com borracha. Se você vai usar esses produtos, ela é uma opção coerente.
Da caixa até a moto: montagem e primeiros dias
Boa parte dos problemas que parecem defeito do produto nasce na montagem ou nos primeiros dias de uso. Estes cuidados valem para quem monta em casa e para quem leva à oficina e quer saber o que conferir na entrega.
- Leia a instrução do fabricante. Antes de montar, leia o que a marca escreveu. A instrução pode pedir um cuidado específico, como deixar discos no óleo, respeitar uma seta de sentido ou usar uma ferramenta própria na emenda. Seguir essas orientações também protege a garantia, que costuma exigir montagem conforme o fabricante.
- Montagem com a ferramenta certa. Peça de transmissão mexe com roda, motor ou caixa CVT e precisa de ferramenta certa: torquímetro, rebitador de corrente, extrator de pinhão, prendedor de polia. Se você não tem esses itens, a oficina é o caminho. Peça para a nota do serviço citar o produto montado; isso ajuda se for preciso acionar a garantia.
- Anote a data e a quilometragem. Registre o dia da troca, a quilometragem e o código do produto, no manual de revisões, no celular ou na própria nota. Com isso, você sabe quanto o produto durou, compara com a próxima marca que usar e tem as informações prontas se precisar da garantia. É um hábito simples que pouca gente tem.
- Primeiros dias de uso. Peça nova de transmissão passa por um período de acomodação. Evite arrancadas fortes e carga máxima logo de saída, e repare se aparecem barulho, vibração ou patinação. O que é acomodação some em pouco tempo; o que continua precisa ser examinado, de preferência por quem fez a montagem.
- Folga nova logo no começo. Depois da montagem, a corrente e os dentes novos se acomodam, e a folga costuma aumentar um pouco nos primeiros dias. Isso não é defeito do produto. Confira a folga cedo e regule pelo valor do manual. Se a corrente continuar esticando depressa depois dessa primeira acomodação, aí sim vale investigar montagem e alinhamento.
Como fazer este produto durar
Conservar a transmissão é rotina, não serviço grande. Os pontos abaixo valem para a peça guardada esperando a montagem e para a peça que já está trabalhando na moto todos os dias.
- Moto parada por muito tempo. Se a moto vai ficar parada, limpe e lubrifique a corrente antes, para ela não enferrujar no lugar. Embreagem banhada pode ter os discos colados depois de muito tempo sem uso, e a correia CVT pode ficar marcada na posição. Ao voltar a rodar, confira tudo com calma antes de exigir da moto.
- Guarde na embalagem até a montagem. Produto guardado em caixa aberta, no chão da garagem, envelhece antes de rodar. Deixe na embalagem, fechada, em local seco e arejado. Além de proteger contra ferrugem, poeira e ressecamento, a caixa guarda as informações de código e aplicação que você vai precisar na montagem e numa eventual troca.
- Inclua o produto nas revisões. Não espere sintoma para olhar a transmissão. Nas revisões do manual, a oficina mede o que precisa ser medido e compara com os limites de fábrica. Esse acompanhamento mostra se o produto está durando o esperado para o seu uso e evita que uma peça no fim leve as vizinhas junto.
- Peça parada muito tempo na prateleira. Borracha envelhece mesmo sem uso. Correia CVT, retentores da corrente e borrachas de alguns pinhões ressecam com o tempo e com calor. Ao comprar, desconfie de embalagem desbotada ou amassada e, quando houver data de fabricação, prefira lote recente. Peça metálica com ponto de ferrugem também não deve ir para a moto.
- Meça o alongamento da corrente. Folga se regula; alongamento se mede. Muitos manuais trazem o comprimento máximo de um trecho da corrente, contado em número de pinos e medido com ela esticada. Comparar esse valor com o da corrente montada mostra quanto da vida do produto já foi usada, sem depender só da impressão visual ou do barulho.
Como não levar peça de transmissão falsificada
Na transmissão, produto falso não é só prejuízo: corrente que rompe ou embreagem que patina na hora errada são riscos reais para quem pilota. Por isso, vale gastar alguns minutos para conferir a origem. Pergunte à loja de qual distribuidor ela compra e, se tiver dúvida, consulte o site ou o atendimento da marca, que costuma indicar revendas autorizadas.
Com o produto na mão, compare a embalagem com as fotos oficiais, veja se o código e o lote estão legíveis e se o lacre não foi aberto. Gravações na peça devem ser limpas e no lugar de costume. Produto vendido sem caixa, com caixa de outra marca ou com peças misturadas sem explicação deve ser recusado. A nota fiscal com o código do produto fecha a compra com segurança.
Como comparar Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos) com outras marcas
Para comparar produtos de transmissão de marcas diferentes, comece pelo que precisa ser igual: aplicação, medidas e especificação original. Dois kits relação só são comparáveis se tiverem o mesmo passo, os mesmos dentes e o mesmo número de elos; duas correias, a mesma largura e o mesmo comprimento; dois jogos de roletes, o mesmo diâmetro, a mesma largura e o mesmo peso.
Com isso igual, compare o que muda: tipo de corrente, linha comum ou reforçada, material da coroa, conteúdo do kit de embreagem, prazo de garantia e facilidade de achar o produto quando precisar de novo. Dados como carga de ruptura ou durabilidade estimada só servem para comparar se as duas marcas informam do mesmo jeito. Na falta disso, a experiência de oficinas que montam as duas marcas na mesma moto ajuda mais que a propaganda.
Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:
- Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 35/15, 108 elos)428, 428 35/15
- Vaz Kit de Transmissão Biz 100 (428H, 34/14, 108 elos)428, 428 34/14
- Vaz Kit de Transmissão Biz 110i (428H, 33/14, 106 elos)428, 428 33/14
- Vaz Kit de Transmissão Biz 125 (428H, 34/14, 106 elos)428, 428 34/14
A marca Riffel
Riffel (Brasil; marca brasileira com mais de 20 anos de trajetória, segundo o site oficial (ano e cidade de fundação não informados)). Fabrica os kits Top (corrente com retentor O'Ring) e Titanium (corrente reforçada), ambos com coroa e pinhão em aço 1045 usinados em CNC e certificados pelo INMETRO. A Linha Carbon atende motos de alta cilindrada com semi kit (coroa e pinhão) e corrente com retentor Stella Ring. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Riffel.
Presença no Brasil: Fabricante brasileira de peças de reposição para motos, com certificação ISO 9001 e selo Marca Brasileira; vende por revendedores em todo o país e está presente na América Latina por distribuidores (site riffellatina.com).
Mais kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Riffel:
- Riffel Kit Titanium XTZ 150 Crosser (428H, 41/14, 122 elos)428, 428 41/14
- Riffel Kit Top CG 125i Fan/Cargo (428HO O'Ring, 43/14, 118 elos)428, 428 43/14
- Riffel Kit Titanium Speed 150 (428H, 39/15, 116 elos)428, 428 39/15
- Riffel Kit Titanium DK 150 (428H, 44/14, 120 elos)428, 428 44/14
- Riffel Kit Titanium Factor 150 DX / Fazer 150 (428H, 41/14, 126 elos)428, 428 41/14
- Riffel Kit Titanium CB Twister 250 (520H, 40/13, 110 elos)520, 520 40/13
- Riffel Kit Titanium CB 300R (520H, 37/13, 110 elos)520, 520 37/13
- Riffel Kit Titanium YS 250 Fazer (428H, 45/15, 132 elos)428, 428 45/15
Todos os produtos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Riffel
Para continuar
No site, veja também: guia de kit relação (corrente, coroa e pinhão); relação 428 com coroa 41 e pinhão 14: todas as motos; todos os produtos da Riffel.
Perguntas frequentes
Em quais motos o Riffel Kit Top Factor 150 DX / Fazer 150 (428HO O'Ring, 41/14, 126 elos) serve?
Pela medida, em 12 versões do catálogo, como Yamaha XTZ 150 Crosser Z Wolverine, Yamaha XTZ 150 Crosser S e Yamaha XTZ 150 Crosser Z. A lista completa está nesta página; confira sempre a medida da sua moto no manual ou na peça instalada.
A loja troca produto que não encaixou na moto?
Em geral, sim, se o produto não foi montado nem danificado e está na embalagem original, com a nota. Nas compras pela internet, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo de arrependimento. Peça já instalada e removida pode perder o direito de troca, por isso confira antes de montar.
Por que a mesma marca tem vários modelos para a minha moto?
Cada linha atende um uso. A básica repete o original; a reforçada aguenta mais carga; a de competição prioriza desempenho, às vezes com menos durabilidade. Escolha pela forma como você usa a moto e confira na ficha o que separa uma linha da outra.
Preço muito baixo é sinal de problema?
Pode ser promoção legítima, estoque antigo, outra linha da marca ou produto falsificado. Compare o código e a aplicação com o anúncio, veja quem é o vendedor e se ele emite nota. Diferença muito grande em relação a várias lojas conhecidas raramente tem explicação boa.
Como sei se este produto é para a minha moto?
Confira a aplicação do fabricante com modelo, ano e versão da sua moto e compare as medidas da ficha com o manual ou com a peça montada. Se a moto não aparecer na lista ou algum número for diferente, não conte com a semelhança: pergunte antes de comprar.
Como identificar uma peça de transmissão pirata?
Os sinais mais comuns são preço bem abaixo do normal, caixa com impressão ruim ou sem código e lote, peça sem gravação ou com gravação malfeita e vendedor que não emite nota. Na dúvida, consulte o site ou o atendimento da marca, que costuma indicar revendas autorizadas.
Qual a durabilidade esperada deste produto?
Varia muito de moto para moto. Uso intenso, terra, garupa e manutenção atrasada encurtam a vida de qualquer produto de transmissão. Anote a quilometragem da montagem e acompanhe nas revisões: com isso, você conhece a duração real no seu uso.
Que lubrificante uso nesta corrente?
Não serve qualquer um. A borracha dos retentores pede produto compatível, informado na embalagem do lubrificante. Aplique com a corrente limpa, no lado de dentro, e retire o excesso. Limpadores agressivos e escova de aço encurtam a vida dos anéis e, com eles, da corrente.