Scud Amortecedor Burgman Carburado Pro Link
Amortecedor traseiro monoamortecedor (Pro-Link) da Scud, linha Amortecedor.
Amortecedor traseiro
Scud
- Fabricante
- Scud
- Linha
- Amortecedor
- Descrição no catálogo
- BURGMAN CARB PRO LINK
- Tipo
- Monoamortecedor (Pro Link)
Dados do fabricante (scudparts.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.
Lojas que vendem o Scud Amortecedor Burgman Carburado Pro Link
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Anunciar nesta páginaSobre o Scud Amortecedor Burgman Carburado Pro Link
Scud Amortecedor Burgman Carburado Pro Link é um amortecedor traseiro monoamortecedor (Pro-Link) da Scud. Monoamortecedor traseiro Scud de reposição para suspensão do tipo Pro-Link, listado no catálogo oficial como "BURGMAN CARB PRO LINK". O site não publica ficha técnica.
Pelo que o fabricante informa, os pontos principais da ficha são descrição no catálogo: BURGMAN CARB PRO LINK; tipo: Monoamortecedor (Pro Link).
O que cada dado da ficha quer dizer
A ficha de um produto de suspensão diz onde ele encaixa e como ele trabalha. No amortecedor, os dados principais são o comprimento entre os olhais, o curso, o tipo de fixação, a mola e as regulagens disponíveis, além de informar se há gás e reservatório. Na bengala, o diâmetro do tubo e o comprimento; na mola de bengala, o comprimento livre, o diâmetro e se ela é linear ou progressiva.
No retentor de bengala, a medida vem em três números: diâmetro interno, diâmetro externo e altura, em milímetros. Balança, bucha de balança e link de suspensão costumam ser vendidos pela aplicação, e a ficha mostra o que vem junto: rolamentos de agulha ou buchas, retentores, espaçadores e eixo. Quando há lista de motos, ela vale mais que qualquer número isolado. Quando não há, cada medida precisa bater com o manual ou com a peça que está na moto.
| Descrição no catálogo | BURGMAN CARB PRO LINK |
|---|---|
| Tipo | Monoamortecedor (Pro Link) |
Em quais motos serve
Aplicação declarada pela Scud para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.
- Suzuki Burgman 125 (carburada)
O que confirmar antes de comprar este produto
Suspensão é peça de segurança, e o visual parecido engana. Antes de comprar, confira a aplicação, as medidas, o conteúdo da embalagem e o uso que você faz da moto. Estes são os pontos que um bom balconista olha antes de entregar a peça.
- Reposição comum ou versão regulável. Para a mesma moto, uma marca pode ter a linha de reposição, que repete o original, e versões com regulagens ou calibração esportiva. Regulagem é útil para quem sabe usar e muda a carga com frequência; para quem só quer a moto como era, a reposição costuma bastar. Veja em qual linha o produto está antes de comparar preço.
- Código do fabricante e peça original. Peça pelo código, não pela foto. Amortecedores, molas e retentores de motos diferentes podem ser quase idênticos a olho e ter medida ou calibração distinta. O código do fabricante liga o produto a uma aplicação conferida. Sem código na embalagem e sem nota que o cite, a compra fica no escuro.
- Quem vai instalar. Alguns produtos de suspensão pedem ferramenta e conhecimento específicos: compressor de mola, instalador de retentor, extrator de rolamento, prensa. Antes de comprar, saiba quem vai montar. Uma oficina especializada em suspensão também confere o conjunto e orienta a regulagem inicial, o que ajuda a tirar do produto o que ele tem de bom.
- Para que peso o amortecedor foi calibrado. O amortecedor de reposição costuma sair calibrado para o uso médio da moto. A ficha nem sempre diz o peso de referência, mas algumas marcas oferecem molas de carga diferente ou versões para garupa e carga. Se o seu uso foge muito do comum, pergunte antes: um amortecedor bom com a calibração errada não agrada.
- O que vem na embalagem. Produtos com nome parecido podem ter conteúdo bem diferente. Confira item por item: buchas, espaçadores, parafusos, guarda-pó, anéis de trava, rolamentos. Saber isso antes de desmontar a moto evita parar o serviço no meio por falta de uma peça pequena, que custa pouco e faz muita falta.
- Compare com a peça que está na moto. Se possível, leve a peça antiga ou fotos com as medidas à loja. Comparar o produto novo com o que está na moto mostra diferenças de fixação, comprimento e encaixe que a ficha nem sempre detalha. Se algo for diferente, entenda o motivo antes de montar: pode ser outra versão ou uma adaptação antiga.
Instalação, regulagem e primeiros dias
Instalar um produto de suspensão é encaixar, apertar, lubrificar e ajustar. Os pontos abaixo ajudam a tirar dele o comportamento e a durabilidade que o fabricante projetou para a sua moto.
- Torque e aperto final. O produto novo só trabalha bem com aperto certo. Siga os torques do manual, use torquímetro e respeite a orientação de apertar com a moto no chão quando o fabricante pedir. Na frente, os parafusos da mesa e do eixo também têm sequência e torque, e erro ali pode deixar a bengala presa.
- Guarde a peça velha e registre a troca. Não descarte logo o que saiu da moto. Ele serve de referência para a loja e a oficina se o produto novo apresentar algum problema. Escreva na nota ou no caderno da moto quando o produto foi montado e com quantos quilômetros. Esse histórico vale na próxima compra e numa eventual garantia.
- Confira a caixa antes de desmontar. Antes de soltar qualquer parafuso, abra a embalagem e confira código, aplicação, medidas e conteúdo. Compare com a peça montada sempre que der. Descobrir no meio do serviço que falta uma bucha ou que o comprimento não bate deixa a moto parada e, às vezes, impede a devolução de um produto que já tem sinal de montagem.
- Graxa e óleo de montagem. Peça de suspensão nova não deve entrar seca. Engraxe rolamentos e buchas, lubrifique o lábio dos retentores e passe graxa nos eixos e parafusos de articulação quando o manual indicar. Use os produtos certos: graxa errada pode atacar a borracha, e excesso pode atrair sujeira para as vedações.
- Primeiros dias: observe e reconfira. Nos primeiros dias, preste atenção a ruídos, vazamentos e mudanças de comportamento. Buchas e retentores novos assentam, e parafusos podem precisar de nova conferência de torque. Se aparecer óleo, estalo ou folga, volte à oficina logo: problema de montagem descoberto cedo raramente chega a estragar o produto.
Guardar, conservar e saber quando trocar
Suspensão bem escolhida ainda depende de como é guardada e mantida. Estes são os cuidados que mais pesam na durabilidade, e o que observar para decidir quando o produto chegou ao fim da vida útil.
- Cada linha no uso para o qual foi feita. Cada linha é pensada para um uso. Produto de reposição levado para trilha pesada, pista ou carga constante acima do limite trabalha fora do projeto e dura menos; produto de competição usado no dia a dia pode pedir manutenção mais frequente. Use o produto no uso para o qual ele foi feito, ou escolha outra linha.
- Guarde do jeito certo até a montagem. Se comprou antes de precisar, mantenha o produto na embalagem original, em local seco e longe de sol, calor e produtos químicos. Haste e tubo cromados enferrujam com umidade; retentores e buchas ressecam com calor. Siga também a orientação da marca sobre posição de guarda, quando houver, e não deixe peso sobre a caixa.
- Inclua a suspensão nas revisões. Suspensão perde eficiência aos poucos, e o piloto se acostuma. Por isso, a revisão periódica vale mais que a impressão do dia a dia. A oficina compara folgas, nível de óleo e estado das vedações com o manual e diz se o produto ainda está dentro do esperado para o seu uso.
- Revisão e recondicionamento do amortecedor. Alguns amortecedores aceitam revisão com troca de óleo, vedações e recarga de gás; outros são selados. Veja na ficha ou no site da marca qual é o caso deste produto e quem pode fazer o serviço. Revisão feita na assistência indicada pela marca mantém o produto dentro do projeto e, em muitos casos, preserva a garantia.
- Moto parada por muito tempo. Tempo sem rodar não preserva a suspensão. Retentores parados na mesma posição podem endurecer e vazar quando a moto volta a rodar, e o óleo da bengala envelhece. Antes de guardar, limpe bem; ao tirar a moto da garagem, observe a frente e a traseira nos primeiros dias e procure manchas de óleo.
Como não levar peça de suspensão falsificada
Suspensão segura a roda no chão, e produto falso pode parecer bom parado e falhar justamente na frenagem ou na curva. Por isso, vale gastar alguns minutos para conferir a origem. Pergunte à loja de qual distribuidor ela compra e, se tiver dúvida, consulte o site ou o atendimento da marca, que costuma indicar revendas e assistências autorizadas.
Na mão, compare a embalagem com as fotos oficiais, veja se código e lote estão legíveis e se o lacre não foi aberto. Produto vendido sem caixa, em embalagem genérica ou com etiqueta colada por cima deve ser recusado. Amortecedor com marcas de desmontagem, como riscos nas roscas ou na tampa, também. A nota fiscal com o código do produto fecha a compra com segurança e é o que você vai apresentar se precisar da garantia.
Comparando com produtos parecidos de outras marcas
Para comparar produtos de suspensão de marcas diferentes, comece pelo que precisa ser igual: aplicação e medidas. Dois amortecedores só são comparáveis se tiverem o mesmo comprimento entre os olhais, a mesma fixação e curso parecido; duas molas, o mesmo diâmetro e comprimento compatível; dois retentores, os mesmos três números.
Com isso igual, compare o que muda: regulagens disponíveis, presença de gás e reservatório, tipo de mola, conteúdo do kit, possibilidade de revisão, prazo de garantia e facilidade de achar o produto de novo. A calibração interna quase nunca aparece em número, então a ficha não basta para dizer qual amortece melhor. Nessa parte, a experiência de oficinas que montam as duas marcas na mesma moto ajuda mais que a propaganda.
Outras marcas com produto equivalente:
- Cofap CR22641MAmortecedor traseiro convencional (bichoque)
- Cofap CR22533MAmortecedor traseiro convencional (bichoque)
- Öhlins TTX Flow MXAmortecedor traseiro off-road (motocross/enduro)
A marca Scud
Scud (Brasil). A empresa diz que seus compromissos são qualidade e inovação e que o diferencial está no processo de fabricação e teste, feito para igualar as peças originais em desempenho e encaixe. O site apresenta os itens por família, com fotos e legendas de aplicação, sem fichas técnicas. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Scud.
Na mesma categoria, a Scud também tem:
- Scud Amortecedor Lander 250 Pro LinkAmortecedor traseiro monoamortecedor (Pro-Link)
- Scud Amortecedor Yes 125 Cromado (par)Amortecedor traseiro convencional (par)
- Scud Amortecedor Pop 110 Cromado (par)Amortecedor traseiro convencional (par)
- Scud Amortecedor Twister até 2008 Pro LinkAmortecedor traseiro monoamortecedor (Pro-Link)
- Scud Amortecedor Crypton 115 (par)Amortecedor traseiro convencional (par)
- Scud Amortecedor Fazer 150 Vermelho (par)Amortecedor traseiro convencional (par)
- Scud Amortecedor Fazer 250 2007/10 Pro LinkAmortecedor traseiro monoamortecedor (Pro-Link)
- Scud Amortecedor Fan 125 2009/14 Cromado (par)Amortecedor traseiro convencional (par)
Todos os produtos de amortecedor traseiro da Scud
Para continuar
Outras páginas que ajudam: guia de amortecedor traseiro; todos os produtos da Scud.
Perguntas frequentes
Qual a durabilidade esperada deste produto?
Não há prazo fixo. A duração depende do piso, do peso transportado, da garupa, da limpeza e da manutenção, como troca de óleo da bengala e graxa nas articulações. O mesmo produto dura muito mais numa moto bem cuidada. Os sinais de desgaste e as revisões indicam a troca.
Preciso de oficina para montar este produto?
Depende do produto e da sua experiência. Retentor e mola de bengala pedem desmontar a suspensão dianteira; buchas e rolamentos costumam ser prensados; amortecedor com mola não se desmonta sem compressor. Sem ferramenta e prática, a oficina é a escolha segura, e o comprovante ajuda na garantia.
Por que a mesma marca tem vários modelos para a minha moto?
As linhas costumam separar reposição, versões reguláveis e versões de desempenho ou de terra. Mudam regulagens, gás, reservatório, tipo de mola, material e preço. A linha que repete o original atende a maioria; as outras fazem sentido para usos específicos. A descrição da marca explica cada uma.
Como identificar uma peça de suspensão pirata?
Os sinais mais comuns são preço bem abaixo do normal, caixa genérica ou sem código e lote, peça sem identificação da marca e vendedor que não emite nota. Na dúvida, consulte o site ou o atendimento do fabricante, que costuma indicar revendas autorizadas.
O que a garantia deste produto cobre?
A garantia cobre defeito de fabricação, não o desgaste normal. Batida, tubo ou haste riscados, excesso de carga, uso em competição, montagem errada e produto aberto fora da assistência indicada costumam ficar de fora. Prazo e condições estão na embalagem ou no site da marca.
O que mais devo trocar junto com este produto?
Quase sempre vale revisar o que trabalha junto. Com amortecedor novo, confira buchas e articulação; com retentor novo, o guarda-pó, o óleo e o estado do tubo; com bucha de balança, retentores e espaçadores. Peça nova ao lado de peça gasta dura menos e pode parecer defeito.
Qual regulagem usar no amortecedor novo?
Ele sai de fábrica numa posição padrão, pensada para um uso médio, que nem sempre é a sua. Confira a instrução do produto, volte ao padrão indicado e ajuste a pré-carga ao seu peso e à garupa. Nas outras regulagens, mude aos poucos, uma de cada vez, anotando as posições.