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Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor

Kit relação (coroa, pinhão e corrente) da Scud, linha Kit transmissão UO.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão)

428 45/15

Fabricante
Scud
Linha
Kit transmissão UO
Descrição no catálogo
KIT TRANSM, FAZER250 - 45D/15D/428UOX132L CHH-UO C/RET,
Coroa
45 dentes
Pinhão
15 dentes

Dados do fabricante (scudparts.com.br). Confira sempre o manual da sua moto e a embalagem.

Lojas que vendem o Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura o Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Sobre o Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor

Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor é um kit relação (coroa, pinhão e corrente) da Scud, da linha Kit transmissão UO. Kit de transmissão Scud (coroa, pinhão e corrente) de reposição, listado no catálogo oficial como "KIT TRANSM, FAZER250 - 45D/15D/428UOX132L CHH-UO C/RET": coroa de 45 dentes, pinhão de 15 dentes e corrente 428 com 132 elos, com retentor.

Na ficha técnica que a Scud publica, aparecem descrição no catálogo: KIT TRANSM, FAZER250 - 45D/15D/428UOX132L CHH-UO C/RET,; coroa: 45 dentes; pinhão: 15 dentes; corrente: 428UO com 132 elos; retentor: com retentor (O-ring).

No catálogo da marca, a aplicação inclui Yamaha Fazer 250.

Os números da ficha e o que eles mudam na moto

Cada linha da ficha corresponde a algo que você sente pilotando. Na relação, os dentes da coroa e do pinhão definem se a moto fica mais esperta na saída ou mais folgada na estrada, e o número de elos define onde a roda vai ficar no esticador. O tipo de corrente, com ou sem retentor, muda a manutenção e a largura. Na embreagem, a espessura e a quantidade de discos precisam repetir a especificação da moto, ou o manete muda de ponto e a embreagem pode patinar ou arrastar.

Na transmissão CVT, uma correia com medida diferente altera a faixa de giro em que a scooter trabalha, e o peso dos roletes muda o giro em que ela acelera e cruza. Por isso, a regra para quem quer o comportamento de fábrica é repetir os números originais. A ficha mostra se o produto faz isso; o manual da moto e o catálogo do fabricante confirmam. Diferença em qualquer número precisa ter um motivo que você conheça.

Descrição no catálogoKIT TRANSM, FAZER250 - 45D/15D/428UOX132L CHH-UO C/RET,
Coroa45 dentes
Pinhão15 dentes
Corrente428UO com 132 elos
Retentorcom retentor (O-ring)
Corrente (marca no catálogo)CHH

Em quais motos serve

Aplicação declarada pela Scud para este produto, como aparece no catálogo da marca. Confira o ano e a versão da sua moto, porque a mesma família às vezes muda de peça de um ano para outro.

  • Yamaha YS 250 Fazer

Veja a ficha e as peças de cada modelo citado: Yamaha Fazer 250.

Como saber se Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor é o certo para a sua moto

Achar o produto pelo nome é só o começo. Para ter certeza de que ele serve, confira a aplicação, as medidas, o conteúdo da embalagem e o uso que você faz da moto. Estes são os pontos que um bom balconista olha antes de fechar a venda.

  • Corrente com retentor: espaço e manutenção. Por ter O-ring ou X-ring, esta corrente traz lubrificação interna de fábrica e tende a esticar menos quando bem cuidada. Em troca, ocupa mais espaço lateral e não aceita solvente agressivo. Antes de comprar, veja se a moto já usava corrente com retentor ou se há folga até o protetor, a balança e a tampa do pinhão.
  • O que vem dentro da embalagem. Leia na ficha ou na caixa o que acompanha o produto. Kit relação pode vir com ou sem emenda extra; kit de embreagem pode trazer só os discos de fricção ou também separadores, molas e junta; jogo de roletes pode vir com ou sem guias. Saber disso antes evita parar a montagem por falta de uma peça.
  • Código do fabricante e peça original. Peça pelo código, não pela foto. O código do fabricante liga o produto a uma aplicação conferida e permite comparar com a peça original da moto. Se o vendedor não souber informar o código, ou se a embalagem não trouxer nenhum, a chance de levar algo que “quase serve” aumenta bastante.
  • A sua moto na lista de aplicação. O fabricante lista as motos em que este produto serve. Procure a sua com modelo, ano e versão, e não só com o nome. Mudanças de geração trocam roda, motor ou transmissão, e a peça de uma versão pode não servir na outra. Se a sua moto não aparece na lista, não conte com a semelhança.
  • Compare com a peça que está na moto. Se possível, leve a peça velha ou fotos dela com as gravações à mostra. Dentes gravados na coroa e no pinhão, código na correia, peso marcado nos roletes e quantidade de discos da embreagem confirmam o que a moto usa hoje. Moto usada pode ter recebido peça diferente da original, e a comparação mostra isso.
  • Garantia e condições de montagem. Pergunte o prazo de garantia e o que ela exige. Muitos fabricantes pedem nota fiscal e montagem correta, às vezes comprovada por oficina, e não cobrem desgaste normal nem dano por montagem errada ou falta de manutenção. Saber as regras antes da compra evita discussão depois, caso o produto apresente algum problema.

Instalação e ajuste: o que muda com este produto

A peça certa ainda precisa ser montada do jeito certo. Antes de abrir a moto, leia a embalagem; depois de montar, observe os primeiros dias. O passo a passo completo da troca fica na página da peça; aqui, o foco é o produto que você comprou.

  • Guarde a peça velha por um tempo. A peça que saiu é prova e referência. Guarde por algumas semanas, até ter certeza de que o produto novo está bem. Ela mostra o desgaste que a moto produz, o que ajuda a perceber desalinhamento, regulagem errada ou óleo inadequado, e evita que o mesmo problema destrua a peça nova.
  • Confira a caixa antes de desmontar. Com a moto ainda inteira, compare o produto com a ficha e com a nota. Veja se o código é o comprado, se a aplicação cita a sua moto e se todos os itens listados estão na caixa. Produto testado na moto e depois desmontado pode perder o direito de troca por não servir.
  • Use a emenda que veio na caixa. A emenda que acompanha a corrente foi feita para ela, no mesmo passo e com o mesmo tipo de vedação. Não reaproveite emenda da corrente velha nem de outra marca. Se a embalagem trouxer emenda de rebite, ela precisa de rebitador; se trouxer presilha, a ponta fechada fica voltada para o sentido de giro.
  • Leia a instrução do fabricante. Muitos produtos de transmissão trazem folheto ou instrução impressa na caixa: sentido de montagem, emenda, torque, preparo dos discos ou amaciamento. Essas orientações valem mais que o costume da oficina, porque foram feitas para aquele produto. Se não houver nada na caixa, procure no site da marca pelo código.
  • Lubrificante de fábrica na corrente nova. A graxa que a corrente traz da caixa faz parte do produto. Lavar a corrente nova antes de montar tira essa proteção e, nas correntes com retentor, pode atacar os anéis. Monte como veio, salvo instrução contrária do fabricante, e passe a cuidar da lubrificação depois de rodar.

Conservação, garantia e hora da troca

Conservar a transmissão é rotina, não serviço grande. Os pontos abaixo valem para a peça guardada esperando a montagem e para a peça que já está trabalhando na moto todos os dias.

  • Moto parada por muito tempo. Tempo parado também desgasta. A corrente sem proteção enferruja e trava elos, os discos de embreagem podem grudar uns nos outros e a borracha da correia resseca. Antes de guardar a moto, proteja a transmissão; ao tirar da garagem, teste a embreagem e confira a corrente antes de sair.
  • Produtos compatíveis com os retentores. O que faz esta corrente durar são os anéis de vedação. Eles ressecam com solvente agressivo e se deslocam com jato forte. Escolha produtos que tragam na embalagem a indicação para O-ring ou X-ring, limpe com escova macia e lubrifique o lado de dentro, retirando o excesso.
  • Peça parada muito tempo na prateleira. Borracha envelhece mesmo sem uso. Correia CVT, retentores da corrente e borrachas de alguns pinhões ressecam com o tempo e com calor. Ao comprar, desconfie de embalagem desbotada ou amassada e, quando houver data de fabricação, prefira lote recente. Peça metálica com ponto de ferrugem também não deve ir para a moto.
  • Pilotagem que poupa a transmissão. Arrancadas fortes, trancos ao trocar marcha, embreagem segurando a moto parada em subida e acelerador aberto e fechado em sequência gastam qualquer produto de transmissão mais rápido. Pilotar com suavidade não é só conforto: é o que permite a uma peça boa entregar a durabilidade que ela tem condição de entregar.
  • Quando trocar: o estado manda. Não existe prazo fixo que sirva para toda moto e todo uso. Quem decide a troca é o estado da peça comparado aos limites do manual: alongamento da corrente, dentes gastos, espessura dos discos, largura da correia, roletes achatados. Troque antes do fim, porque na transmissão a peça que falha costuma levar outras junto.

Como não levar peça de transmissão falsificada

Desconfie primeiro do preço. Quando um kit relação, uma correia ou uma embreagem de marca aparece por bem menos do que custa nas lojas conhecidas, a explicação mais comum é produto falsificado, estoque irregular ou outra linha da marca vendida como se fosse a de cima. Compare em mais de um lugar antes de comprar.

Depois, confira o produto com o que a própria marca mostra. Muitos fabricantes publicam no site fotos das embalagens, o padrão das gravações e, às vezes, selos ou etiquetas de autenticidade. Veja se o código da caixa existe no catálogo e se a aplicação bate. Na peça, gravação nítida e acabamento uniforme são o mínimo. Por fim, exija nota fiscal com a descrição completa: ela é o que garante troca e garantia, e loja que se recusa a emitir não merece a compra.

Como comparar Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor com outras marcas

Compare pelo que você vai usar. Se a moto roda pouco e leve, a linha de reposição de uma marca séria, na especificação original, tende a cumprir o papel. Se roda muito, com carga ou em terra, faz sentido comparar as versões reforçadas, e aí a diferença entre marcas aparece mais.

Em todos os casos, olhe três coisas além do preço: se a ficha repete os números originais da moto, o que a garantia cobre e se a marca tem o produto disponível com facilidade na sua região, para a próxima troca. A opinião de quem monta as duas marcas no dia a dia, como mecânicos e balconistas, vale como referência, desde que venha acompanhada do uso em que cada uma foi testada. Nenhuma marca é a melhor para todo tipo de moto e de uso.

Para comparar, alguns produtos de outros fabricantes:

A marca Scud

Scud (Brasil). A Scud é uma marca brasileira de peças de reposição para motos, com cerca de 60 famílias de produtos no catálogo oficial, de amortecedores, pastilhas e kits de transmissão a rodas, faróis, peças de motor e componentes elétricos. A empresa diz que seus compromissos são qualidade e inovação e que o diferencial está no processo de fabricação e teste, feito para igualar as peças originais em desempenho e encaixe. Veja tudo o que ela vende para moto na página da Scud.

Como a marca está no Brasil: Marca brasileira de peças de reposição para motos (site scudparts.com.br); o site não informa ano de fundação, sede nem rede de distribuição.

Mais kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Scud:

Todos os produtos de kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Scud

Para continuar

No site, veja também: guia de kit relação (corrente, coroa e pinhão); todos os produtos da Scud.

Perguntas frequentes

Em quais motos o Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor serve?

O fabricante indica para Yamaha Fazer 250. Confira versão e ano na lista de aplicações acima.

Qual a diferença entre as linhas da mesma marca?

Cada linha atende um uso. A básica repete o original; a reforçada aguenta mais carga; a de competição prioriza desempenho, às vezes com menos durabilidade. Escolha pela forma como você usa a moto e confira na ficha o que separa uma linha da outra.

Que lubrificante uso nesta corrente?

Use lubrificante próprio para corrente de moto que indique compatibilidade com O-ring ou X-ring. Evite óleo queimado, graxa comum e solventes como gasolina e thinner, que ressecam os anéis. Para limpar, prefira produto indicado para corrente com retentor e escova macia.

A medida 428 45/15 é a da minha moto?

Este produto traz 428 45/15. Para saber se é o de fábrica, confira o manual ou o catálogo do fabricante da moto pelo modelo e pelo ano. Moto usada pode estar com relação trocada, então as peças montadas nem sempre são a referência original. O passo, pelo menos, precisa ser o mesmo da moto.

Comprei e não serviu. Posso trocar?

Em geral, sim, se o produto não foi montado nem danificado e está na embalagem original, com a nota. Nas compras pela internet, o Código de Defesa do Consumidor garante um prazo de arrependimento. Peça já instalada e removida pode perder o direito de troca, por isso confira antes de montar.

A garantia cobre desgaste?

Cobre defeito, como peça que quebra ou sai da medida sem causa de uso. Desgaste é esperado e não entra. Para acionar, você vai precisar da nota fiscal, de preferência da embalagem e, em muitos casos, de mostrar que a montagem e a manutenção seguiram o manual.

O que mais devo trocar junto com este produto?

Peça nova ao lado de peça gasta dura menos. Por isso, a oficina deve conferir o que trabalha junto: dentes e corrente, discos e molas, correia e roletes, além de rolamentos, coxins e guias. O manual traz os limites para decidir o que dá para aproveitar.

Scud Kit Transmissão Fazer 250 45/15 428UOx132 com retentor serve na minha moto?

Serve se a aplicação citar a sua moto e se as medidas baterem com a especificação original. Leve à loja o modelo, o ano e, se possível, a peça antiga ou fotos das gravações. Moto usada pode ter peça trocada, então compare também com o que está nela.