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Lona (sapata) de freio da Yamaha TT-R 125

A peça certa para cada versão e ano da TT-R 125, de 2008 a 2015, com o guia para escolher e trocar.

  • 3 versões
  • 3 gerações
  • 2008–2015

Lona (sapata) de freio

TT-R 125 2008–2015

Modelo
Yamaha TT-R 125
Anos
2008 a 2015

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com lona (sapata) de freio para a Yamaha TT-R 125

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Lona (sapata) de freio por versão e ano

VersãoAnos
TT-R 125LWE2015
TT-R 125E2008–2011
TT-R 125LE2008–2011

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

A lona de freio certa para cada TT-R 125

A lona de freio da Yamaha TT-R 125 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da TT-R 125 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Para que serve a lona de freio da TT-R 125

No freio a tambor, a frenagem acontece por dentro da roda. O cubo tem uma parte oca, o tambor, e dentro dele ficam duas sapatas em forma de meia-lua, cobertas por uma camada de material de atrito: a lona. Quando você aciona o pedal ou o manete, uma peça chamada came gira e abre as sapatas, que encostam na parede interna do tambor e seguram a roda.

Quando você solta o comando, molas puxam as sapatas de volta. A lona é a parte que se gasta, e por isso é a peça de troca desse tipo de freio. O tambor também gasta, mas bem mais devagar.

A lona de freio na TT-R 125: o que a ficha diz

A TT-R 125 2008–2015 é uma off-road de 124 cc. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. O freio traseiro é a tambor.

Corrente e freio a tambor andam juntos na TT-R 125: mexeu em um, verifique o outro. Quando a roda vai para trás no ajuste da corrente, o freio muda de regulagem.

Em terra e lama, água e poeira entram no tambor e aceleram o desgaste da lona. Depois de trilha ou estrada de chão, freie de leve para secar e verifique o freio com mais frequência.

Na TT-R 125, o freio traseiro é a tambor, acionado pelo pedal por meio de uma vareta ou, nas scooters, pelo manete esquerdo, por cabo. A regulagem é feita pela porca na ponta da vareta ou pelo regulador do cabo, e a folga do comando deve seguir o manual.

Como saber se a lona de freio precisa de troca

A lona gasta devagar, e a gente se acostuma com o freio piorando aos poucos. Estes sinais ajudam a perceber a hora da troca.

  • Indicador de desgaste no limite. Muitas motos têm uma seta na alavanca do freio e uma faixa de referência no espelho. Com o freio acionado, se a seta chega ao fim da faixa, a lona atingiu o limite. O manual mostra onde fica o indicador no seu modelo.
  • Rangido ou barulho metálico. Barulho áspero ao frear pode indicar lona no fim, com a base metálica tocando o tambor, ou lona descolando. Nesse ponto o tambor começa a ser riscado. Não continue rodando assim.
  • Freio agarrando ou arrastando. Roda que fica pesada para girar, freio que demora a soltar ou cubo esquentando mais que o normal indicam came seco, mola de retorno fraca, cabo emperrado ou regulagem apertada demais. Isso gasta a lona rapidamente.
  • Freio que pulsa ou trepida. Se o pedal ou o manete pulsa na frenagem, como se a roda "pegasse e soltasse", o tambor pode estar ovalizado ou a lona gasta de forma irregular. A avaliação é feita com a roda desmontada.
  • Lona contaminada. Se ao abrir o tambor a lona estiver escura, brilhante e com cheiro de óleo, ela foi contaminada. Troque as sapatas e resolva a causa antes de montar as novas.

Como escolher a lona certa para a TT-R 125

Lona não tem medida universal: o diâmetro do tambor, a largura e o formato da sapata mudam de moto para moto. A compra é pela aplicação.

  • Molas de retorno. As molas puxam as sapatas de volta quando você solta o freio. Elas cansam com o tempo, e mola fraca é causa comum de freio arrastando.
  • Material bem colado e sem defeito. Passe o dedo na junção entre a lona e a base metálica. Não deve haver vão nem material quebradiço nas pontas.
  • Jogo completo. As lonas se trocam em jogo, as duas sapatas da roda juntas. Trocar só uma deixa o freio desequilibrado e gasta a nova rapidamente.
  • Procedência. Lona é peça de freio. Compre em loja que saiba informar a procedência e que troque a peça se a aplicação estiver errada.
  • Compare com a sapata antiga. Comparação física é a melhor garantia. Lona "parecida" pode ser mais estreita, ter encaixe diferente ou não assentar direito no tambor.

Troca da lona de freio passo a passo

Saber a sequência ajuda a acompanhar o serviço e cobrar cada etapa. Se você não tem experiência com freio, deixe a troca com a oficina.

  1. Solte o comando e tire a roda. A roda sai depois de soltar o comando do freio, a fixação do espelho e o eixo. Fotografe a posição das peças antes de desmontar.
  2. Retire o espelho do freio. Puxe o espelho do freio para fora do tambor. Lonas, molas e came ficam presos nele. Anote como as molas estavam montadas.
  3. Remova as sapatas velhas. As sapatas saem abrindo-as em forma de V, com as molas ainda presas, ou soltando as molas primeiro, conforme o modelo. Cuidado com os dedos: as molas têm tensão.
  4. Limpe e avalie o tambor. O pó do freio não deve ser soprado nem inalado. Limpe o tambor, procure sulcos e marcas de calor e meça se ainda está dentro do limite.
  5. Lubrifique o came com moderação. Limpe o came e o pino de ancoragem e aplique uma camada fina de graxa onde o manual indica. Graxa demais escorre para a lona e estraga o freio.
  6. Monte as sapatas novas. Prenda as molas nas sapatas novas e encaixe o conjunto no came e no pino de ancoragem. As sapatas devem ficar assentadas por igual. Não toque a lona com mãos engorduradas.
  7. Recoloque a alavanca nas marcas. Se a alavanca do came foi retirada, ela volta na posição original, alinhando as marcas da alavanca e do came. Fora da posição, o freio perde força ou fica com curso errado.
  8. Monte a roda e fixe o espelho. Recoloque o espelho no tambor e a roda na moto, com espaçadores na ordem certa. A fixação do espelho, seja pela haste na balança ou pelo encaixe no garfo, precisa ficar firme e travada: é ela que segura o esforço da frenagem.
  9. Regule e teste. Ligue a vareta ou o cabo e regule a folga do pedal ou do manete como indica o manual. Gire a roda: ela deve rodar livre com o comando solto e travar firme quando acionado. Faça um teste em baixa velocidade.

Freio é peça de segurança. Se você não tem experiência com molas, came e regulagem, deixe a troca com a oficina e teste a moto com calma antes de voltar ao trânsito.

Erros que deixam o freio a tambor fraco

No freio a tambor, os erros mais comuns vêm de regulagem e de montagem. Estes são os mais vistos nas oficinas.

  • Trocar só uma sapata. As duas sapatas trabalham juntas. Trocar uma só deixa o freio desequilibrado, com uma lona encostando antes da outra e gastando mais rápido.
  • Compensar lona gasta só com regulagem. Regular é manutenção; regular para sempre é adiar a troca. Lona no fim não freia direito, por mais que se ajuste a vareta ou o cabo.
  • Soprar o pó com ar comprimido. O pó de lona não deve ser espalhado no ar nem respirado. Limpe o tambor com pano úmido ou produto de limpeza de freio, protegendo nariz e boca.
  • Esquecer a fixação do espelho. O espelho do freio precisa estar preso à balança ou ao garfo. Sem essa fixação, ao frear, o espelho gira junto com a roda, e o freio pode travar de forma perigosa. Porca e trava sempre conferidas.

Cuidados com o freio a tambor

Alguns hábitos simples mantêm o freio a tambor eficiente e fazem a lona gastar no ritmo certo.

  • Cuidado com água e lavagem. Água no tambor deixa o freio fraco até secar. Lave a roda com jato suave e teste o freio com calma logo depois.
  • Olhe o indicador de desgaste. Se a sua moto tem seta e faixa de desgaste no espelho, verifique de vez em quando com o freio acionado. É a forma mais simples de saber a hora da troca sem abrir a roda.
  • Use os dois freios. Frear só com um dos freios sobrecarrega aquela roda. Usar frente e trás de forma combinada divide o esforço, deixa a moto mais estável e faz a lona durar mais.
  • Não pilote com o pé no pedal. Apoiar o pé no pedal do freio traseiro enquanto roda mantém a lona encostada no tambor. Ela esquenta, gasta e a luz de freio fica acesa sem você perceber.

Perguntas frequentes

Freio traseiro fraco, o que pode ser?

As causas mais comuns são lona gasta, regulagem fora da folga, lona contaminada por graxa ou óleo, tambor gasto ou ovalizado e came seco ou gasto. Água no tambor também enfraquece o freio por alguns instantes.

Posso trocar a lona em casa?

Não é complicado para quem já fez, mas pede cuidado com molas, came, regulagem e fixação do espelho. Na dúvida, a oficina é o caminho mais seguro, porque o erro só aparece na hora de frear.

Como ajustar o freio traseiro?

Gire a porca ou o regulador aos poucos, testando a folga do pedal ou do manete. O valor certo está no manual. Depois, gire a roda para ter certeza de que nada arrasta.

Lona e sapata são a mesma coisa?

Na prática, sim. A sapata é a peça metálica e a lona é o revestimento de atrito, mas as duas vêm juntas na embalagem, e muita gente chama o conjunto de lona.

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