Paralama dianteiro da Yamaha XT 600Z Ténéré
A peça certa para cada versão e ano da XT 600Z Ténéré, de 1990 a 1993, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 1990–1993
Paralama dianteiro de reposição
2 códigos
- Modelo
- Yamaha XT 600Z Ténéré
- Anos
- 1990 a 1993
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com paralama dianteiro para a Yamaha XT 600Z Ténéré
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura paralama dianteiro para a Yamaha XT 600Z Ténéré. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaParalama dianteiro por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| XT 600 Z Ténéré | 1990–1993 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O paralama dianteiro da Yamaha XT 600Z Ténéré: versão por versão
O paralama dianteiro da Yamaha XT 600Z Ténéré é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da XT 600Z Ténéré em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Paralama dianteiro de reposição para a Yamaha XT 600Z Ténéré
São 2 códigos de paralama dianteiro de reposição para a Yamaha XT 600Z Ténéré, de Paramotos, de 1990 a 1992.
São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| 1990 a 1992 | |||
| 2150/033 | Paralama dianteiro cor Tenere 90/92 baixo | Azul preto | Paramotos |
| 2150/036 | Paralama dianteiro cor Tenere 90/92 baixo p preta | Branco azul preto | Paramotos |
Para que serve o paralama dianteiro da XT 600Z Ténéré
A função do paralama dianteiro é desviar a água, a lama e as pedras que saem do pneu da frente, que gira rápido e lança tudo para cima. Ele mantém o motor, a suspensão e o piloto mais limpos e reduz o desgaste causado pela sujeira nas bengalas.
Por ficar logo acima do pneu, ele precisa estar sempre bem preso. Um paralama solto pode vibrar, fazer barulho e, no pior caso, encostar no pneu em movimento. Trincas perto dos furos de fixação, porcas faltando e suportes tortos são os problemas mais comuns, quase sempre depois de tombos, buracos fortes, transporte mal feito ou aperto errado na montagem.
O que muda no paralama dianteiro da XT 600Z Ténéré
Para entender o paralama dianteiro desta moto, vale olhar a ficha: a XT 600Z Ténéré é uma big trail de 595 cc. O farol usa lâmpada halógena. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.
Em big trails como a XT 600Z Ténéré, o paralama dianteiro pode ser baixo, perto da roda, alto, preso à mesa, ou combinar os dois, conforme o modelo. Confira qual é o seu antes de comprar e, se trocar pneu para uso misto, veja se a folga continua adequada.
Na XT 600Z Ténéré, que tem freio a disco na frente, a mangueira de freio passa perto do paralama e, em muitos casos, é presa por uma guia nele ou no suporte. Na troca, solte a guia com cuidado e nunca dobre ou desconecte a mangueira.
Quando desconfiar do paralama dianteiro
O paralama costuma sofrer em tombos, buracos e lavagens. Fique atento a estes sintomas, principalmente aos que envolvem folga e barulho.
- Pintura descascando ou desbotada. Desbotado e com a tinta soltando, o paralama mostra que envelheceu no sol. Se a estrutura está boa, pintar resolve; se também há trincas, a troca costuma compensar.
- Guias de mangueira ou cabo soltas. Olhe as presilhas que seguram mangueiras e cabos no paralama ou no suporte. Presilha quebrada deixa a mangueira solta, o que não deve acontecer perto da roda.
- Trinca perto dos furos de fixação. Repare nos pontos de fixação: rachaduras finas saindo do furo indicam aperto demais ou peça cansada. Paralama trincado nesses pontos não segura bem e vibra cada vez mais.
- Pedaço faltando ou quebrado. Quando falta um pedaço, o paralama perde a função de proteção naquela região e fica mais fraco como um todo. Remendo raramente fica firme no plástico do paralama.
- Peça torta depois de tombo. Paralama desalinhado, com um lado mais baixo que o outro, costuma indicar suporte torto ou peça deformada. Em alguns casos, a bengala também sofreu, e vale pedir uma avaliação da suspensão.
Paralama dianteiro certo: o que olhar na loja
O paralama dianteiro é feito para a suspensão, a roda e o pneu de cada moto. Um paralama de outro modelo pode até parecer igual, mas os furos e a curvatura raramente batem.
- Pintado, na cor ou sem pintura. Alguns paralamas vêm prontos na cor original, outros vêm em plástico preto ou com primer, para pintar depois. Se a sua moto tem paralama pintado, pergunte se a cor e o tom batem com o ano.
- Guias e suportes. Veja se o paralama novo tem as mesmas guias para mangueira de freio, cabo ou fiação que o antigo. Sem elas, você terá que improvisar a fixação, o que não é seguro perto da roda.
- Original ou de reposição. O original tende a encaixar sem ajuste e com a cor certa. O de reposição pode ser uma boa escolha quando tem aplicação declarada para o modelo e qualidade de material comprovada. Peça nota fiscal nos dois casos.
- Kit de fixação. Aproveite a troca para renovar as fixações. Bucha ressecada e porca presilha cansada fazem até o paralama novo vibrar e trincar nos furos.
- Pontos de fixação. Compare a posição e o número de furos com a peça antiga. Um furo fora do lugar obriga a forçar o plástico, e paralama montado sob tensão trinca cedo.
Troca do paralama dianteiro passo a passo
A troca do paralama é um serviço de baixa complexidade, mas acontece colado no pneu e no freio. Trabalhe com calma e confira tudo antes de rodar.
- Apoie a moto com segurança. Deixe a moto firme, de preferência com a roda da frente aliviada ou bem apoiada no chão, em piso plano. Ela não pode tombar enquanto você trabalha na frente.
- Solte guias de mangueira e cabos. Desprenda com cuidado as guias de mangueiras e fios. A mangueira de freio não deve ser desconectada nem torcida; se ela parecer presa demais, pare e consulte o manual.
- Veja se precisa tirar a roda ou a pinça. Em alguns modelos, o paralama sai por baixo ou pela frente sem mexer na roda. Em outros, é preciso remover a roda ou soltar a pinça. Se for o caso, siga o manual à risca ou leve à oficina, porque freio mal montado é risco grave.
- Solte os parafusos. Retire os parafusos de fixação, guardando arruelas, buchas e porcas na ordem. Se algum estiver preso, use desengripante e a ferramenta certa, sem forçar a ponto de espanar a rosca da bengala.
- Confira os suportes. Aproveite para limpar a região e ver se não há marcas de batida nas bengalas ou nos suportes. Se houver dano na suspensão, peça avaliação.
- Posicione o paralama novo. Coloque a peça e passe todos os parafusos sem aperto. Isso deixa o paralama se acomodar na posição certa, sem tensão no plástico.
- Aperte sem exagero. Aperte em cruz, aos poucos, até ficar firme. Plástico não aceita aperto excessivo: trinca na hora ou logo depois. Use o torque do manual, se houver.
- Recoloque guias e teste a folga. Com tudo no lugar, gire a roda e olhe a folga entre pneu e paralama de todos os lados. Mangueira e fios precisam ficar presos, longe do pneu. Se o freio foi mexido, teste antes de rodar normalmente.
Paralama novo que vibra ou trinca em pouco tempo costuma indicar fixação errada, bucha faltando ou peça de outra aplicação. Revise as fixações e, se o problema continuar, compare com uma peça original.
Erros comuns com o paralama dianteiro
Antes de trocar ou mexer no paralama, evite estes erros, que comprometem a fixação e a segurança.
- Rodar sem paralama. Tirar o paralama "para ficar mais bonito" deixa as bengalas, o motor e o piloto expostos à sujeira. Os retentores da suspensão gastam mais rápido e o motor fica coberto de barro em dia de chuva.
- Apertar demais os parafusos. Parafuso de paralama não pede força de parafuso de motor. Apertar até "travar" esmaga a bucha e trinca o plástico, às vezes só dias depois.
- Montar paralama de outro modelo. Paralama adaptado quase sempre fica sob tensão ou perto demais do pneu. Isso causa trincas e pode levar ao contato com o pneu em movimento.
Cuidados que aumentam a vida do paralama
O paralama pede pouco, mas trabalha num lugar difícil, colado na roda e exposto a tudo. Estes cuidados evitam trincas e problemas de fixação.
- Use produtos neutros. Produto agressivo resseca o plástico e deixa manchas difíceis de tirar. Sabão neutro, pano macio e secagem logo depois limpam bem sem estragar.
- Não apoie peso no paralama. O paralama não é apoio. Força em cima dele, mesmo leve, se concentra nos furos e acaba trincando a peça.
- Confira as fixações nas revisões. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Uma conferida no aperto e nas buchas a cada revisão, ou depois de rodar em estrada ruim, evita que o paralama comece a trabalhar solto.
- Limpe a parte de dentro. A sujeira que gruda por dentro do paralama endurece e vai se acumulando. Na lavagem, dê atenção a essa região.
Perguntas frequentes
Tirar o paralama da frente faz mal para a moto?
Não é recomendado. Sem ele, água, lama e pedras vão direto para as bengalas, o motor e o piloto. Os retentores da suspensão gastam mais rápido, e a pilotagem na chuva fica bem pior.
Paralama de outro ano serve?
Só quando o código da peça ou a aplicação do fabricante incluem as duas versões. Visual igual não garante furos, suportes e curvatura iguais, e a diferença costuma aparecer na hora de apertar.
Paralama trincando nos parafusos, o que é?
Quase sempre é aperto demais, falta de bucha de borracha ou peça montada sob tensão por não ser da aplicação certa. Confira as fixações e, se usou peça de reposição, compare os furos com a original.
O paralama está encostando no pneu. O que pode ser?
As causas mais comuns são parafuso frouxo, bucha faltando, peça torta ou pneu fora da medida indicada. Não deixe para depois: o atrito pode danificar o pneu e travar a roda em casos extremos.
Preciso pintar o paralama novo?
Depende. Alguns vêm prontos na cor de fábrica, outros em plástico preto ou com primer para pintar. Pergunte antes de comprar e, se for pintado, compare o tom com a moto.