tudo de moto

Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020

Preço FIPE do ano-modelo 2020, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma V-Strom 1000 Adventure usada.

  • Big trail
  • 1.037 cc
  • Gasolina
  • ABS
Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020
Imagem ilustrativa.

FIPE 2020

R$ 52.686

Moto
Suzuki V-Strom 1000 Adventure
Ano-modelo
2020
Geração
2020–2021
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825077-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki V-Strom 1000 Adventure

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

A Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020 em resumo

Do ano-modelo 2020, a Suzuki V-Strom 1000 Adventure é uma big trail de 1.037 cc. Ela pertence à geração 2020–2021, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a V-Strom 1000 Adventure depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Em números, o tanque leva 20 litros.

Preço FIPE da V-Strom 1000 Adventure 2020

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020 vale R$ 52.686. A de 2021 custa R$ 57.569. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2021, R$ 57.569), a 2020 vale 8% menos, uma média de 8,5% por ano.

Na comparação com as 44 motos big trail 2020 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 11 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma big trail

Big trail é a aventureira de cilindrada alta, pensada para viajar longe com conforto, levar garupa e bagagem e, quando preciso, sair do asfalto. Costuma ter tanque grande, proteção contra o vento, suspensão de curso longo e, nos modelos mais recentes, bastante eletrônica, como modos de pilotagem, controle de tração e ABS que pode ser ajustado para a terra.

É uma moto alta e pesada, que pede experiência. Na usada, o consumo de pneus, freios e transmissão e os acessórios de viagem instalados entram na conta, assim como o histórico de revisões.

Outras versões da V-Strom 1000 em 2020

A V-Strom 1000 Adventure não era a única V-Strom 1000 de 2020: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

  • V-Strom 1000 XT 2020 (R$ 54.611): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da V-Strom 1000 Adventure 2020

Medidas de manutenção da V-Strom 1000 Adventure 2020, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020 usada: o que olhar

Uma moto 2020 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
  • Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.

A manutenção que uma V-Strom 1000 Adventure 2020 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 6 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 6 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 6 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.

Outras motos big trail 2020 na mesma faixa de preço

Quem procura uma V-Strom 1000 Adventure 2020 costuma comparar com outras motos big trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

A V-Strom 1000 Adventure em outros anos

Anos-modelo da V-Strom 1000 Adventure no catálogo, de 2021 a 2020, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2021 · R$ 57.569
  • 2020 · R$ 52.686

Ficha técnica da V-Strom 1000 Adventure 2020

Medidas e especificações
Cilindrada1.037 cc
CombustívelGasolina
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual) conferido
Vela de igniçãoNGK LMAR8BI-9
Pneu dianteiro110/80 R19 M/C 59V
Pneu traseiro150/70 R17 M/C 69V
Relação (kit)passo 525 | coroa 42 | pinhão 17
Óleo do motorSAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da V-Strom 1000 Adventure 2020

As peças desta moto são as da geração 2020–2021. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da V-Strom 1000 Adventure 2020?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 1000 Adventure 2020 vale R$ 52.686 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da V-Strom 1000 Adventure 2020?

O tanque da V-Strom 1000 Adventure 2020 leva 20 litros.

Quantas libras vai no pneu da V-Strom 1000 Adventure 2020?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a medida do pneu da V-Strom 1000 Adventure 2020?

Dianteiro 110/80 R19 M/C 59V e traseiro 150/70 R17 M/C 69V.

Qual a cilindrada da V-Strom 1000 Adventure 2020?

A V-Strom 1000 Adventure 2020 tem 1.037 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Que óleo usar na V-Strom 1000 Adventure 2020?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.