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Suzuki V-Strom 1000 2005

Preço FIPE do ano-modelo 2005, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma V-Strom 1000 usada.

  • Big trail
  • 1.037 cc
  • Gasolina
Suzuki V-Strom 1000 2005
Imagem ilustrativa.

FIPE 2005

R$ 27.849

Moto
Suzuki V-Strom 1000
Ano-modelo
2005
Geração
2003–2013
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825041-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki V-Strom 1000

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V-Strom 1000 2005: o essencial

A V-Strom 1000 2005, da Suzuki, é uma big trail de 1.037 cc. O ano-modelo 2005 faz parte da geração vendida de 2003 a 2013. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a V-Strom 1000 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, o peso, 236 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 22,0 litros (incluindo reserva); o banco fica a 840 mm do chão.

A V-Strom 1000 2005 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 1000 2005 vale R$ 27.849. A V-Strom 1000 2004 fica em R$ 24.727 (+12,6% de diferença); a V-Strom 1000 2006 está em R$ 28.546. Comparada com a 2019 (R$ 48.333), a moto de 2005 custa 42% a menos: em média, perdeu 3,9% de valor a cada ano.

Entre as 12 motos big trail ano 2005 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A V-Strom 1000 e o jeito big trail de andar

As big trails são as motos de viagem com alma de trail: rodas grandes, suspensão longa e posição alta, somadas a motor de cilindrada elevada e equipamentos de conforto. Servem a quem roda muito, muitas vezes em dupla e com malas, e quer uma moto capaz de enfrentar trechos sem asfalto no caminho.

O custo de manutenção acompanha o porte: pneus, pastilhas, revisões e peças custam mais do que numa moto média. Na compra de uma usada, histórico completo e revisões em dia são o principal sinal de boa procedência.

Peças e medidas da V-Strom 1000 2005

Estas são as medidas que mais se procura para a V-Strom 1000 2005. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Suzuki V-Strom 1000 2005 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.

Cuidados que acompanham uma moto 2005

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2005 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Outras motos big trail 2005 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos big trail 2005 com valor FIPE perto do da V-Strom 1000.

A V-Strom 1000 em outros anos

A V-Strom 1000 foi vendida em 17 anos-modelo, de 2003 a 2019. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da V-Strom 1000 2005

Medidas e especificações
Cilindrada1.037 cc
CombustívelGasolina
Peso236 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque22,0 litros (incluindo reserva) conferido
Altura do banco840 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Pneu dianteiro110/80 R19 M/C 59H
Pneu traseiro150/70 R17 M/C 69H
Relação (kit)passo 525 | coroa 42 | pinhão 17
Óleo do motorSAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da V-Strom 1000 2005

As peças desta moto são as da geração 2003–2013. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da V-Strom 1000 2005?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 1000 2005 vale R$ 27.849 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da V-Strom 1000 2005?

A V-Strom 1000 2005 tem 1.037 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da V-Strom 1000 2005?

Dianteiro 110/80 R19 M/C 59H e traseiro 150/70 R17 M/C 69H.

Quantos litros cabem no tanque da V-Strom 1000 2005?

O tanque da V-Strom 1000 2005 leva 22,0 litros (incluindo reserva).

Quanto pesa a V-Strom 1000 2005?

O peso informado pelo fabricante é 236 kg (em ordem de marcha).

Quantas libras vai no pneu da V-Strom 1000 2005?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.

Vale a pena comprar uma V-Strom 1000 2005 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2005 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Moto antiga é barata de manter?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.