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Suzuki V-Strom 650 2012–2016

Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a V-Strom 650 fabricada de 2012 a 2016. 2ª geração (novo visual, painel digital).

  • Big trail
  • 645 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
  • ABS
Suzuki V-Strom 650
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 10Ah (YTX12-BS) referência
Vela de ignição NGK CR8EIA-9 referência
Pneu dianteiro 110/80 R19 M/C 59H referência
Pneu traseiro 150/70 R17 M/C 69H referência
Relação (kit) passo 525 | coroa 47 | pinhão 15 referência
Óleo do motor SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA | ~2,4 L na troca referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Suzuki V-Strom 650

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Suzuki V-Strom 650 2012–2016. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Peças da V-Strom 650 2012–2016

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Suzuki V-Strom 650 2012–2016

Esta é a ficha da Suzuki V-Strom 650 vendida nos anos-modelo de 2012 a 2016: uma big trail de 645 cc. É a 2ª de 3 gerações da V-Strom 650 no catálogo. 2ª geração (novo visual, painel digital).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma V-Strom 650 desta geração custa entre R$ 29.413 e R$ 34.643, conforme o ano.

Ficha da V-Strom 650 2012–2016: o que os dados mudam na prática

  • Calibragem dos pneus: dianteiro 33 psi; traseiro 41 psi (a frio, valor único do manual)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: sim
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da V-Strom 650 2012–2016 significa na prática.

  • Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a V-Strom 650 tem injeção, uma luz no painel avisa de qualquer falha.
  • ABS. Com ABS, travar a roda deixa de ser o maior risco de uma freada de susto. Os sensores percebem quando a roda vai parar de girar e o sistema modula a pressão sozinho. Você sente uma pulsação no manete ou no pedal, que é normal. A ficha indica se o ABS atua só na frente ou nas duas rodas, e isso faz diferença.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e encurta a vida do kit.

Como a V-Strom 650 se comporta no uso

A big trail é a moto de viagem que não tem medo de estrada ruim. O motor de 645 cc trabalha com folga em velocidade de rodovia, a posição ereta cansa pouco e a proteção aerodinâmica segura boa parte do vento. Com garupa e bagagem, segue estável, e o tanque grande espaça as paradas.

Na terra, a suspensão longa e as rodas grandes resolvem estradas de chão, mas o peso pede experiência em areia, lama e manobra lenta. Na cidade, a altura e a largura atrapalham no corredor e no estacionamento, e o calor do motor incomoda no trânsito parado. É uma moto para rodar longe, não para entregas nem para o centro apertado.

Medidas das peças da V-Strom 650 2012–2016

As medidas que a V-Strom 650 2012–2016 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da V-Strom 650, sistema por sistema

Manter a V-Strom 650 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.
  • Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor frio e ferramentas próprias.
  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
  • Embreagem por cabo. A embreagem por cabo precisa de uma pequena folga no manete, regulada pelo esticador no punho ou no motor. Sem folga, a embreagem patina; com folga demais, as marchas arranham e a moto anda com o manete apertado. Lubrifique o cabo no intervalo do manual e troque se estiver desfiado ou pesado demais.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
  • Filtro de óleo. Trocar só o óleo e manter o filtro velho é colocar óleo limpo num circuito sujo. O manual diz em quais revisões o filtro entra, e vale seguir à risca. Na troca, aperte só com a mão e um pouco mais, para não amassar a vedação, e confira se não ficou nenhuma junta velha grudada no motor.

A V-Strom 650 2012–2016 ano a ano

Valor de cada ano da V-Strom 650 2012–2016 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 15%.

A V-Strom 650 2012–2016 e as outras gerações

Em relação à geração anterior, V-Strom 650 2009–2011, mudou:

  • Vela: NGK CR8E → NGK CR8EIA-9
  • Óleo: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA | 2,3 L na troca, 2,7 L com filtro → SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA | ~2,4 L na troca
  • Calibragem: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) → dianteiro 33 psi; traseiro 41 psi (a frio, valor único do manual)

Na geração seguinte, V-Strom 650 2017–2022, mudou:

  • Vela: NGK CR8EIA-9 → NGK MR8E-9
  • Pneu dianteiro: 110/80 R19 M/C 59H → 110/80 R19 M/C 59V
  • Pneu traseiro: 150/70 R17 M/C 69H → 150/70 R17 M/C 69V
  • Óleo: SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA | ~2,4 L na troca → SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
  • Calibragem: dianteiro 33 psi; traseiro 41 psi (a frio, valor único do manual) → dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

O que vigiar na V-Strom 650 no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a V-Strom 650 2012–2016 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar uma lâmpada apagada do mesmo lado.
  • Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura rica demais.
  • Nível do fluido de freio. O reservatório do freio dianteiro fica no guidão e tem um visor ou marcas de nível. Com a moto reta, o fluido deve estar entre o mínimo e o máximo. O nível baixa um pouco conforme as pastilhas gastam, o que é normal. Queda rápida indica vazamento. Fluido escuro mostra que a troca está atrasada.

Acessórios que fazem sentido na V-Strom 650

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a V-Strom 650 2012–2016, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Protetor de motor e de carenagem. O protetor de motor, aquela barra de aço presa ao quadro, absorve o impacto num tombo parado ou em velocidade baixa e protege tanque, tampas do motor e carenagem. Em motos altas e pesadas, ele evita estragos comuns em manobra. Escolha peça feita para o modelo, com fixação firme, e confira se não encosta nas pernas ao pilotar.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
  • Alforjes e sacolas laterais. Para viajar com a moto, bagagem nas laterais é melhor que mochila nas costas. Alforjes e malas laterais mantêm o centro de gravidade baixo e deixam o garupa mais confortável. Respeite a carga máxima, use suportes próprios e verifique se nada encosta no escapamento quente ou nos raios.
  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.

Perguntas frequentes

Quanto custa uma V-Strom 650 2012–2016?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 34.643, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual óleo vai na V-Strom 650 2012–2016?

A referência é SAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA | ~2,4 L na troca. O intervalo de troca está no manual.

Qual a bateria da V-Strom 650 2012–2016?

A bateria indicada é 12V 10Ah (YTX12-BS).

Pessoa baixa consegue pilotar a V-Strom 650?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

Pneu sem câmara furado tem conserto?

Pneu sem câmara furado na banda costuma ter conserto com reparo por dentro ou, na emergência, com macarrão até a borracharia. Furo na lateral ou corte grande pede troca. Colocar câmara num pneu sem câmara não é a solução recomendada: aquece, pode estourar e esconde o problema. O melhor é reparar direito ou trocar.

A velocidade máxima da ficha é real?

Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.

Ficha técnica

Características
Cilindrada645 cc
CombustívelGasolina
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi; traseiro 41 psi (a frio, valor único do manual) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da V-Strom 650 por ano

Ano-modeloPreço médio
V-Strom 650 2016R$ 34.643
V-Strom 650 2015R$ 33.523
V-Strom 650 2014R$ 32.016
V-Strom 650 2013R$ 30.307
V-Strom 650 2012R$ 29.413

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825053-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da V-Strom 650