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Triumph Tiger 800 XC 2015–2016

Ficha técnica, preço FIPE e as 71 peças com página própria para a Tiger 800 XC fabricada de 2015 a 2016. 2ª geração (ride-by-wire, controle de tração).

  • Big trail
  • 799 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
  • ABS
Triumph Tiger 800 XC
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Vela de ignição NGK CR9EK conferido
Pneu dianteiro 90/90-21 54V conferido
Pneu traseiro 150/70R17 69V conferido
Relação (kit) passo 525 | coroa 50 | pinhão 16 | 124 elos conferido
Óleo do motor SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,6 L na troca com filtro conferido
Filtro de ar papel seco conferido
Lâmpada do farol H4 55/60W (x2) conferido
Fluido de freio DOT 4 conferido

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Triumph Tiger 800 XC

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Peças da Tiger 800 XC 2015–2016

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a Tiger 800 XC 2015–2016

Esta é a ficha da Triumph Tiger 800 XC vendida nos anos-modelo de 2015 a 2016: uma big trail de 799 cc. É a 2ª de 2 gerações da Tiger 800 XC no catálogo, a atual. 2ª geração (ride-by-wire, controle de tração).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 41.817 (2015) a R$ 42.863 (2016).

Como ler a ficha técnica da Tiger 800 XC

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: sim
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Tiger 800 XC 2015–2016 significa na prática.

  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Acelerador eletrônico. No acelerador eletrônico, o punho manda um sinal para a central, que abre a borboleta do motor. Sem cabo, a resposta pode ser calibrada por modos de pilotagem, e sistemas como controle de tração e piloto automático passam a ser possíveis. Para você, a aceleração fica mais suave e previsível, especialmente em piso escorregadio.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar o peso extra de uma viagem.

A Tiger 800 XC no dia a dia

Rodar com uma big trail é cobrir distância sem esforço. A Tiger 800 XC viaja em velocidade de estrada com o motor tranquilo, leva duas pessoas e malas sem perder estabilidade e encara trechos de terra que fariam uma moto de asfalto pensar duas vezes. Em piso ruim, a suspensão de curso longo filtra quase tudo.

O outro lado é o porte. Parada, é alta e pesada, e um tombo na manobra é comum para quem ainda não se acostumou. No trânsito urbano, sobra moto e falta espaço. Em trilha de verdade, o peso cobra caro de quem não tem técnica. O lugar dela é a estrada longa, com ou sem asfalto.

Medidas das peças da Tiger 800 XC 2015–2016

As medidas que a Tiger 800 XC 2015–2016 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da Tiger 800 XC, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Tiger 800 XC 2015–2016, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, freando com suavidade nos primeiros dias.
  • Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da Tiger 800 XC 2015–2016 na FIPE. O link leva à página do ano:

O ano mais antigo da geração vale 2% menos que o mais novo na tabela.

Diferenças para as outras gerações

Em relação à geração anterior, Tiger 800 XC 2012–2014, mudou:

  • Acelerador: por cabo → eletrônico

É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.

Sinais que a Triumph Tiger 800 XC dá antes de um problema

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Tiger 800 XC 2015–2016 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar mistura com água.
  • Ruídos do motor. Você conhece o som da sua moto, e qualquer mudança merece atenção. Chiado metálico no alto do motor pode ser folga de válvulas ou corrente de comando; batida grave que aumenta com o giro é mais séria; estalos no escapamento indicam vazamento ou mistura errada. Não acostume o ouvido: um barulho novo é um recado.
  • Luz do ABS. Em muitas motos, a luz do ABS fica acesa ao ligar e só apaga depois que a moto passa de uma velocidade baixa, quando o sistema confirma que está tudo certo. Se ela continuar acesa em movimento, o ABS pode estar desativado, e o freio funciona como um freio comum. Sensor sujo ou anel de leitura danificado aparecem muito.
  • Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.

Acessórios para a Tiger 800 XC 2015–2016: o que ajuda de verdade

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Tiger 800 XC 2015–2016, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada solta as alças.
  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
  • Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo sem marca aparente.
  • Trava de disco. Um antifurto simples e eficiente, principalmente para quem estaciona na rua. A trava de disco não deixa a moto ser empurrada e desestimula o furto rápido. Alguns modelos têm alarme sonoro. O cuidado é um só: lembrar de tirar antes de sair. Um cordão colorido preso ao manete resolve esse problema.

Perguntas frequentes

Qual óleo vai na Tiger 800 XC 2015–2016?

A referência é SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,6 L na troca com filtro. O intervalo de troca está no manual.

Quanto custa uma Tiger 800 XC 2015–2016?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 42.863, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Posso usar pneu de medida diferente na Tiger 800 XC?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Por que a ficha não traz velocidade máxima?

Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.

A ficha da Tiger 800 XC muda entre 2015–2016?

Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.

Ficha técnica

Características
Cilindrada799 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Tiger 800 XC por ano

Ano-modeloPreço médio
Tiger 800 XC 2016R$ 42.863
Tiger 800 XC 2015R$ 41.817

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826035-4. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Tiger 800 XC