Yamaha TDM 850 2000
Preço FIPE do ano-modelo 2000, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TDM 850 usada.
- Big trail
- 849 cc
- Gasolina
FIPE 2000
R$ 23.541
- Moto
- Yamaha TDM 850
- Ano-modelo
- 2000
- Geração
- 1996–2001
- Calibragem
- dianteiro 33 psi; traseiro 40 psi, a frio, para qualquer carga até a máxima (203 kg) e em alta velocidade — manual: 225 / 275 kPa (2,25 / 2,75 kgf/cm²)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827020-1. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a TDM 850 2000
A Yamaha TDM 850 2000 é uma big trail de 849 cc. Ela pertence à geração 1996–2001, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por carburador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, o peso, 232 kg (peso básico, com óleo e tanque cheio); o tanque leva 20 litros (reserva de 3,1 L); o banco fica a 805 mm do chão.
Quanto vale a TDM 850 2000
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha TDM 850 2000 vale R$ 23.541. A TDM 850 1999 fica em R$ 22.966 (+2,5% de diferença); a TDM 850 2001 está em R$ 24.130. Comparada com a 2001 (R$ 24.130), a moto de 2000 custa 2% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.
Na comparação com as 11 motos big trail 2000 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 8 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma big trail
Big trail é a aventureira de cilindrada alta, pensada para viajar longe com conforto, levar garupa e bagagem e, quando preciso, sair do asfalto. Costuma ter tanque grande, proteção contra o vento, suspensão de curso longo e, nos modelos mais recentes, bastante eletrônica, como modos de pilotagem, controle de tração e ABS que pode ser ajustado para a terra.
É uma moto alta e pesada, que pede experiência. Na usada, o consumo de pneus, freios e transmissão e os acessórios de viagem instalados entram na conta, assim como o histórico de revisões.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da TDM 850 2000
Medidas de manutenção da TDM 850 2000, com link para a página de cada peça:
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 33 psi; traseiro 40 psi, a frio, para qualquer carga até a máxima (203 kg) e em alta velocidade — manual: 225 / 275 kPa (2,25 / 2,75 kgf/cm²)
TDM 850 2000 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma TDM 850, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
Cuidados que acompanham uma moto 2000
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a TDM 850 2000.
- Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 26 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da TDM 850 ainda for a original, numa moto de 26 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a TDM 850 2000.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
Outras motos big trail 2000 na mesma faixa de preço
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos big trail são as alternativas mais diretas à TDM 850:
- Suzuki DR 800 S 2000 · R$ 21.380 · 779 cc
- BMW R 1150 GS 2000 · R$ 28.549 · 1.130 cc
- Triumph Tiger 900 2000 · R$ 17.749 · 885 cc
- Yamaha XT 600 E 2000 · R$ 17.699 · 595 cc
A TDM 850 em outros anos
Anos-modelo da TDM 850 no catálogo, de 2001 a 1993, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da TDM 850 2000
| Cilindrada | 849 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 232 kg (peso básico, com óleo e tanque cheio) conferido |
| Tanque | 20 litros (reserva de 3,1 L) conferido |
| Altura do banco | 805 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 33 psi; traseiro 40 psi, a frio, para qualquer carga até a máxima (203 kg) e em alta velocidade — manual: 225 / 275 kPa (2,25 / 2,75 kgf/cm²) conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da TDM 850 2000
As peças desta moto são as da geração 1996–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a TDM 850 2000 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha TDM 850 2000 vale R$ 23.541 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas libras vai no pneu da TDM 850 2000?
Com os pneus frios: dianteiro 33 psi; traseiro 40 psi, a frio, para qualquer carga até a máxima (203 kg) e em alta velocidade — manual: 225 / 275 kPa (2,25 / 2,75 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da TDM 850 2000?
A TDM 850 2000 tem 849 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quantos litros cabem no tanque da TDM 850 2000?
O tanque da TDM 850 2000 leva 20 litros (reserva de 3,1 L).
Quanto pesa a TDM 850 2000?
O peso informado pelo fabricante é 232 kg (peso básico, com óleo e tanque cheio).
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Manter uma moto 2000 custa caro?
Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e alimentação.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.