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Buell Lightning Super TT XB12STT 2007–2008

Ficha técnica, preço FIPE e as 66 peças com página própria para a Lightning Super TT XB12STT fabricada de 2007 a 2008. Geração única no período (plataforma XB, motor Thunderstorm).

  • Naked
  • 1.203 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Buell Lightning Super TT XB12STT
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 120/70ZR17 referência
Pneu traseiro 180/55ZR17 referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Buell Lightning Super TT XB12STT

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Peças da Lightning Super TT XB12STT 2007–2008

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a Lightning Super TT XB12STT 2007–2008

Esta é a ficha da Buell Lightning Super TT XB12STT vendida nos anos-modelo de 2007 a 2008: uma naked de 1.203 cc. Geração única no período (plataforma XB, motor Thunderstorm).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 22.192 (2007) a R$ 22.783 (2008).

O que cada número da ficha da Buell Lightning Super TT XB12STT 2007–2008 quer dizer

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Lightning Super TT XB12STT e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Lightning Super TT XB12STT, e isso muda o kit de emergência.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.

Cidade, estrada e garupa com a Lightning Super TT XB12STT

No uso real, a naked é a mistura de esportividade e conforto. A posição de pilotagem não carrega os punhos como numa esportiva, o motor de 1.203 cc tem força em toda a faixa e a ciclística responde bem em curva. Na cidade, a agilidade e a boa visão ajudam no trânsito.

Ela sofre em viagem longa, pela falta de proteção aerodinâmica, e em estrada esburacada, pela suspensão de acerto firme. O garupa viaja menos confortável que o piloto, e a autonomia, em motos de motor forte, nem sempre é grande. Para passeios de fim de semana e uso diário com prazer ao pilotar, é uma escolha equilibrada.

Medidas das peças da Lightning Super TT XB12STT 2007–2008

Referências de manutenção da Lightning Super TT XB12STT 2007–2008, peça por peça:

Plano de manutenção da Lightning Super TT XB12STT, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Lightning Super TT XB12STT 2007–2008, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
  • Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras de tempos em tempos.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Correia de transmissão. A correia dentada não precisa de lubrificação, mas pede inspeção regular. Veja se há dentes faltando, cortes, rachaduras na borda ou pedrinhas presas entre a correia e a polia. A tensão é conferida e ajustada no intervalo do manual, com a ferramenta certa. Correia frouxa pula dentes; correia esticada demais força rolamentos.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.

Os anos da Lightning Super TT XB12STT 2007–2008

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 3% menos que o mais novo na tabela.

Sinais que a Buell Lightning Super TT XB12STT dá antes de um problema

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Lightning Super TT XB12STT 2007–2008 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
  • Ruídos do motor. Você conhece o som da sua moto, e qualquer mudança merece atenção. Chiado metálico no alto do motor pode ser folga de válvulas ou corrente de comando; batida grave que aumenta com o giro é mais séria; estalos no escapamento indicam vazamento ou mistura errada. Não acostume o ouvido: um barulho novo é um aviso.
  • Luzes, setas e buzina. Ligue a moto e confira farol baixo e alto, lanterna, luz de freio acionada pelo manete e pelo pedal, as quatro setas e a buzina. Lâmpada queimada é barato de resolver, mas rodar sem luz de freio ou seta é um risco real no trânsito. Seta piscando rápido demais costuma indicar lâmpada queimada do mesmo lado.
  • Luz de injeção no painel. Painel com a luz da injeção acesa não é para ignorar. A causa pode ser simples, como um conector solto, ou séria, como sensor danificado que muda a mistura e esquenta o motor. Evite apagar a luz desligando a bateria: a falha some da memória e o diagnóstico fica mais difícil. Leve para leitura com equipamento.

O que vale instalar na Buell Lightning Super TT XB12STT

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Lightning Super TT XB12STT 2007–2008, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Capa para moto. Sol forte resseca banco e plásticos e desbota a pintura; chuva e poeira aceleram a corrosão. Para quem guarda a moto fora de garagem, a capa vale cada centavo. Prefira tecido respirável e tamanho próprio, espere o escapamento esfriar antes de cobrir e use a capa também como camada extra contra olhares curiosos.
  • Alforjes e sacolas laterais. Para viajar com a moto, bagagem nas laterais é melhor que mochila nas costas. Alforjes e malas laterais mantêm o centro de gravidade baixo e deixam o garupa mais confortável. Respeite a carga máxima, use suportes próprios e verifique se nada encosta no escapamento quente ou nos raios.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.

Perguntas frequentes

Qual o valor da Lightning Super TT XB12STT 2007–2008 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 22.783, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

Torque em baixa rotação é melhor?

Torque que aparece em rotação baixa deixa a moto mais fácil no trânsito e na estrada: ela sai bem do lugar, aceita marcha alta em velocidade menor e sobe ladeira sem reduzir tanto. Motor com torque só em giro alto é mais esportivo e pede mais trocas de marcha e mais mão no acelerador.

Pneu mais largo melhora a moto?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Ficha técnica

Características
Cilindrada1.203 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Lightning Super TT XB12STT por ano

Ano-modeloPreço médio
Lightning Super TT XB12STT 2008R$ 22.783
Lightning Super TT XB12STT 2007R$ 22.192

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 846007-8. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.