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Ducati Monster S2R 1000 2006

Preço FIPE do ano-modelo 2006, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Monster S2R 1000 usada.

  • Naked
  • 992 cc
  • Gasolina
Ducati Monster S2R 1000 2006
Imagem ilustrativa.

FIPE 2006

R$ 32.646

Moto
Ducati Monster S2R 1000
Ano-modelo
2006
Geração
2006–2009

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 808020-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Ducati Monster S2R 1000

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A Ducati Monster S2R 1000 2006 em resumo

A Monster S2R 1000 2006, da Ducati, é uma naked de 992 cc. O ano-modelo 2006 faz parte da geração vendida de 2006 a 2009. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O motor usa ar e óleo para controlar a temperatura, por isso o nível e a qualidade do óleo pesam ainda mais. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Preço FIPE da Monster S2R 1000 2006

Pela FIPE de outubro de 2026, a Monster S2R 1000 ano 2006 está cotada em R$ 32.646. A Monster S2R 1000 2007 está em R$ 35.263. Comparada com a 2008 (R$ 38.772), a moto de 2006 custa 16% a menos: em média, perdeu 8,2% de valor a cada ano.

Na comparação com as 26 motos naked 2006 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 20 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma naked

Naked é a moto sem carenagem, com motor à mostra, guidão reto e posição de pilotagem ereta. Em geral usa motores de média e alta cilindrada, muitas vezes derivados de esportivas, mas com resposta mais amigável para o dia a dia. Vai bem na cidade, em estradas curtas e em passeios de fim de semana.

Sem carenagem, o vento cansa em viagens longas, mas a manutenção é mais simples e a pilotagem, mais confortável. Na usada, vale olhar com atenção alterações de escapamento e de eletrônica, que são comuns nesse tipo de moto.

Peças e medidas da Monster S2R 1000 2006

Para a manutenção da Monster S2R 1000 2006, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma Monster S2R 1000 2006 usada

Uma moto 2006 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.

A manutenção que uma Monster S2R 1000 2006 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
  • Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a Monster S2R 1000 2006 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Monster S2R 1000 ainda for a original, numa moto de 20 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.

Documentos e negociação da Monster S2R 1000 2006

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

Outras motos naked 2006 na mesma faixa de preço

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à Monster S2R 1000:

A Monster S2R 1000 em outros anos

A Monster S2R 1000 foi vendida em 4 anos-modelo, de 2006 a 2009. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Monster S2R 1000 2006

Medidas e especificações
Cilindrada992 cc
CombustívelGasolina
Pneu dianteiro120/70ZR17
Pneu traseiro180/55ZR17
Filtro de arpapel seco
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Monster S2R 1000 2006

As peças desta moto são as da geração 2006–2009. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Monster S2R 1000 2006?

Na referência de outubro de 2026, a Ducati Monster S2R 1000 2006 vale R$ 32.646 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a Monster S2R 1000 2006?

Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 180/55ZR17.

Quantas cilindradas tem a Monster S2R 1000 2006?

A Monster S2R 1000 2006 tem 992 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Moto antiga é barata de manter?

Depende de quanto a moto foi preservada e da facilidade de achar peças. Modelos que venderam muito costumam ter reposição farta; outros dependem de garimpo. Mecânica simples ajuda, mas moto antiga pede revisões mais frequentes em borrachas, fiação e sistema de combustível.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.

Como fica o seguro de uma Monster S2R 1000 2006?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.

A Ducati Monster S2R 1000 2006 ainda vale a pena?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2006 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.