Honda CB 1000R 2018–2025
Ficha técnica, preço FIPE e as 69 peças com página própria para a CB 1000R fabricada de 2018 a 2025. 2ª geração (SC80, estilo Neo Sports Café).
- Naked
- 998 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 | referência |
| Pneu traseiro | 190/55ZR17 | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Honda CB 1000R
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Anunciar nesta páginaPeças da CB 1000R 2018–2025
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
CB 1000R 2018–2025: visão geral
A Honda CB 1000R nos anos-modelo de 2018 a 2025 é uma naked de 998 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. No catálogo, a CB 1000R tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (SC80, estilo Neo Sports Café).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 55.088 (2019) a R$ 70.344 (2025).
Como ler a ficha técnica da CB 1000R
- Potência: 145 cv a 10.500 rpm
- Torque: 104 Nm (10,6 kgf.m) a 8.250 rpm
- Peso: 212 kg em ordem de marcha (com ABS)
- Tanque: 16,2 litros
- Altura do banco: 830 mm
- Calibragem dos pneus: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 1,5 kg/cv
Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da CB 1000R 2018–2025 significa na prática.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- Refrigeração líquida. Com refrigeração líquida, um radiador, uma bomba e um líquido próprio mantêm o motor sempre na temperatura ideal, faça calor ou frio, esteja a moto parada ou na estrada. Isso permite motores mais potentes e mais estáveis no uso. Em troca, há mais peças: mangueiras, ventoinha e líquido de arrefecimento, que tem prazo de troca no manual.
- Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- ABS. Com ABS, travar a roda deixa de ser o maior risco de uma freada de susto. Os sensores percebem quando a roda vai parar de girar e o sistema modula a pressão sozinho. Você sente uma pulsação no manete ou no pedal, que é normal. A ficha indica se o ABS atua só na frente ou nas duas rodas, e isso faz diferença.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
- Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a CB 1000R tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
Como a CB 1000R se comporta no uso
No uso real, a naked é a mistura de esportividade e conforto. A posição de pilotagem não carrega os punhos como numa esportiva, o motor de 998 cc tem força em toda a faixa e a ciclística responde bem em curva. Na cidade, a agilidade e a boa visão ajudam no trânsito.
Ela sofre em viagem longa, pela falta de proteção aerodinâmica, e em estrada esburacada, pela suspensão de acerto firme. O garupa viaja menos confortável que o piloto, e a autonomia, em motos de motor forte, nem sempre é grande. Para passeios de fim de semana e uso diário com prazer ao pilotar, é uma escolha equilibrada.
Bateria, pneus, vela e óleo da CB 1000R 2018–2025
Referências de manutenção da CB 1000R 2018–2025, peça por peça:
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17
- Pneu traseiro: 190/55ZR17
O que revisar na Honda CB 1000R 2018–2025 e quando pensar em cada item
Manter a CB 1000R em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
- Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o circuito original.
- Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
- Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação ao apertar.
- Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
- Corpo de injeção e filtro de combustível. Na moto injetada, o corpo de borboleta acumula resíduos do respiro do motor e o bico injetor pode sujar com combustível de má qualidade. O filtro de combustível, geralmente junto da bomba, segura impurezas e tem troca prevista no manual. A limpeza do corpo de injeção e a verificação com scanner entram nas revisões.
- Pastilhas de freio. As pastilhas têm marca ou ranhura que mostra o limite de desgaste. Confira olhando a pinça por trás ou por cima, com uma lanterna. Pastilha gasta até o metal risca o disco e transforma uma troca simples numa conta maior. Troque sempre o par da mesma roda e respeite o período de assentamento das novas, sem frenagens fortes nos primeiros dias.
A CB 1000R 2018–2025 ano a ano
Valor de cada ano da CB 1000R 2018–2025 na FIPE. O link leva à página do ano:
- CB 1000R 2025: R$ 70.344
- CB 1000R 2024: R$ 68.502
- CB 1000R 2023: R$ 66.135
- CB 1000R 2022: R$ 62.354
- CB 1000R 2021: R$ 59.657
- CB 1000R 2020: R$ 58.201
- CB 1000R 2019: R$ 55.088
O ano mais antigo da geração vale 22% menos que o mais novo na tabela.
A CB 1000R 2018–2025 e as outras gerações
Em relação à geração anterior, CB 1000R 2011–2017, mudou:
- Freio combinado (CBS): sim → não
- Farol: halógeno → LED
- Acelerador: por cabo → eletrônico
- Pneu traseiro: 180/55ZR17 → 190/55ZR17
- Potência: 125 cv a 10.000 rpm → 145 cv a 10.500 rpm
- Tanque: 17 litros → 16,2 litros
- Peso: 217 kg em ordem de marcha; 222 kg com ABS → 212 kg em ordem de marcha (com ABS)
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
Checagem rápida e avisos da CB 1000R: o que observar
A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a CB 1000R.
- Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
- Temperatura do motor. Superaquecimento pode deformar o cabeçote e queimar a junta. Por isso, qualquer subida anormal no marcador merece atenção. Ouça se a ventoinha está funcionando no trânsito parado, confira o nível do reservatório com o motor frio e procure manchas de líquido embaixo da moto. Nunca abra a tampa do radiador quente.
- Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto instável em linha reta pede revisão de rolamentos e pneus.
- Fumaça no escapamento. Observe o escapamento ao ligar e ao acelerar. Uma fumaça branca rala nos primeiros minutos de um dia frio é normal. Fumaça azul persistente ou preta não é. Elas mostram que algo mudou na queima, e acompanhar o nível do óleo e a cor da vela ajuda a entender o que está acontecendo.
Acessórios que fazem sentido na CB 1000R
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a CB 1000R, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Slider e protetores de quadro. Sliders são peças de material resistente presas ao quadro, aos eixos ou às pontas do guidão. Num tombo, são eles que arrastam no chão, poupando carenagem, motor, tampas e manetes. Em motos sem carenagem ou com carenagem cara, valem o investimento. Prefira kits feitos para o modelo, fixados com parafusos próprios para isso.
- Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo sem marca aparente.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
- Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
Perguntas frequentes
Qual a altura do banco da CB 1000R 2018–2025?
A altura do banco é de 830 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.
Qual o tamanho do tanque da CB 1000R 2018–2025?
O tanque da CB 1000R desses anos comporta 16,2 litros.
Quanto custa uma CB 1000R 2018–2025?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 70.344, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual o peso da CB 1000R 2018–2025?
A ficha do fabricante informa 212 kg em ordem de marcha (com ABS).
Pneu mais largo melhora a moto?
Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.
O ABS precisa de manutenção?
O ABS em si pede pouca atenção, mas o freio continua precisando da manutenção normal: pastilhas, discos e fluido trocados no intervalo do manual. Mantenha limpos os sensores e os anéis dentados das rodas e use pneus da medida original. Se a luz do ABS ficar acesa em movimento, leve a moto para diagnóstico.
Qual a autonomia da CB 1000R?
Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.
Ficha técnica
| Cilindrada | 998 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 145 cv a 10.500 rpm |
| Torque | 104 Nm (10,6 kgf.m) a 8.250 rpm |
| Peso | 212 kg em ordem de marcha (com ABS) |
| Tanque | 16,2 litros |
| Altura do banco | 830 mm |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
Preço FIPE da CB 1000R por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| CB 1000R 2025 | R$ 70.344 |
| CB 1000R 2024 | R$ 68.502 |
| CB 1000R 2023 | R$ 66.135 |
| CB 1000R 2022 | R$ 62.354 |
| CB 1000R 2021 | R$ 59.657 |
| CB 1000R 2020 | R$ 58.201 |
| CB 1000R 2019 | R$ 55.088 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811109-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.
Outros anos da CB 1000R
- 2018–2025
- 2011–2017