Kawasaki Z900 SE 2025
Preço FIPE do ano-modelo 2025, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Z900 SE usada.
- Naked
- 948 cc
- Gasolina
- 125,0 cv
- ABS
FIPE 2025
Sem preço na tabela
- Moto
- Kawasaki Z900 SE
- Ano-modelo
- 2025
- Geração
- 2025–2026
- Calibragem
- dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817083-5. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki Z900 SE
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Anunciar nesta páginaA Kawasaki Z900 SE 2025 em resumo
A Z900 SE 2025, da Kawasaki, é uma naked de 948 cc. Ela pertence à geração 2025–2026, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 125 cv a 9.500 rpm; o torque, 10,1 kgf.m a 7.700 rpm; o tanque leva 17 litros.
A Z900 SE e o jeito naked de andar
A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.
Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.
O que muda entre as Z900 2025
Em 2025, a família Z900 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- Z900 2025 (R$ 57.457): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
- Z900 R Edition 2025 (R$ 63.918): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Z900 SE 2025
Estas são as medidas que mais se procura para a Z900 SE 2025. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 8Ah
- Vela de ignição: NGK CR9EIA-9
- Pneu dianteiro: 120/70ZR17 58W
- Pneu traseiro: 180/55ZR17 73W
- Relação (kit): passo 525 | coroa 44 | pinhão 15
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 4,0 L (capacidade informada no manual)
- Filtro de ar: papel viscoso
- Lâmpada do farol: LED integrado
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio
Comprando uma Kawasaki Z900 SE 2025 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Pista, quedas e alterações. Moto potente desperta vontade de mexer, e muitas passam por escapamento esportivo, remapeamento, filtro de alto fluxo e outras mudanças. Algumas são bem feitas; outras deixam a moto irregular ou instável. Pergunte o que foi alterado, quem fez e se as peças originais acompanham a venda. Bordas dos pneus e sliders também mostram como ela foi pilotada.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
A manutenção que uma Z900 SE 2025 pede
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2025 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Desgaste que não espera o calendário. Ser quase nova não garante que a moto rodou pouco. Com uso intenso, pneus, pastilhas, transmissão e até a bateria podem chegar à primeira troca já nos primeiros anos. Olhe esses itens como olharia numa moto mais velha e compare o desgaste com a quilometragem do painel: as duas coisas precisam combinar.
- Revisões programadas. Moto quase nova tem um plano de revisões definido pelo fabricante, por quilometragem e por tempo. Veja quais já foram feitas e qual é a próxima. A primeira, ao fim do amaciamento, é especialmente importante: nela se fazem ajustes iniciais e, nas motos a combustão, a troca do primeiro óleo.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
- Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
A Z900 SE em outros anos
Anos-modelo da Z900 SE no catálogo, de 2026 a 2021, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Z900 SE 2025
| Cilindrada | 948 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 125 cv a 9.500 rpm |
| Torque | 10,1 kgf.m a 7.700 rpm |
| Tanque | 17 litros |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio |
| Bateria | 12V 8Ah |
| Vela de ignição | NGK CR9EIA-9 |
| Pneu dianteiro | 120/70ZR17 58W |
| Pneu traseiro | 180/55ZR17 73W |
| Relação (kit) | passo 525 | coroa 44 | pinhão 15 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 4,0 L (capacidade informada no manual) |
| Filtro de ar | papel viscoso |
| Lâmpada do farol | LED integrado |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Z900 SE 2025
As peças desta moto são as da geração 2025–2026. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quantas libras vai no pneu da Z900 SE 2025?
Com os pneus frios: dianteiro 36 psi (250 kPa); traseiro 42 psi (290 kPa), a frio. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a cilindrada da Z900 SE 2025?
A Z900 SE 2025 tem 948 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a capacidade do tanque da Z900 SE 2025?
O tanque da Z900 SE 2025 leva 17 litros.
Quantos cavalos tem a Z900 SE 2025?
Pela ficha do fabricante, 125 cv a 9.500 rpm, com torque de 10,1 kgf.m a 7.700 rpm.
Que óleo usar na Z900 SE 2025?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 | 4,0 L (capacidade informada no manual). Confira no manual o prazo de troca.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
A Kawasaki Z900 SE 2025 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2025 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.