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MV Agusta Brutale 1090 RR 2013

Preço FIPE do ano-modelo 2013, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Brutale 1090 RR usada.

  • Naked
  • 1.078 cc
  • Gasolina
  • ABS
MV Agusta Brutale 1090 RR 2013
Imagem ilustrativa.

FIPE 2013

R$ 33.169

Moto
MV Agusta Brutale 1090 RR
Ano-modelo
2013
Geração
2012–2015

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 839012-6. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a Brutale 1090 RR 2013

Do ano-modelo 2013, a MV Agusta Brutale 1090 RR é uma naked de 1.078 cc. Ela pertence à geração 2012–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a Brutale 1090 RR depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

A Brutale 1090 RR 2013 na tabela FIPE

O preço médio da Brutale 1090 RR 2013 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 33.169. A Brutale 1090 RR 2012 fica em R$ 31.380 (+5,7% de diferença); a Brutale 1090 RR 2014 está em R$ 36.097. Comparada com a 2015 (R$ 40.015), a moto de 2013 custa 17% a menos: em média, perdeu 9,0% de valor a cada ano.

Entre as 28 motos naked ano 2013 com preço na FIPE, 14 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A Brutale 1090 RR e o jeito naked de andar

Naked é a moto sem carenagem, com motor à mostra, guidão reto e posição de pilotagem ereta. Em geral usa motores de média e alta cilindrada, muitas vezes derivados de esportivas, mas com resposta mais amigável para o dia a dia. Vai bem na cidade, em estradas curtas e em passeios de fim de semana.

Sem carenagem, o vento cansa em viagens longas, mas a manutenção é mais simples e a pilotagem, mais confortável. Na usada, vale olhar com atenção alterações de escapamento e de eletrônica, que são comuns nesse tipo de moto.

Outras versões da Brutale 1090 em 2013

Em 2013, a família Brutale 1090 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Brutale 1090 R 2013 (R$ 30.576): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Peças e medidas da Brutale 1090 RR 2013

Para a manutenção da Brutale 1090 RR 2013, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Brutale 1090 RR 2013 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Brutale 1090 RR, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Pista, quedas e alterações. Em esportiva e naked de cilindrada maior, vale saber se a moto andou em pista e quanto foi modificada. Pneus gastos até a borda, sliders ralados, carenagens paralelas e manetes de outra marca não são problema por si só, mas pedem perguntas. Escapamento sem homologação e alterações na central podem complicar a vistoria e o seguro.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.

Cuidados que acompanham uma moto 2013

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Brutale 1090 RR ainda for a original, numa moto de 13 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 13 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Alternativas à Brutale 1090 RR 2013

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à Brutale 1090 RR:

Outros anos da Brutale 1090 RR

Anos-modelo da Brutale 1090 RR no catálogo, de 2015 a 2012, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

  • 2015 · R$ 40.015
  • 2014 · R$ 36.097
  • 2013 · R$ 33.169
  • 2012 · R$ 31.380

Ficha técnica da Brutale 1090 RR 2013

Medidas e especificações
Cilindrada1.078 cc
CombustívelGasolina
Pneu dianteiro120/70ZR17
Pneu traseiro190/55ZR17
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Brutale 1090 RR 2013

As peças desta moto são as da geração 2012–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Brutale 1090 RR 2013 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a MV Agusta Brutale 1090 RR 2013 vale R$ 33.169 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da Brutale 1090 RR 2013?

A Brutale 1090 RR 2013 tem 1.078 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da Brutale 1090 RR 2013?

Dianteiro 120/70ZR17 e traseiro 190/55ZR17.

Como fica o seguro de uma Brutale 1090 RR 2013?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

A MV Agusta Brutale 1090 RR 2013 ainda vale a pena?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.