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Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018

Preço FIPE do ano-modelo 2018, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Classic 500 Battle Green usada.

  • Naked
  • 499 cc
  • Gasolina
  • 27,2 cv
  • ABS
Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018
Imagem ilustrativa.

FIPE 2018

R$ 19.412

Moto
Royal Enfield Classic 500 Battle Green
Ano-modelo
2018
Geração
2016–2022
Calibragem
dianteiro 18 psi (só piloto) / 20 psi (com garupa); traseiro 28 psi (só piloto) / 30 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 879006-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Royal Enfield Classic 500 Battle Green

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Como é a Classic 500 Battle Green 2018

A Classic 500 Battle Green 2018, da Royal Enfield, é uma naked de 499 cc. O ano-modelo 2018 faz parte da geração vendida de 2016 a 2022. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A Classic 500 Battle Green tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Pelos números do fabricante, a potência é de 27,2 cv a 5.250 rpm; o torque, 4,21 kgf.m (41,3 N.m) a 4.000 rpm; o peso, 195 kg (em ordem de marcha, com 90% de combustível e óleo); o tanque leva 13,5 litros; o banco fica a 800 mm do chão. Isso dá cerca de 7,2 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Preço FIPE da Classic 500 Battle Green 2018

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018 vale R$ 19.412. A Classic 500 Battle Green 2017 fica em R$ 17.841 (+8,8% de diferença); a de 2019 custa R$ 20.331. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2022, R$ 21.458), a 2018 vale 10% menos, uma média de 2,5% por ano.

Entre as 44 motos naked ano 2018 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto naked

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

As versões da Classic 500 em 2018

A Classic 500 Battle Green não era a única Classic 500 de 2018: havia mais 8 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Classic 500 Battle Green 2018

Medidas de manutenção da Classic 500 Battle Green 2018, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018 usada: o que olhar

Uma moto 2018 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também merece diagnóstico antes da compra.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

O que a idade pede na Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 8 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.

Alternativas à Classic 500 Battle Green 2018

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos naked são as alternativas mais diretas à Classic 500 Battle Green:

Outros anos da Classic 500 Battle Green

A Classic 500 Battle Green foi vendida em 7 anos-modelo, de 2016 a 2022. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Classic 500 Battle Green 2018

Medidas e especificações
Cilindrada499 cc
CombustívelGasolina
Potência27,2 cv a 5.250 rpm conferido
Torque4,21 kgf.m (41,3 N.m) a 4.000 rpm conferido
Peso195 kg (em ordem de marcha, com 90% de combustível e óleo) conferido
Tanque13,5 litros conferido
Altura do banco800 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 18 psi (só piloto) / 20 psi (com garupa); traseiro 28 psi (só piloto) / 30 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 14Ah
Pneu dianteiro90/90-19
Pneu traseiro110/80-18
Óleo do motorSAE 15W-50 API SL/JASO MA
Filtro de arpapel seco
Lâmpada do farolhalógeno 60/55W
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Classic 500 Battle Green 2018

As peças desta moto são as da geração 2016–2022. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Classic 500 Battle Green 2018 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Royal Enfield Classic 500 Battle Green 2018 vale R$ 19.412 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da Classic 500 Battle Green 2018?

O tanque da Classic 500 Battle Green 2018 leva 13,5 litros.

Qual pneu usa a Classic 500 Battle Green 2018?

Dianteiro 90/90-19 e traseiro 110/80-18.

Qual a potência da Classic 500 Battle Green 2018?

Pela ficha do fabricante, 27,2 cv a 5.250 rpm, com torque de 4,21 kgf.m (41,3 N.m) a 4.000 rpm.

Qual o óleo da Classic 500 Battle Green 2018?

A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a Classic 500 Battle Green 2018?

A Classic 500 Battle Green 2018 tem 499 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.