tudo de moto

Suzuki Bandit 600 / 650 N 1996

Preço FIPE do ano-modelo 1996, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Bandit 600 / 650 N usada.

  • Naked
  • 656 cc
  • Gasolina
  • 78,0 cv
Suzuki Bandit 600 / 650 N 1996
Imagem ilustrativa.

FIPE 1996

R$ 12.402

Moto
Suzuki Bandit 600 / 650 N
Ano-modelo
1996
Geração
1996–1999

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825004-9. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki Bandit 600 / 650 N

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Suzuki Bandit 600 / 650 N 1996. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

A Suzuki Bandit 600 / 650 N 1996 em resumo

Do ano-modelo 1996, a Suzuki Bandit 600 / 650 N é uma naked de 656 cc. Ela pertence à geração 1996–1999, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar e óleo: além das aletas, o óleo ajuda a tirar calor do motor. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, a potência é de 77 cv (1996–1997) / 78 cv (57 kW) a 10.500 rpm (1998–1999), ficha do mercado alemão da GSF 600 Bandit; o torque, 54 Nm (5,5 kgf.m) a 9.500 rpm.

Preço FIPE da Bandit 600 / 650 N 1996

O preço médio da Bandit 600 / 650 N 1996 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 12.402. A de 1997 custa R$ 13.079. Comparada com a 2016 (R$ 36.471), a moto de 1996 custa 66% a menos: em média, perdeu 5,3% de valor a cada ano.

Entre as 8 motos naked ano 1996 com preço na FIPE, 4 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto naked

A naked combina desempenho e praticidade. Tem motor forte, freios eficientes e ciclística esportiva, mas posição sentada e guidão largo, que deixam a pilotagem mais relaxada do que numa esportiva carenada. É a escolha de quem quer emoção sem abrir mão de usar a moto todo dia.

Por ser exposta, a naked mostra logo os sinais de queda: radiador, tampas do motor, pedaleiras e ponteiras de guidão ficam à vista. Na compra de uma usada, olhe esses pontos com calma, pergunte o que foi modificado e peça o histórico de revisões.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Bandit 600 / 650 N 1996

Estas são as medidas que mais se procura para a Bandit 600 / 650 N 1996. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma Bandit 600 / 650 N 1996 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Pista, quedas e alterações. Moto potente desperta vontade de mexer, e muitas passam por escapamento esportivo, remapeamento, filtro de alto fluxo e outras mudanças. Algumas são bem feitas; outras deixam a moto irregular ou instável. Pergunte o que foi alterado, quem fez e se as peças originais acompanham a venda. Bordas dos pneus e sliders também mostram como ela foi pilotada.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.

Cuidados que acompanham uma moto 1996

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 1996 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 30 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Outras motos naked 1996 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos naked 1996 com valor FIPE perto do da Bandit 600 / 650 N.

Outros anos da Bandit 600 / 650 N

Anos-modelo da Bandit 600 / 650 N no catálogo, de 2016 a 1996, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Bandit 600 / 650 N 1996

Medidas e especificações
Cilindrada656 cc
CombustívelGasolina
Potência77 cv (1996–1997) / 78 cv (57 kW) a 10.500 rpm (1998–1999), ficha do mercado alemão da GSF 600 Bandit
Torque54 Nm (5,5 kgf.m) a 9.500 rpm
Óleo do motorSAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Bandit 600 / 650 N 1996

As peças desta moto são as da geração 1996–1999. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Bandit 600 / 650 N 1996?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki Bandit 600 / 650 N 1996 vale R$ 12.402 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da Bandit 600 / 650 N 1996?

A Bandit 600 / 650 N 1996 tem 656 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual a potência da Bandit 600 / 650 N 1996?

Pela ficha do fabricante, 77 cv (1996–1997) / 78 cv (57 kW) a 10.500 rpm (1998–1999), ficha do mercado alemão da GSF 600 Bandit, com torque de 54 Nm (5,5 kgf.m) a 9.500 rpm.

Qual o óleo da Bandit 600 / 650 N 1996?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA. Confira no manual o prazo de troca.

Moto carburada ainda vale a pena?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.

Uma moto 1996 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.

Moto antiga é barata de manter?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.