Suzuki GS500E
Naked de 487 cc vendida no Brasil de 1993 a 2009. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.
- Naked
- 487 cc
- Gasolina
- 1993–2009
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Anunciar nesta páginaO que muda de um ano para outro
Suzuki GS500E: o que o catálogo mostra
De 1993 a 2009, a Suzuki GS500E teve 2 gerações no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 487 cc, no estilo naked.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a GS500E 1993–2000 (2000, R$ 12.889) e a mais cara, a GS500E 2001–2009 (2009, R$ 16.089).
A GS500E ao longo das gerações
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a GS500E recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- GS500E 1993–2000. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- GS500E 2001–2009. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
Antes de pedir uma peça da GS500E, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
As versões da GS500E lado a lado: como decidir
As gerações da GS500E não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:
As versões da GS500E partem da mesma base, mas mudam em freio, partida, rodas, acabamento e outros detalhes que pesam no preço e no uso. A versão mais completa nem sempre é a melhor para você. Estas são as diferenças que existem entre elas e o que cada uma significa no dia a dia.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra só um visual diferente.
Peças da GS500E por versão e ano
Para a manutenção, estas páginas juntam todas as versões e anos do modelo GS500 numa tabela só, com a medida de cada um:
- Calibragem dos pneus
- Pneu traseiro: 130/70-17 M/C 62H
- Pneu dianteiro: 110/70-17 M/C 54H
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA
- Vela de ignição: NGK DPR8EA-9
- Fluido de freio: DOT 4
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Carburador
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
Ter uma GS500E por vários anos
A naked é uma moto que convida a rodar, e o custo de manutenção acompanha esse convite. Pneus traseiros gastam rápido com motor forte, pastilhas e kit de transmissão entram na conta com mais frequência e as revisões seguem tabelas do manual que não devem ser puladas. Peças de reposição de giro rápido são fáceis de achar; já acabamentos e componentes eletrônicos podem demorar. O seguro é uma despesa importante e varia muito por região. Na revenda, a GS500E conservada e sem modificações costuma manter um bom público, principalmente entre quem está subindo de cilindrada. Antes de comprar, vale cotar o seguro e conhecer a oficina que vai cuidar dela.
Comprar a GS500E zero ou usada
A mesma GS500E pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.
- Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
- A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma GS500E com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
- Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.
- Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma GS500E de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- Financiamento ou à vista. Financiar a GS500E resolve a falta de dinheiro agora, mas cobra por isso ao longo dos meses. Olhe sempre o custo efetivo total, que soma juros, tarifas e seguros embutidos, e não só o valor da parcela. Pagar à vista dá poder de negociação e evita compromissos longos. Se a parcela aperta o orçamento, uma versão mais simples ou uma seminova podem ser a saída.
- Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão tende a derrubar o preço.
- Motos de frota e de entrega. Uma GS500E usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
Perguntas frequentes
Quantas gerações a GS500E teve?
No catálogo são 2: GS500E 2001–2009, GS500E 1993–2000.
Qual a GS500E mais barata?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a GS500E 1993–2000 2000, com R$ 12.889.
Qual a diferença entre as versões da GS500E?
Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.
Peças de uma versão servem em outra?
Parte delas sim, parte não. Versões do mesmo modelo dividem muitos componentes, mas diferenças de freio, roda, iluminação ou acabamento trazem peças próprias. A forma segura de saber é conferir o código da peça original ou passar a versão, o ano-modelo e o número do chassi para quem vende.
É difícil encontrar peças da GS500E?
A disponibilidade depende da popularidade do modelo na sua região, da geração e da peça em si. Itens de desgaste costumam ser os mais fáceis; peças de acabamento e de gerações antigas, os mais difíceis. Antes de comprar a moto, consulte uma loja de peças e uma oficina perto de você sobre os itens que mais se trocam.
Qual versão da GS500E revende melhor?
Normalmente, as versões mais procuradas vendem mais rápido e com menos desconto, e itens de segurança valorizados ajudam a segurar o preço. Mais do que a versão, porém, pesam o estado da moto, o histórico de revisões e a originalidade. Uma básica bem cuidada vende melhor que uma completa maltratada.
Vale mais a pena comprar a GS500E nova ou usada?
Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.
O que muda de uma geração da GS500E para outra?
Depende de cada renovação. Algumas gerações trazem motor, quadro e desenho novos; outras mudam só detalhes, como farol, painel, rodas ou freios. Mesmo mudanças pequenas podem alterar encaixes e códigos de peça. A linha do tempo desta página resume o que mudou em cada fase.
Preço FIPE da GS500E
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| GS500E 2009 | R$ 16.089 |
| GS500E 2008 | R$ 15.694 |
| GS500E 2005 | R$ 15.149 |
| GS500E 2004 | R$ 14.743 |
| GS500E 2003 | R$ 14.383 |
| GS500E 2002 | R$ 14.032 |
| GS500E 2001 | R$ 13.212 |
| GS500E 2000 | R$ 12.889 |
| GS500E 1999 | R$ 12.574 |
| GS500E 1998 | R$ 12.267 |
| GS500E 1997 | R$ 11.967 |
| GS500E 1996 | R$ 11.675 |
| GS500E 1995 | R$ 11.051 |
| GS500E 1994 | R$ 9.540 |
| GS500E 1993 | R$ 7.759 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825011-1.