tudo de moto

GasGas Pampera 250 1999–2002

Ficha técnica, preço FIPE e as 63 peças com página própria para a Pampera 250 fabricada de 1999 a 2002.

  • Off-road
  • 249 cc
  • Gasolina
  • Carburador
GasGas Pampera 250
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 3Ah (YTX4L-BS) referência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura referência
Filtro de ar espuma referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a GasGas Pampera 250

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a GasGas Pampera 250 1999–2002. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Peças da Pampera 250 1999–2002

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A GasGas Pampera 250 1999–2002

Esta é a ficha da GasGas Pampera 250 vendida nos anos-modelo de 1999 a 2002: uma off-road de 249 cc.

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Pampera 250 desta geração custa entre R$ 4.652 e R$ 5.415, conforme o ano.

O que cada número da ficha da GasGas Pampera 250 1999–2002 quer dizer

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Os números da ficha não servem só para comparar motos na conversa. Eles explicam por que uma moto cansa menos na estrada, por que outra pede mais cuidado na manutenção e por que duas motos de cilindrada parecida andam tão diferente. Veja o que cada dado da Pampera 250 1999–2002 significa na prática.

  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Pampera 250 tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
  • Motor dois tempos. O motor dois tempos produz uma explosão a cada volta, não a cada duas, por isso é leve e tem muita disposição para o tamanho. Ele não tem óleo no cárter como o quatro tempos: o lubrificante vai misturado ao combustível ou num reservatório próprio. Costuma soltar fumaça, gostar de giro alto e pedir revisões de cilindro e pistão mais cedo.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Altura do banco. Pés firmes no chão dão confiança no semáforo, na manobra e no piso irregular. Compare a altura da ficha com a sua altura de cavalo, mas sente na moto antes de tirar conclusão, porque a largura do banco e a suspensão também contam. Se ficar no limite, existem bancos rebaixados e, para quem é alto, bancos mais altos que aliviam os joelhos.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.

A Pampera 250 no dia a dia

Quem usa uma off-road quer trilha, enduro ou pista, e é isso que ela entrega. Tudo é pensado para piso ruim: suspensão longa, rodas raiadas, guidão largo, pedaleiras serrilhadas e motor esperto. Em barro e cascalho, a leveza é a maior aliada do piloto.

Já no cotidiano, o pacote cobra. A autonomia é curta, o conforto é mínimo e a manutenção, muitas vezes contada em horas de uso, é mais frequente que numa moto de rua. Estrada e cidade ficam em segundo plano, e garupa e bagagem praticamente não fazem parte da proposta. É moto para o fim de semana na terra.

Medidas das peças da Pampera 250 1999–2002

As medidas que a Pampera 250 1999–2002 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

O que revisar na GasGas Pampera 250 1999–2002 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Pampera 250 1999–2002, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Embreagem hidráulica. Não há folga de cabo para regular, mas há fluido para cuidar. O nível do reservatório da embreagem deve ficar dentro das marcas, e a troca segue o intervalo do manual, com o tipo indicado na tampa. Vazamento no punho ou no cilindro auxiliar, perto do motor, precisa de reparo antes que a embreagem deixe de funcionar.
  • Pneus e calibragem. Pneu é o único contato da moto com o chão, e a calibragem certa vale mais que qualquer acessório. Meça com o pneu frio, de preferência com calibrador próprio, e ajuste ao peso que vai levar. Veja os indicadores de desgaste, cortes e objetos presos na banda. A troca segue o desgaste e a idade do pneu.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem atenção imediata.
  • Óleo dois tempos. No dois tempos, o óleo de lubrificação é queimado junto com o combustível. Por isso ele precisa ser reposto sempre, seja num reservatório próprio, seja misturado na gasolina na proporção do manual. Use óleo específico para motores dois tempos de moto e nunca rode com o reservatório vazio: sem lubrificação, pistão e cilindro travam rapidamente.
  • Líquido de arrefecimento. O líquido de arrefecimento evita superaquecimento, congelamento e corrosão por dentro do motor. Ele perde os aditivos com o tempo, então tem troca prevista no manual mesmo que o nível esteja certo. Complete só com o produto indicado, nunca com água pura. Confira mangueiras, abraçadeiras e a colmeia do radiador, que pode entupir com sujeira.
  • Carburador. O carburador tem passagens muito finas que entopem com resíduos do combustível, principalmente quando a moto fica parada. A limpeza e a regulagem de marcha lenta e mistura entram no plano de revisões do manual. Sinais de que precisa de atenção: marcha lenta irregular, engasgos ao acelerar, partida difícil e gasolina pingando.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.

Os anos da Pampera 250 1999–2002

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

O ano mais antigo da geração vale 14% menos que o mais novo na tabela.

O que vigiar na Pampera 250 no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Pampera 250 1999–2002 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
  • Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
  • Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
  • Vazamentos e manchas no chão. Uma mancha nova no chão da garagem é o jeito mais fácil de pegar um vazamento no começo. A cor ajuda: óleo do motor é escuro, fluido de freio é claro e oleoso, líquido de arrefecimento costuma ser colorido e adocicado e combustível evapora deixando cheiro. Procure de onde vem antes que o nível chegue ao mínimo.

Acessórios para a Pampera 250 1999–2002: o que ajuda de verdade

Antes de encher a GasGas Pampera 250 de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.

  • Protetor de cárter. Na trilha e na estrada de pedras, o cárter e o filtro de óleo ficam expostos a pancadas. O protetor de cárter, uma chapa resistente embaixo do motor, evita que uma pedra fure o motor e deixe você parado no meio do mato. Confira se ele não dificulta a troca de óleo e se a fixação está bem apertada depois de cada saída.
  • Protetor de mão. O protetor de mão cobre manetes e punhos, protegendo dos galhos na trilha, das pedras levantadas por outras motos e do vento frio na estrada. Num tombo, ainda evita que o manete quebre e deixe você sem freio ou embreagem. Os de alma de alumínio protegem mais em queda; os de plástico, mais do frio e dos respingos.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e a suspensão dianteira.
  • Equipamento do piloto. Jaqueta com proteções, luvas, calça resistente e calçado que cubra o tornozelo fazem enorme diferença numa queda, até em velocidade baixa. Escolha peças próprias para moto, com proteção nos cotovelos, ombros e joelhos. No calor, há jaquetas ventiladas; na chuva, uma capa impermeável por cima resolve. Equipamento bom é o que você usa todo dia.

Perguntas frequentes

Qual a bateria da Pampera 250 1999–2002?

A bateria indicada é 12V 3Ah (YTX4L-BS).

Quanto custa uma Pampera 250 1999–2002?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 5.415, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Que óleo de motor usar na Pampera 250 1999–2002?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. O intervalo de troca está no manual.

Posso usar pneu de medida diferente na Pampera 250?

Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.

A potência da ficha é medida na roda ou no motor?

A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.

Ficha técnica

Características
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da Pampera 250 por ano

Ano-modeloPreço médio
Pampera 250 2002R$ 5.415
Pampera 250 2001R$ 5.257
Pampera 250 2000R$ 4.858
Pampera 250 1999R$ 4.652

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 834002-1. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.