Honda CR 250R 1992–1996
Ficha técnica, preço FIPE e as 62 peças com página própria para a CR 250R fabricada de 1992 a 1996. 2ª geração (novo desenho, quadro de aço).
- Off-road
- 249 cc
- Gasolina
- Carburador
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura no combustível | referência |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Honda CR 250R
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Anunciar nesta páginaPeças da CR 250R 1992–1996
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Honda CR 250R 1992–1996
Entre 1992 e 1996, a CR 250R manteve a mesma base técnica: uma off-road de 249 cc. No catálogo, a CR 250R tem 5 gerações; esta é a 2ª, entre a 1991 e a 1997–1999. 2ª geração (novo desenho, quadro de aço).
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 4.776 (1992) a R$ 9.824 (1996).
Como ler a ficha técnica da CR 250R
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- Freio traseiro: disco
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
Entender a ficha da Honda CR 250R ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item para vigiar de perto.
- Tanque e autonomia. Litros de tanque não dizem sozinhos quanto a moto roda. A autonomia depende de como e onde você anda: trânsito, estrada, garupa e mão no acelerador mudam tudo. Faça a conta de tanque cheio a tanque cheio algumas vezes e terá uma média confiável. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva.
- Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença aparece mais em ultrapassagem e subida.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
Cidade, estrada e garupa com a CR 250R
A off-road vive na terra. Leve, alta e com suspensão de curso muito longo, a CR 250R sobe barranco, atravessa erosão e passa em lama onde outras motos atolam. O motor responde rápido, e o pneu de cravo agarra no chão solto. Em trilha, é pura diversão e controle.
Fora desse terreno, ela sofre. No asfalto, o pneu de cravo vibra e escorrega na curva molhada, o banco estreito cansa e o tanque pequeno limita o alcance. Garupa, quando permitido, é desconfortável. Na estrada, falta proteção e sobra giro. Não é moto de entrega nem de deslocamento diário: é ferramenta de lazer e esporte, com manutenção frequente.
Peças de troca: as medidas da CR 250R
Referências de manutenção da CR 250R 1992–1996, peça por peça:
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura no combustível
O que revisar na Honda CR 250R 1992–1996 e quando pensar em cada item
Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a CR 250R 1992–1996, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.
- Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
- Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
- Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
- Óleo dois tempos. No dois tempos, o óleo de lubrificação é queimado junto com o combustível. Por isso ele precisa ser reposto sempre, seja num reservatório próprio, seja misturado na gasolina na proporção do manual. Use óleo específico para motores dois tempos de moto e nunca rode com o reservatório vazio: sem lubrificação, pistão e cilindro colam em poucos minutos.
- Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
- Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
Os anos da CR 250R 1992–1996
Valor de cada ano da CR 250R 1992–1996 na FIPE. O link leva à página do ano:
- CR 250R 1996: R$ 9.824
- CR 250R 1995: R$ 7.516
- CR 250R 1994: R$ 7.045
- CR 250R 1993: R$ 5.678
- CR 250R 1992: R$ 4.776
O ano mais antigo da geração vale 51% menos que o mais novo na tabela.
Diferenças para as outras gerações
Frente à geração anterior, CR 250R 1991, os itens técnicos principais da ficha são os mesmos.
Frente à geração seguinte, CR 250R 1997–1999, os itens técnicos principais da ficha são os mesmos.
É por diferenças assim que a peça de uma geração nem sempre serve na outra: confira sempre o ano-modelo.
O que vigiar na CR 250R no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda CR 250R. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto instável em linha reta pede revisão de rolamentos e pneus.
- Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa antes de seguir.
- Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
- Volta rápida antes de sair. Antes de ligar, dê uma volta em torno da moto. Olhe os pneus, procure manchas no chão, confira se não há nada solto ou pendurado e se os retrovisores estão no lugar. São trinta segundos que pegam muita coisa: um prego no pneu, um vazamento novo, um cabo fora do lugar. Faça disso um hábito, como colocar o capacete.
Acessórios que fazem sentido na CR 250R
Antes de encher a Honda CR 250R de acessórios, pense em como você roda. Quem faz entregas precisa de coisas diferentes de quem viaja ou faz trilha. A lista a seguir vai do essencial ao opcional e mostra o que cada item muda no dia a dia, além do cuidado na escolha e na instalação.
- Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que inflam com o vento em velocidade.
- Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.
- Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
- Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
Perguntas frequentes
Qual o valor da CR 250R 1992–1996 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 9.824, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Que bateria usa a CR 250R 1992–1996?
A bateria indicada é sem bateria.
Qual óleo vai na CR 250R 1992–1996?
A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura no combustível. O intervalo de troca está no manual.
Moto carburada é pior que injetada?
Vale, desde que você saiba cuidar dela. A carburada pede afogador no frio, regulagem periódica e não gosta de ficar parada por muito tempo com combustível na cuba. Em troca, a manutenção é simples e qualquer oficina entende do sistema. A injetada é mais prática, mas depende de diagnóstico eletrônico.
Para que serve saber em que rotação está o torque?
Torque que aparece em rotação baixa deixa a moto mais fácil no trânsito e na estrada: ela sai bem do lugar, aceita marcha alta em velocidade menor e sobe ladeira sem reduzir tanto. Motor com torque só em giro alto é mais esportivo e pede mais trocas de marcha e mais mão no acelerador.
A CR 250R serve para quem é baixo?
Depende da altura do banco, da largura dele e da sua altura de cavalo. Apoiar a ponta dos dois pés ou um pé inteiro já costuma ser suficiente com prática. Sente na moto antes de decidir, com ela em pé. Banco rebaixado, botas de sola mais alta e técnica de parada ajudam bastante quem fica no limite.
Ficha técnica
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Dois tempos |
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
Preço FIPE da CR 250R por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| CR 250R 1996 | R$ 9.824 |
| CR 250R 1995 | R$ 7.516 |
| CR 250R 1994 | R$ 7.045 |
| CR 250R 1993 | R$ 5.678 |
| CR 250R 1992 | R$ 4.776 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811050-6. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.