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Husqvarna WRE 125 1995–1996

Ficha técnica, preço FIPE e as 62 peças com página própria para a WRE 125 fabricada de 1995 a 1996.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Husqvarna WRE 125
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Óleo do motor óleo 2T JASO FC/FD, mistura referência
Filtro de ar espuma referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Husqvarna WRE 125

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Peças da WRE 125 1995–1996

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

WRE 125 1995–1996: visão geral

Esta é a ficha da Husqvarna WRE 125 vendida nos anos-modelo de 1995 a 1996: uma off-road de 124 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 2.939 (1995) a R$ 3.226 (1996).

Como ler a ficha técnica da WRE 125

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida

Entender a ficha da Husqvarna WRE 125 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Suspensão traseira monoamortecida. Monoamortecida é a traseira com um só amortecedor, geralmente no centro da moto e ligado à balança por articulações. O peso fica mais concentrado, o funcionamento é mais progressivo e a moto copia melhor as ondulações do asfalto. Em muitas, a pré-carga da mola pode ser ajustada, o que ajuda a compensar garupa e bagagem.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e acaba com coroa e pinhão.
  • Motor dois tempos. O motor dois tempos produz uma explosão a cada volta, não a cada duas, por isso é leve e tem muita disposição para o tamanho. Ele não tem óleo no cárter como o quatro tempos: o lubrificante vai misturado ao combustível ou num reservatório próprio. Costuma soltar fumaça, gostar de giro alto e pedir revisões de cilindro e pistão com mais frequência.
  • Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.

Como a WRE 125 se comporta no uso

A off-road vive na terra. Leve, alta e com suspensão de curso muito longo, a WRE 125 sobe barranco, atravessa erosão e passa em lama onde outras motos atolam. O motor responde rápido, e o pneu de cravo agarra no chão solto. Em trilha, é pura diversão e controle.

Fora desse terreno, ela sofre. No asfalto, o pneu de cravo vibra e escorrega na curva molhada, o banco estreito cansa e o tanque pequeno limita o alcance. Garupa, quando permitido, é desconfortável. Na estrada, falta proteção e sobra giro. Não é moto de entrega nem de deslocamento diário: é ferramenta de lazer e esporte, com manutenção frequente.

Medidas das peças da WRE 125 1995–1996

As medidas que a WRE 125 1995–1996 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da WRE 125, sistema por sistema

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a WRE 125 1995–1996, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Líquido de arrefecimento. Com o motor frio, olhe o nível no reservatório de expansão, entre as marcas mínima e máxima. A troca completa segue o intervalo do manual e inclui sangria do sistema, para não ficar bolha de ar. Nunca abra a tampa do radiador quente. Manchas coloridas embaixo da moto ou cheiro adocicado indicam vazamento.
  • Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
  • Câmara de ar. A câmara envelhece e perde elasticidade, e remendos acumulados viram pontos fracos. Quando trocar o pneu, avalie trocar a câmara também, sempre na medida certa. Bico torto é sinal de pneu girando no aro por falta de pressão. Mantenha a calibragem e a tampinha do bico, que segura sujeira.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, mesmo com o reservatório fechado. Com água misturada, ele ferve mais fácil numa frenagem longa e o manete fica esponjoso. Por isso a troca tem prazo no manual, em geral contado em tempo. Use só o tipo indicado na tampa do reservatório e faça a sangria direito, sem deixar ar no sistema.

Preço FIPE de cada ano da geração

Valor de cada ano da WRE 125 1995–1996 na FIPE. O link leva à página do ano:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 9%.

O que vigiar na WRE 125 no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a WRE 125 1995–1996 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Vazamentos e manchas no chão. Uma mancha nova no chão da garagem é o jeito mais fácil de pegar um vazamento no começo. A cor ajuda: óleo do motor é escuro, fluido de freio é claro e oleoso, líquido de arrefecimento costuma ser colorido e adocicado e combustível evapora deixando cheiro. Procure de onde vem antes que o nível baixe demais.
  • Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
  • Cheiro de combustível. Gasolina não deve ser sentida com a moto ligada nem parada na garagem. Se você notar o cheiro, procure a origem com o motor frio: mangueiras ressecadas, abraçadeiras frouxas e respiros entupidos são os suspeitos de sempre. Vazamento de combustível é risco de fogo e precisa ser corrigido antes de qualquer saída.
  • Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.

O que vale instalar na Husqvarna WRE 125

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a WRE 125 1995–1996, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
  • Tomada USB. Uma tomada USB mantém o celular carregado em viagens e no trabalho. A instalação deve ter fusível próprio e, de preferência, ser ligada pela chave de ignição, para não descarregar a bateria com a moto parada. Escolha um modelo com tampa vedada contra chuva e evite emendas no chicote. Em moto de bateria pequena, não use a tomada para muita coisa.
  • Protetor de cárter. Basta uma pedra pontuda para rachar o cárter e esvaziar o óleo do motor. Para quem sai do asfalto com frequência, o protetor é seguro barato. Escolha um feito para o modelo, com aberturas para ventilação e acesso ao bujão de óleo, e limpe a lama acumulada embaixo dele.

Perguntas frequentes

Qual óleo vai na WRE 125 1995–1996?

A referência é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. O intervalo de troca está no manual.

Qual a bateria da WRE 125 1995–1996?

A bateria indicada é sem bateria.

Qual o valor da WRE 125 1995–1996 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 3.226, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

Moto carburada é pior que injetada?

Não é pior, é diferente. O carburador é simples, barato de consertar e não depende de sensores, mas sente mais o frio, a altitude e o combustível parado. A injeção dá partida mais fácil e marcha lenta estável. Com limpeza e regulagem em dia, uma moto carburada funciona muito bem no uso diário.

Que dados da ficha olhar para uma moto de entregas?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

A WRE 125 aguenta levar garupa?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Ficha técnica

Características
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da WRE 125 por ano

Ano-modeloPreço médio
WRE 125 1996R$ 3.226
WRE 125 1995R$ 2.939

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 812003-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.