tudo de moto

Kawasaki KX 250 / KX 250F 2004–2005

Ficha técnica, preço FIPE e as 67 peças com página própria para a KX 250 / KX 250F fabricada de 2004 a 2005. 1ª geração (KX 250F, projeto com a Suzuki).

  • Off-road
  • 249 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Kawasaki KX 250 / KX 250F
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 80/100-21 referência
Pneu traseiro 100/90-19 referência
Óleo do motor SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 referência
Filtro de ar espuma referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Kawasaki KX 250 / KX 250F

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Kawasaki KX 250 / KX 250F 2004–2005. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Peças da KX 250 / KX 250F 2004–2005

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a KX 250 / KX 250F 2004–2005

Esta é a ficha da Kawasaki KX 250 / KX 250F vendida nos anos-modelo de 2004 a 2005: uma off-road de 249 cc. É a 2ª de 7 gerações da KX 250 / KX 250F no catálogo. 1ª geração (KX 250F, projeto com a Suzuki).

Na tabela FIPE (referência de outubro de 2026), o ano 2005 vale R$ 9.837.

O que cada número da ficha da Kawasaki KX 250 / KX 250F 2004–2005 quer dizer

  • Potência: 43 cv a 11.000 rpm
  • Peso: 92,5 kg (seco)
  • Tanque: 7,5 litros
  • Altura do banco: 960 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 2,2 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da KX 250 / KX 250F e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Suspensão traseira monoamortecida. Com um único amortecedor central, a suspensão traseira trabalha de forma mais uniforme e costuma ter curso maior. Você sente isso na lombada, no buraco e na curva com piso irregular: a roda fica mais tempo no chão. Se a moto tem regulagem de pré-carga, endureça um pouco quando levar garupa e volte ao normal ao andar sozinho.
  • Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença aparece mais em ultrapassagem e subida.
  • Carburador ou injeção. Carburada ou injetada, eis uma diferença que você sente no dia a dia. Com carburador, manhãs frias pedem afogador e a moto pode estranhar subida de serra. Com injeção, a central corrige a mistura sozinha e a moto pega de primeira em quase qualquer condição. Em compensação, a injeção depende de bateria boa e de diagnóstico feito com equipamento.
  • Freio dianteiro a disco. A roda da frente faz a maior parte da frenagem, e o disco é o sistema que melhor dá conta disso. Você aperta o manete e sente a moto parar de forma progressiva, sem precisar de muita força nos dedos. Disco maior e pinça com mais pistões significam mais capacidade, algo que pesa em motos mais pesadas ou mais rápidas.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar preguiçosa. Some o seu peso para ter a conta real.
  • Câmbio manual. Com marchas e embreagem, a moto fica do jeito que você quer: mais esperta com marcha reduzida, mais econômica e silenciosa com marcha alta. A ficha mostra quantas marchas existem, e a última costuma ser pensada para estrada. O câmbio manual exige coordenação no início, mas é simples, durável e permite segurar a moto com o motor em descidas.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.

A KX 250 / KX 250F no dia a dia

Quem usa uma off-road quer trilha, enduro ou pista, e é isso que ela entrega. Tudo é pensado para piso ruim: suspensão longa, rodas raiadas, guidão largo, pedaleiras serrilhadas e motor esperto. Em barro e cascalho, a leveza é a maior aliada do piloto.

Já no cotidiano, o pacote cobra. A autonomia é curta, o conforto é mínimo e a manutenção, muitas vezes contada em horas de uso, é mais frequente que numa moto de rua. Estrada e cidade ficam em segundo plano, e garupa e bagagem praticamente não fazem parte da proposta. É moto para o fim de semana na terra.

Bateria, pneus, vela e óleo da KX 250 / KX 250F 2004–2005

As medidas que a KX 250 / KX 250F 2004–2005 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

Plano de manutenção da KX 250 / KX 250F, sistema por sistema

O manual da Kawasaki KX 250 / KX 250F traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.

  • Bateria. A bateria de 12 volts alimenta a partida, a injeção, as luzes e o painel. Confira os terminais, que devem estar firmes e sem zinabre, e o estado de carga se a moto fica parada muito tempo. Partida lenta, luzes fracas e painel piscando são os sinais de fim de vida. Se a moto vai ficar guardada, um carregador de manutenção prolonga a vida dela.
  • Carburador. Moto carburada gosta de rodar. Parada por semanas, o combustível evapora na cuba e deixa verniz nos giclês. Se for guardar a moto, feche a torneira de combustível e deixe o motor ligado até a cuba esvaziar. Na revisão, a limpeza com produto adequado e a regulagem certa devolvem a marcha lenta estável.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.
  • Embreagem por cabo. Manete duro, folga que some ou moto que acelera sem ganhar velocidade indicam cabo ressecado ou discos gastos. Confira a folga de acordo com o manual e ajuste pelo esticador. Cabo lubrificado dura mais e deixa o acionamento leve. Se o ajuste não resolve a patinação, os discos precisam de revisão.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.

O que mudou nas outras gerações da KX 250 / KX 250F

Em relação à geração anterior, KX 250 / KX 250F 2001–2003, mudou:

  • Motor: dois tempos → quatro tempos
  • Pneu traseiro: 110/90-19 → 100/90-19
  • Óleo: óleo 2T JASO FC/FD, mistura (pré-mistura na gasolina) → SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2

Na geração seguinte, KX 250 / KX 250F 2006–2010, mudou:

  • Tanque: 7,5 litros → 7,2 litros
  • Peso: 92,5 kg (seco) → 92,5 kg (seco, modelo 2006)

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

O que vigiar na KX 250 / KX 250F no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a KX 250 / KX 250F 2004–2005 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Folgas na direção e nas rodas. Com a moto parada, segure o freio dianteiro e balance a moto para a frente e para trás: estalo ou folga na frente pode ser caixa de direção. Gire o guidão de batente a batente: ele deve correr liso, sem pontos duros. Em movimento, vibração no guidão ou moto instável em linha reta pede revisão de rolamentos e pneus.
  • Pneus: pressão e banda. Apertar o pneu com o polegar não mede pressão, mas mostra quando ele está claramente murcho. Calibre com frequência, sempre a frio, e olhe a banda procurando pregos, cortes e bolhas. Pneu com pressão baixa deixa a direção pesada e a moto vaga nas curvas. Se perder ar de um dia para o outro, há furo ou vazamento no bico.
  • Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
  • Corrente: barulho e folga. Corrente seca chia, corrente frouxa bate na balança e dá trancos ao acelerar e desacelerar. Olhe a folga com a moto apoiada e confira se a corrente está brilhando de lubrificante e não enferrujada. Depois de chuva, lavagem ou estrada de terra, ela pede limpeza e lubrificação. Elos travados e dentes da coroa pontudos indicam kit no limite.

Acessórios que fazem sentido na KX 250 / KX 250F

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a KX 250 / KX 250F 2004–2005, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Trava de disco. Um antifurto simples e eficiente, principalmente para quem estaciona na rua. A trava de disco não deixa a moto ser empurrada e desestimula o furto rápido. Alguns modelos têm alarme sonoro. O cuidado é um só: lembrar de tirar antes de sair. Um cordão colorido preso ao manete resolve esse problema.
  • Protetor de cárter. Na trilha e na estrada de pedras, o cárter e o filtro de óleo ficam expostos a pancadas. O protetor de cárter, uma chapa resistente embaixo do motor, evita que uma pedra fure o motor e deixe você parado no meio do mato. Confira se ele não dificulta a troca de óleo e se a fixação está bem apertada depois de cada saída.
  • Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
  • Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para imprevistos comuns.

Perguntas frequentes

Qual o valor da KX 250 / KX 250F 2004–2005 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 9.837 no ano 2005. Veja o valor de cada ano nesta página.

Qual o tamanho do tanque da KX 250 / KX 250F 2004–2005?

O tanque da KX 250 / KX 250F desses anos comporta 7,5 litros.

Qual a potência da KX 250 / KX 250F 2004–2005?

Segundo o fabricante, 43 cv a 11.000 rpm.

Qual o peso da KX 250 / KX 250F 2004–2005?

A ficha do fabricante informa 92,5 kg (seco).

A KX 250 / KX 250F aguenta levar garupa?

A carga máxima, que soma piloto, garupa e bagagem, está no manual do proprietário. Dentro desse limite, a moto foi projetada para levar duas pessoas. Com garupa, aumente a calibragem como o manual indica, ajuste a pré-carga da suspensão traseira se houver regulagem e freie com mais antecedência, porque o peso muda tudo.

O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

O que é peso seco?

Peso seco deixa de fora o combustível e, em alguns critérios, o óleo e outros fluidos, enquanto o peso em ordem de marcha inclui tudo o que a moto precisa para andar. No dia a dia, a moto que você empurra é a de ordem de marcha, sempre mais pesada que o peso seco do catálogo.

Ficha técnica

Características
Cilindrada249 cc
CombustívelGasolina
Potência43 cv a 11.000 rpm conferido
Peso92,5 kg (seco) conferido
Tanque7,5 litros conferido
Altura do banco960 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da KX 250 / KX 250F por ano

Ano-modeloPreço médio
KX 250 / KX 250F 2005R$ 9.837

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817030-4. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da KX 250 / KX 250F