KTM 125 SX 2002
Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 125 SX usada.
- Off-road
- 125 cc
- Gasolina
FIPE 2002
R$ 6.805
- Moto
- KTM 125 SX
- Ano-modelo
- 2002
- Geração
- 1998–2006
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818006-7. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a KTM 125 SX
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a KTM 125 SX 2002. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaComo é a 125 SX 2002
A 125 SX 2002, da KTM, é uma off-road de 125 cc. O ano-modelo 2002 faz parte da geração vendida de 1998 a 2006. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é no pedal. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Preço FIPE da 125 SX 2002
Pela FIPE de outubro de 2026, a 125 SX ano 2002 está cotada em R$ 6.805. A 125 SX 2001 fica em R$ 6.223 (+9,4% de diferença); a de 2003 custa R$ 7.803. Comparada com a 2010 (R$ 14.628), a moto de 2002 custa 53% a menos: em média, perdeu 9,1% de valor a cada ano.
Na comparação com as 40 motos off-road 2002 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 13 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
Para quem é uma moto off-road
Quem procura uma off-road quer diversão fora do asfalto, seja em trilha de fim de semana, seja em competição. Leveza, suspensão longa e motor esperto fazem dela uma moto capaz de subir barranco, passar em lama e saltar, mas cobram em manutenção: filtro de ar, óleo, transmissão e suspensão pedem atenção constante.
Antes de comprar, esclareça se a moto tem documento para rua ou se é só de uso fora de estrada. E examine com cuidado quadro, rodas e rolamentos, que sofrem muito nesse uso, além do estado do motor.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da 125 SX 2002
Para a manutenção da 125 SX 2002, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
Comprando uma KTM 125 SX 2002 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma 125 SX, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Motor dois tempos. Motor dois tempos solta alguma fumaça por natureza, porque queima óleo junto com a gasolina. O que preocupa é fumaça exagerada, partida difícil, falta de força em alta e batida. Pergunte como o óleo 2T é usado: misturado no tanque ou por bomba própria. Se a bomba foi eliminada, a mistura passa a depender sempre de quem abastece.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
O que a idade pede na KTM 125 SX 2002
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2002 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 24 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 24 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a 125 SX tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
Motos parecidas com a 125 SX 2002
Para comparar: motos off-road 2002 com valor FIPE perto do da 125 SX.
- GasGas TXT 280 Contact 2002 · R$ 6.994 · 280 cc
- Husqvarna WR 250 2002 · R$ 7.077 · 249 cc
- GasGas TXT 200 Contact 2002 · R$ 6.487 · 200 cc
- GasGas EC 200 2002 · R$ 6.436 · 200 cc
- Kawasaki KX 250 / KX 250F 2002 · R$ 7.444 · 249 cc
- GasGas EC 125 2002 · R$ 6.109 · 125 cc
- KTM 125 EXC 2002 · R$ 7.582 · 125 cc
- GasGas MC 250 2002 · R$ 5.895 · 249 cc
Todos os anos da 125 SX
A 125 SX foi vendida em 16 anos-modelo, de 1996 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da 125 SX 2002
| Cilindrada | 125 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Dois tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da 125 SX 2002
As peças desta moto são as da geração 1998–2006. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da 125 SX 2002?
Na referência de outubro de 2026, a KTM 125 SX 2002 vale R$ 6.805 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da 125 SX 2002?
A 125 SX 2002 tem 125 cc, com motor dois tempos e carburador.
Qual o óleo da 125 SX 2002?
A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. Confira no manual o prazo de troca.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Como fica o seguro de uma 125 SX 2002?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.