KTM 250 SX / 250 SX-F 2009
Preço FIPE do ano-modelo 2009, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma 250 SX / 250 SX-F usada.
- Off-road
- 249 cc
- Gasolina
FIPE 2009
R$ 19.400
- Moto
- KTM 250 SX / 250 SX-F
- Ano-modelo
- 2009
- Geração
- 2007–2010
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 818009-1. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a KTM 250 SX / 250 SX-F
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Anunciar nesta página250 SX / 250 SX-F 2009: o essencial
A KTM 250 SX / 250 SX-F 2009 é uma off-road de 249 cc. O ano-modelo 2009 faz parte da geração vendida de 2007 a 2010. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco. A 250 SX / 250 SX-F usa rodas raiadas, com aro e raios.
Quanto vale a 250 SX / 250 SX-F 2009
O preço médio da 250 SX / 250 SX-F 2009 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 19.400. A 250 SX / 250 SX-F 2008 fica em R$ 17.878 (+8,5% de diferença); a de 2010 custa R$ 21.425. Comparada com a 2026 (R$ 66.981), a moto de 2009 custa 71% a menos: em média, perdeu 7,0% de valor a cada ano.
Na comparação com as 35 motos off-road 2009 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 25 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma off-road
Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.
A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da 250 SX / 250 SX-F 2009
Estas são as medidas que mais se procura para a 250 SX / 250 SX-F 2009. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
Comprando uma KTM 250 SX / 250 SX-F 2009 usada: o que olhar
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma 250 SX / 250 SX-F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Fique atento de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
Cuidados que acompanham uma moto 2009
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2009 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
Documentos e negociação da 250 SX / 250 SX-F 2009
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
Outras motos off-road 2009 na mesma faixa de preço
Para comparar: motos off-road 2009 com valor FIPE perto do da 250 SX / 250 SX-F.
- Yamaha YZ 250 2009 · R$ 19.406 · 249 cc
- Yamaha YZ 450F / YFZ 450 2009 · R$ 19.656 · 449 cc
- KTM 450 SX / 450 SX-F 2009 · R$ 20.262 · 449 cc
- KTM 250 EXC 2009 · R$ 18.183 · 249 cc
- KTM 300 EXC 2009 · R$ 20.621 · 293 cc
- KTM 450 EXC 2009 · R$ 20.709 · 449 cc
- KTM 690 Supermoto 2009 · R$ 20.803 · 654 cc
- Honda CRF 250X 2009 · R$ 17.487 · 249 cc
Todos os anos da 250 SX / 250 SX-F
A 250 SX / 250 SX-F foi vendida em 28 anos-modelo, de 1999 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da 250 SX / 250 SX-F 2009
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Refrigeração | Líquida |
|---|---|
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Hidráulica |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da 250 SX / 250 SX-F 2009
As peças desta moto são as da geração 2007–2010. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a 250 SX / 250 SX-F 2009 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a KTM 250 SX / 250 SX-F 2009 vale R$ 19.400 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da 250 SX / 250 SX-F 2009?
A 250 SX / 250 SX-F 2009 tem 249 cc.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.