Suzuki RM 125 1995
Preço FIPE do ano-modelo 1995, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma RM 125 usada.
- Off-road
- 124 cc
- Gasolina
FIPE 1995
R$ 3.211
- Moto
- Suzuki RM 125
- Ano-modelo
- 1995
- Geração
- 1992–2001
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825030-8. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaComo é a RM 125 1995
Do ano-modelo 1995, a Suzuki RM 125 é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 1995 faz parte da geração vendida de 1992 a 2001. O motor é dois tempos: o óleo é queimado junto com a gasolina e não há válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é no pedal. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Preço FIPE da RM 125 1995
O preço médio da RM 125 1995 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 3.211. A RM 125 1994 fica em R$ 3.132 (+2,5% de diferença); a de 1996 custa R$ 3.788. Comparada com a 2001 (R$ 5.500), a moto de 1995 custa 42% a menos: em média, perdeu 8,6% de valor a cada ano.
Na comparação com as 13 motos off-road 1995 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 1 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma off-road
Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.
A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da RM 125 1995
Estas são as medidas que mais se procura para a RM 125 1995. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, mistura
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
O que conferir antes de comprar uma RM 125 1995 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma RM 125, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Motor dois tempos. Na dois tempos, compressão e carburação dizem quase tudo. Partida que exige muitas tentativas, motor que não sobe de giro e falhas em alta podem ser desgaste de cilindro, pistão ou anéis, ou carburação errada. Veja o reservatório de óleo 2T, quando houver, e o escapamento. Peça de motor 2T antigo pode ser difícil de achar.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
A manutenção que uma RM 125 1995 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 31 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
- Originalidade e placa de coleção. Veículos com mais de trinta anos de fabricação e bem preservados podem ser registrados como de coleção, com placa própria, depois de certificados por entidade credenciada. Se a RM 125 1995 se mantém original, guarde as peças de fábrica: originalidade conta para o registro e para o valor. Os requisitos atuais estão no Detran.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a RM 125 1995.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a RM 125 tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
Motos parecidas com a RM 125 1995
Quem procura uma RM 125 1995 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Husqvarna WRE 125 1995 · R$ 2.939 · 124 cc
- Honda CR 80R 1995 · R$ 3.555 · 83 cc
- Husqvarna WR 250 1995 · R$ 3.850 · 249 cc
- Husqvarna WR 360 1995 · R$ 3.873 · 349 cc
- Agrale Super City 150 1995 · R$ 3.876 · 150 cc
Todos os anos da RM 125
A RM 125 foi vendida em 10 anos-modelo, de 1992 a 2001. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da RM 125 1995
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Óleo do motor | óleo 2T JASO FC/FD, mistura |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Dois tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da RM 125 1995
As peças desta moto são as da geração 1992–2001. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a RM 125 1995 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Suzuki RM 125 1995 vale R$ 3.211 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual o óleo da RM 125 1995?
A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a cilindrada da RM 125 1995?
A RM 125 1995 tem 124 cc, com motor dois tempos e carburador.
Devo pagar o valor da FIPE?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
Vale a pena comprar uma RM 125 1995 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 1995 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.