Yamaha TT-R 125E 2008
Preço FIPE do ano-modelo 2008, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TT-R 125E usada.
- Off-road
- 124 cc
- Gasolina
- 10,0 cv
FIPE 2008
R$ 5.234
- Moto
- Yamaha TT-R 125E
- Ano-modelo
- 2008
- Geração
- 2008–2011
- Calibragem
- dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827062-7. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha TT-R 125E
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Anunciar nesta páginaComo é a TT-R 125E 2008
A TT-R 125E 2008, da Yamaha, é uma off-road de 124 cc. O ano-modelo 2008 faz parte da geração vendida de 2008 a 2011. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A TT-R 125E tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 10 cv a 8.000 rpm; o torque, 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm; o tanque leva 6 litros.
A TT-R 125E 2008 na tabela FIPE
O preço médio da TT-R 125E 2008 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 5.234. A de 2009 custa R$ 5.471. Comparada com a 2011 (R$ 5.820), a moto de 2008 custa 10% a menos: em média, perdeu 3,5% de valor a cada ano.
Na comparação com as 45 motos off-road 2008 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 4 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma off-road
Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.
Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.
As versões da TT-R 125 em 2008
A TT-R 125E não era a única TT-R 125 de 2008: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- TT-R 125LE 2008 (R$ 8.289): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da TT-R 125E 2008
Medidas de manutenção da TT-R 125E 2008, com link para a página de cada peça:
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração
Comprando uma Yamaha TT-R 125E 2008 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
Cuidados que acompanham uma moto 2008
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a TT-R 125E 2008.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 18 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
- Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da TT-R 125E ainda for a original, numa moto de 18 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 18 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 18 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a TT-R 125E tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
A TT-R 125E em outros anos
A TT-R 125E foi vendida em 4 anos-modelo, de 2008 a 2011. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da TT-R 125E 2008
| Cilindrada | 124 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 10 cv a 8.000 rpm |
| Torque | 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm |
| Tanque | 6 litros |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da TT-R 125E 2008
As peças desta moto são as da geração 2008–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da TT-R 125E 2008?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha TT-R 125E 2008 vale R$ 5.234 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a calibragem do pneu da TT-R 125E 2008?
Com os pneus frios: dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi, a frio (manual: 100 kPa; 1,00 kgf/cm²) — manual do proprietário TT-R125/TT-R125LW da mesma geração. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a potência da TT-R 125E 2008?
Pela ficha do fabricante, 10 cv a 8.000 rpm, com torque de 9,85 Nm (1,0 kgf.m) a 6.500 rpm.
Quantas cilindradas tem a TT-R 125E 2008?
A TT-R 125E 2008 tem 124 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quantos litros cabem no tanque da TT-R 125E 2008?
O tanque da TT-R 125E 2008 leva 6 litros.
Moto carburada ainda vale a pena?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
Vale a pena comprar uma TT-R 125E 2008 hoje?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2008 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Como saber se a TT-R 125E 2008 tem recall pendente?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.