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Yamaha YZ 125 2008

Preço FIPE do ano-modelo 2008, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma YZ 125 usada.

  • Off-road
  • 124 cc
  • Gasolina
Yamaha YZ 125 2008
Imagem ilustrativa.

FIPE 2008

R$ 18.639

Moto
Yamaha YZ 125
Ano-modelo
2008
Geração
2005–2008
Calibragem
dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827041-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha YZ 125

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Como é a YZ 125 2008

A YZ 125 2008, da Yamaha, é uma off-road de 124 cc. Ela pertence à geração 2005–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por carburador. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, o peso, 86,0 kg (seco, sem óleo e combustível) — manual 2005; o tanque leva 8,0 litros; o banco fica a 997 mm (versão EUA/Austrália; 998 mm Canadá/Europa) — manual 2005 do chão.

A YZ 125 2008 na tabela FIPE

O preço médio da YZ 125 2008 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 18.639. A do ano 2007 sai por R$ 16.725 (+11,4% de diferença).

Na comparação com as 45 motos off-road 2008 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 32 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma off-road

Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.

A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da YZ 125 2008

Medidas de manutenção da YZ 125 2008, com link para a página de cada peça:

Comprando uma Yamaha YZ 125 2008 usada: o que olhar

Uma moto 2008 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Desconfie em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Motor dois tempos. Na dois tempos, compressão e carburação dizem quase tudo. Partida que exige muitas tentativas, motor que não sobe de giro e falhas em alta podem ser desgaste de cilindro, pistão ou anéis, ou carburação errada. Veja o reservatório de óleo 2T, quando houver, e o escapamento. Peça de motor 2T antigo nem sempre é fácil de encontrar.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.

O que a idade pede na Yamaha YZ 125 2008

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a YZ 125 2008.

  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 18 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque nas primeiras semanas, em oficina, com sangria bem feita.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 18 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.

Documentos e negociação da YZ 125 2008

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a YZ 125 2008.

Motos parecidas com a YZ 125 2008

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à YZ 125:

A YZ 125 em outros anos

Anos-modelo da YZ 125 no catálogo, de 2008 a 2000, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da YZ 125 2008

Medidas e especificações
Cilindrada124 cc
CombustívelGasolina
Peso86,0 kg (seco, sem óleo e combustível) — manual 2005 conferido
Tanque8,0 litros conferido
Altura do banco997 mm (versão EUA/Austrália; 998 mm Canadá/Europa) — manual 2005 conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²) conferido
Óleo do motoróleo 2T JASO FC/FD, mistura na gasolina
Características
MotorDois tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da YZ 125 2008

As peças desta moto são as da geração 2005–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Ignição

Elétrica

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a YZ 125 2008 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha YZ 125 2008 vale R$ 18.639 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da YZ 125 2008?

O tanque da YZ 125 2008 leva 8,0 litros.

Quantas cilindradas tem a YZ 125 2008?

A YZ 125 2008 tem 124 cc, com motor dois tempos e carburador.

Que óleo usar na YZ 125 2008?

A referência para o motor é óleo 2T JASO FC/FD, mistura na gasolina. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas libras vai no pneu da YZ 125 2008?

Com os pneus frios: dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (100 kPa / 1,0 kgf/cm²). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a YZ 125 2008?

O peso informado pelo fabricante é 86,0 kg (seco, sem óleo e combustível) — manual 2005.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.