Bee Royale 200 2016–2020
Ficha técnica, preço FIPE e as 52 peças com página própria para a Royale 200 fabricada de 2016 a 2020.
- Scooter
- 200 cc
- Gasolina
Lojas e oficinas para a Bee Royale 200
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Anunciar nesta páginaPeças da Royale 200 2016–2020
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Bee Royale 200 2016–2020
A Bee Royale 200 nos anos-modelo de 2016 a 2020 é uma scooter de 200 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 8.830 (2016) a R$ 9.941 (2020).
Como ler a ficha técnica da Royale 200
- Câmbio: automático (CVT)
- ABS: não
Entender a ficha da Bee Royale 200 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
- Peso seco e em ordem de marcha. Peso seco é a moto sem combustível, óleo, bateria ou outros fluidos, conforme o critério do fabricante. Em ordem de marcha é como ela sai para rodar, abastecida e pronta. A diferença pode passar de dez quilos. Para saber quanto você vai empurrar na garagem ou segurar num tombo parado, use sempre o número em ordem de marcha.
- Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Roda de liga é rígida, fácil de limpar e quase sempre usa pneu sem câmara, que esvazia devagar num furo e pode ser reparado sem tirar a roda. Roda raiada absorve melhor pancadas e é preferida para terra, mas costuma usar câmara, que murcha rápido quando fura. A ficha diz qual é o caso da Royale 200, e isso muda o que levar na viagem.
- Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
Cidade, estrada e garupa com a Royale 200
A scooter troca a emoção pela facilidade. Você só acelera e freia, e isso faz diferença no fim de um dia inteiro de trânsito pesado. A posição sentada, com os pés apoiados no assoalho, cansa pouco, e a proteção frontal segura respingos que molhariam a calça numa moto comum.
O preço dessa comodidade está no comportamento fora do asfalto bom. Rodas de aro pequeno caem mais fundo nos buracos e pedem atenção em lombadas e trilhos. O freio motor do CVT é fraco, então em descidas longas os freios trabalham mais. Com garupa, rende bem na cidade, desde que você respeite a carga máxima do manual.
O que revisar na Bee Royale 200 2016–2020 e quando pensar em cada item
O manual da Bee Royale 200 traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
- Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem troca.
- Correia e roletes do CVT. No CVT, a correia e os roletes da polia motora se desgastam com o uso e têm troca prevista no manual. Na mesma revisão, a oficina limpa a caixa, confere as sapatas da embreagem centrífuga e o filtro de ar da transmissão, quando existe. O óleo da caixa de redução também tem prazo próprio. Trepidação na saída e perda de arranque são sinais de desgaste.
- Correia de transmissão. A correia dentada não precisa de lubrificação, mas pede inspeção regular. Veja se há dentes faltando, cortes, rachaduras na borda ou pedrinhas presas entre a correia e a polia. A tensão é conferida e ajustada no intervalo do manual, com a ferramenta certa. Correia frouxa pula dentes; correia esticada demais força rolamentos.
- Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
- Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
- Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos com frequência.
A Royale 200 2016–2020 ano a ano
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- Royale 200 2020: R$ 9.941
- Royale 200 2017: R$ 9.666
- Royale 200 2016: R$ 8.830
Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 11%.
Sinais que a Bee Royale 200 dá antes de um problema
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Bee Royale 200. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Nível do óleo do motor. Com a moto na posição que o manual indica e o motor parado há alguns minutos, confira o nível pelo visor ou pela vareta. Ele deve ficar entre as marcas de mínimo e máximo. Motor que consome óleo entre as trocas pede atenção, assim como óleo com aspecto leitoso, que pode indicar entrada de umidade.
- Trepidação na saída. No CVT, a moto deve sair do lugar de forma suave e contínua. Se ela trepida, patina ou demora a responder no começo da aceleração, a embreagem centrífuga, a correia ou os roletes podem estar gastos ou sujos. Ruído de chiado ou estalo vindo da caixa da transmissão também é aviso. Não espere a correia arrebentar para olhar.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
Acessórios que fazem sentido na Royale 200
Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Royale 200, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.
- Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para imprevistos comuns.
- Capacete adequado. O capacete é o acessório mais importante, e nenhum outro substitui. Escolha um com certificação, tamanho certo para a sua cabeça e viseira em bom estado. Ele deve ficar justo sem apertar e não pode girar quando você mexe a cabeça. Capacete que sofreu queda forte perde a capacidade de proteção, mesmo parecendo inteiro.
- Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota com a moto parada.
- Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
Perguntas frequentes
Qual o valor da Royale 200 2016–2020 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 9.941, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?
Para trabalho, olhe torque em baixa rotação, peso, tanque, tipo de transmissão e freios. Torque cedo ajuda no anda e para com carga; tanque maior reduz paradas; transmissão e freios simples barateiam a manutenção. Altura do banco e posição de pilotagem também contam, porque você vai passar o dia em cima da moto.
Pneu mais largo melhora a moto?
Mudar a medida raramente compensa. A moto foi acertada para os pneus originais, e um mais largo ou mais alto altera direção, frenagem, leitura do velocímetro e, com ABS, o funcionamento do sistema. Se quiser outro comportamento, mude o tipo de pneu dentro da medida certa, não a medida.
A potência da ficha é medida na roda ou no motor?
O número de catálogo vem do motor, medido na bancada. Até chegar ao chão, parte da força se perde no câmbio, na transmissão final e no pneu, e o resultado na roda fica abaixo do anunciado. Essa diferença é esperada e não indica defeito. Compare sempre medidas feitas do mesmo jeito.
Ficha técnica
| Cilindrada | 200 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Acelerador | Por cabo |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Preço FIPE da Royale 200 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Royale 200 2020 | R$ 9.941 |
| Royale 200 2017 | R$ 9.666 |
| Royale 200 2016 | R$ 8.830 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 886003-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.