tudo de moto

Dafra ADXTG 150 2026

Preço FIPE do ano-modelo 2026, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma ADXTG 150 usada.

  • Scooter
  • 150 cc
  • Gasolina
  • 14,7 cv
Dafra ADXTG 150 2026
Imagem ilustrativa.

FIPE 2026

R$ 20.302

Moto
Dafra ADXTG 150
Ano-modelo
2026
Geração
2026–2027

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 861035-5. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Dafra ADXTG 150

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Dafra ADXTG 150 2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

A Dafra ADXTG 150 2026 em resumo

A Dafra ADXTG 150 2026 é uma scooter de 150 cc. O ano-modelo 2026 faz parte da geração vendida de 2026 a 2027. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Com injeção eletrônica, a ADXTG 150 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. A transmissão final é por correia dentada.

Pelos números do fabricante, a potência é de 14,7 cv a 7.500 rpm; o torque, 1,47 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 140 kg (seco); o tanque leva 15 litros; o banco fica a 800 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 9,5 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

A ADXTG 150 2026 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a ADXTG 150 ano 2026 está cotada em R$ 20.302. A ADXTG 150 2027 está em R$ 21.100. Comparada com a 2027 (R$ 21.100), a moto de 2026 custa 4% a menos: em média, perdeu 3,8% de valor a cada ano.

Na comparação com as 25 motos scooter 2026 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 9 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto scooter

Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.

Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.

O que conferir antes de comprar uma ADXTG 150 2026 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.

O que a idade pede na Dafra ADXTG 150 2026

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária consegue consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte principalmente pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
  • Desgaste que não espera o calendário. Em moto de pouco tempo, o que manda é a quilometragem e o tipo de uso. Uma unidade que trabalhou todo dia pode já pedir pneus, pastilhas ou peças de transmissão, enquanto outra quase não saiu da garagem. Desgaste incompatível com o hodômetro é alerta, e itens de desgaste em geral não entram na garantia.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.

Documentos e negociação da ADXTG 150 2026

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.

Alternativas à ADXTG 150 2026

Quem procura uma ADXTG 150 2026 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da ADXTG 150

A ADXTG 150 foi vendida em 2 anos-modelo, de 2026 a 2027. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2027 · R$ 21.100
  • 2026 · R$ 20.302

Ficha técnica da ADXTG 150 2026

Medidas e especificações
Cilindrada150 cc
CombustívelGasolina
Potência14,7 cv a 7.500 rpm
Torque1,47 kgf.m a 6.000 rpm
Peso140 kg (seco)
Tanque15 litros
Altura do banco800 mm
Características
MotorQuatro tempos
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioAutomático (CVT)
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorreia
Suspensão traseiraMonoamortecida

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da ADXTG 150 2026

As peças desta moto são as da geração 2026–2027. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da ADXTG 150 2026?

Na referência de outubro de 2026, a Dafra ADXTG 150 2026 vale R$ 20.302 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da ADXTG 150 2026?

A ADXTG 150 2026 tem 150 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quanto pesa a ADXTG 150 2026?

O peso informado pelo fabricante é 140 kg (seco).

Qual a potência da ADXTG 150 2026?

Pela ficha do fabricante, 14,7 cv a 7.500 rpm, com torque de 1,47 kgf.m a 6.000 rpm.

Quantos litros cabem no tanque da ADXTG 150 2026?

O tanque da ADXTG 150 2026 leva 15 litros.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Vale a pena comprar uma ADXTG 150 2026 hoje?

Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.