Honda Elite 125 2019–2027
Ficha técnica, preço FIPE e as 59 peças com página própria para a Elite 125 fabricada de 2019 a 2027.
- Scooter
- 125 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
As medidas que mais se procura
| Peça | Medida nesta moto | Conferência |
|---|---|---|
| Bateria | 12V 5Ah (DTZ6) | conferido |
| Vela de ignição | NGK MR8E-9 | conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-12 44J | conferido |
| Pneu traseiro | 100/90-10 56J | conferido |
| Óleo do motor | SAE 10W-30 API SL JASO MB | 0,55 L na troca | conferido |
| Lâmpada do farol | LED integrado | conferido |
| Fluido de freio | DOT 4 | conferido |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.
Lojas e oficinas para a Honda Elite 125
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Anunciar nesta páginaPeças da Elite 125 2019–2027
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
A Honda Elite 125 2019–2027
Esta é a ficha da Honda Elite 125 vendida nos anos-modelo de 2019 a 2027: uma scooter de 125 cc.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 11.897 (2019) a R$ 15.786 (2027).
Ficha da Elite 125 2019–2027: o que os dados mudam na prática
- Potência: 8,2 cv a 6.250 rpm (manual 2025)
- Torque: 1,06 kgf.m a 5.000 rpm
- Peso: 100 kg (seco)
- Tanque: 5,3 litros (reserva de aprox. 1,3 L)
- Altura do banco: 765 mm
- Calibragem dos pneus: dianteiro 22 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa)
- Câmbio: automático (CVT)
- Freio dianteiro: tambor
- Freio traseiro: tambor
- ABS: não
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 12,2 kg/cv
Entender a ficha da Honda Elite 125 ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
- Transmissão por correia ou cardã. Se a Elite 125 não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Farol de LED. Com LED, você enxerga melhor à noite e o farol quase não pesa na bateria. A durabilidade é alta, mas a peça não tem lâmpada avulsa, então dano por queda ou umidade pede substituição do módulo. Confira a altura do facho depois de instalar baú ou levar garupa, porque a moto inclina e o farol pode subir demais.
- Freio a tambor. Freio a tambor não é sinal de moto ruim: ele dá conta do uso urbano e pede pouca manutenção. A diferença aparece em frenagens fortes e repetidas, quando ele aquece e a resposta cai, e logo depois de pegar chuva forte ou poça funda. Na traseira, onde a exigência é menor, cumpre bem o papel. Freie com antecedência e use os dois freios juntos.
- Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai torta.
- Refrigeração a ar ou ar/óleo. No motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro trocam calor com o vento. Em alguns, o óleo passa por um radiador próprio e ajuda a levar o calor embora, o chamado ar/óleo. É uma solução simples, sem líquido para trocar nem bomba de água. No trânsito parado e no calor forte, o motor esquenta mais, e por isso não gosta de ficar muito tempo em marcha lenta.
A Elite 125 no dia a dia
A scooter troca a emoção pela facilidade. Você só acelera e freia, e isso faz diferença no fim de um dia inteiro de trânsito pesado. A posição sentada, com os pés apoiados no assoalho, cansa pouco, e a proteção frontal segura respingos que molhariam a calça numa moto comum.
O preço dessa comodidade está no comportamento fora do asfalto bom. Rodas de aro pequeno caem mais fundo nos buracos e pedem atenção em lombadas e trilhos. O freio motor do CVT é fraco, então em descidas longas os freios trabalham mais. Com garupa, rende bem na cidade, desde que você respeite a carga máxima do manual.
Bateria, pneus, vela e óleo da Elite 125 2019–2027
As medidas que a Elite 125 2019–2027 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.
- Bateria: 12V 5Ah (DTZ6)
- Vela de ignição: NGK MR8E-9
- Pneu dianteiro: 90/90-12 44J
- Pneu traseiro: 100/90-10 56J
- Óleo do motor: SAE 10W-30 API SL JASO MB | 0,55 L na troca
- Lâmpada do farol: LED integrado
- Fluido de freio: DOT 4
Manutenção da Elite 125: o que cada sistema pede
Manter a Elite 125 em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.
- Correia de transmissão. Menos sujeira que uma corrente e quase nenhum barulho, desde que bem cuidada. Na revisão, a oficina confere tensão e alinhamento. Entre uma e outra, olhe a correia de vez em quando: rachaduras, desfiados e dentes gastos pedem troca. Evite lavar com produto agressivo e não deixe pedras acumuladas na polia traseira.
- Folga de válvulas. As válvulas precisam de uma pequena folga para fechar direito quando o motor esquenta. Com o uso, essa folga muda, e o manual indica quando conferir e regular. Folga demais faz o motor bater e perder rendimento; folga de menos impede a válvula de fechar e pode queimá-la. O serviço é feito com o motor totalmente frio e ferramentas próprias.
- Vela de ignição. Vela gasta é um dos motivos mais comuns de moto falhando e pegando mal de manhã. A troca é rápida e barata, desde que feita com o motor frio e com a vela certa para a sua moto. Aperte conforme o manual, sem exagero, para não danificar a rosca do cabeçote, e confira o cachimbo e o cabo.
- Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir trocas mais próximas.
- Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
- Lonas do freio dianteiro. Na frente, o tambor trabalha mais que na traseira e se desgasta mais rápido. Manete longo, freio fraco ou ruído de raspado pedem atenção. Na revisão, a oficina limpa o tambor, confere lonas e came e lubrifica o cabo. Depois de pegar água, teste o freio com cuidado, porque ele demora um pouco a voltar ao normal.
- Aletas e ventilação do motor. Num motor arrefecido a ar, as aletas do cilindro e do cabeçote são o radiador. Barro seco, folhas e excesso de graxa atrapalham a troca de calor. Lave com cuidado, sem jato forte de alta pressão direto no motor, e confira se não há aletas quebradas. No sistema ar/óleo, olhe também o radiador de óleo e as mangueiras na revisão.
A Elite 125 2019–2027 ano a ano
Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:
- Elite 125 2027: R$ 15.786
- Elite 125 2026: R$ 15.174
- Elite 125 2025: R$ 14.699
- Elite 125 2024: R$ 14.022
- Elite 125 2023: R$ 13.655
- Elite 125 2022: R$ 13.195
- Elite 125 2021: R$ 12.500
- Elite 125 2020: R$ 12.195
- Elite 125 2019: R$ 11.897
O ano mais antigo da geração vale 25% menos que o mais novo na tabela.
Checagem rápida e avisos da Elite 125: o que observar
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Honda Elite 125. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Confira de vez em quando retrovisores, suporte de placa, carenagens, escapamento e bagageiro. Um ruído de chocalho em determinada rotação quase sempre é algo solto. Peça caída na estrada é perigo para você e para quem vem atrás, e parafuso perdido costuma levar junto a peça que prendia.
- Nível do óleo do motor. Nem todo motor consome óleo do mesmo jeito, mas o nível nunca deve cair abaixo do mínimo. Crie o hábito de olhar a cada poucos abastecimentos. Óleo baixo esquenta o motor e acelera o desgaste; óleo acima do máximo também faz mal. Se precisar completar, use a mesma especificação do que está no motor.
- Folgas na direção e nas rodas. Folgas costumam aparecer devagar e passam despercebidas. Uma vez por mês, suspenda as rodas e mexa cada uma para os lados; não pode haver jogo. Confira também a balança traseira. Direção pesada num ponto ou guidão que tende a cair para um lado indicam rolamento da caixa de direção no fim.
Acessórios que fazem sentido na Elite 125
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Elite 125 2019–2027, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Calibrador e kit de reparo. Um calibrador de bolso e um kit de reparo de pneu cabem sob o banco e resolvem muita coisa. Em pneu sem câmara, macarrão e cola permitem tapar um furo pequeno e chegar à borracharia; em pneu com câmara, um spray selante ajuda em emergência. Junte as chaves do kit da moto e uma lanterna, e você fica pronto para pequenos imprevistos.
- Corrente antifurto e alarme. Uma corrente grossa com cadeado, passada pela roda e por um ponto fixo, dificulta muito o furto. Alarmes e rastreadores completam a proteção, mas devem ser instalados por quem conhece a parte elétrica, com fusível e sem cortar fios do chicote original. Combine mais de um tipo de proteção e estacione em lugar movimentado sempre que puder.
- Capa de chuva. Uma capa de chuva de duas peças, guardada na moto, evita muitos dias perdidos e roupas encharcadas. Prefira modelos com faixas refletivas, punhos e tornozelos ajustáveis e cores visíveis. Protetor de calçado completa o conjunto. Vista antes de a chuva apertar e evite capas tipo poncho, que inflam com o vento em velocidade.
- Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
Perguntas frequentes
Que óleo de motor usar na Elite 125 2019–2027?
A referência é SAE 10W-30 API SL JASO MB | 0,55 L na troca. O intervalo de troca está no manual.
Qual o peso da Elite 125 2019–2027?
A ficha do fabricante informa 100 kg (seco).
Quantos litros tem o tanque da Elite 125 2019–2027?
O tanque da Elite 125 desses anos comporta 5,3 litros (reserva de aprox. 1,3 L).
Qual a bateria da Elite 125 2019–2027?
A bateria indicada é 12V 5Ah (DTZ6).
Todas as Elite 125 de 2019–2027 são iguais?
Dentro de uma mesma geração, a base costuma se manter, mas detalhes podem mudar de um ano-modelo para outro: versões com e sem ABS, ajustes de motor por norma de emissões, painel, cores e acessórios. Confira a ficha do ano específico e a versão exata antes de comparar peças ou números.
Por que a moto rende menos que a potência anunciada?
A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.
A velocidade máxima da ficha é real?
Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.
Ficha técnica
| Cilindrada | 125 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 8,2 cv a 6.250 rpm (manual 2025) conferido |
| Torque | 1,06 kgf.m a 5.000 rpm conferido |
| Peso | 100 kg (seco) conferido |
| Tanque | 5,3 litros (reserva de aprox. 1,3 L) conferido |
| Altura do banco | 765 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 29 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Sim |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | LED |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
Preço FIPE da Elite 125 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Elite 125 2027 | R$ 15.786 |
| Elite 125 2026 | R$ 15.174 |
| Elite 125 2025 | R$ 14.699 |
| Elite 125 2024 | R$ 14.022 |
| Elite 125 2023 | R$ 13.655 |
| Elite 125 2022 | R$ 13.195 |
| Elite 125 2021 | R$ 12.500 |
| Elite 125 2020 | R$ 12.195 |
| Elite 125 2019 | R$ 11.897 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811153-7. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.