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Shineray SE-2 2024

Preço FIPE do ano-modelo 2024, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma SE-2 usada.

  • Scooter
  • Elétrica
  • 3,3 cv
Shineray SE-2 2024
Imagem ilustrativa.

FIPE 2024

R$ 9.484

Moto
Shineray SE-2
Ano-modelo
2024
Geração
2021–2025

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850029-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Shineray SE-2

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Como é a SE-2 2024

A SE-2 2024, da Shineray, é uma scooter, elétrica. O ano-modelo 2024 faz parte da geração vendida de 2021 a 2025. Por ser elétrica, a SE-2 troca tanque, escapamento e óleo por bateria de tração, controlador e motor elétrico. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A tração é direta: o motor elétrico está dentro da roda traseira. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco. As rodas são de liga leve.

Em números, a potência é de 2.000 W (nominal) / 2.400 W (pico), motor elétrico; o peso, 80 kg (líquido) / 93 kg (em ordem de marcha). Isso dá cerca de 24,5 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

A SE-2 2024 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Shineray SE-2 2024 vale R$ 9.484. A SE-2 2023 fica em R$ 9.159 (+3,5% de diferença); a de 2025 custa R$ 10.429. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2025, R$ 10.429), a 2024 vale 9% menos, uma média de 9,1% por ano.

Entre as 48 motos scooter ano 2024 com preço na FIPE, 5 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A SE-2 e o jeito scooter de andar

Na scooter, o motor e a transmissão ficam juntos, perto da roda traseira, e o piloto viaja sentado, com os pés apoiados no assoalho. O câmbio, na grande maioria, é CVT, com correia e polias que ajustam a relação sozinhas. Proteção contra respingos, porta-objetos e facilidade de pilotagem são os pontos fortes.

Quem compra usada deve perguntar pelas revisões da transmissão, que têm prazo no manual, e olhar o estado das carenagens e do assoalho. Em scooter elétrica, o histórico de carga e a autonomia atual entram no lugar da correia.

Medidas de manutenção da SE-2 2024

Medidas de manutenção da SE-2 2024, com link para a página de cada peça:

SE-2 2024 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Uma moto 2024 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Bateria de tração. Comprar elétrica usada é, em boa parte, comprar a bateria. Se puder, carregue por completo e faça um trajeto conhecido para ver quanto ela gasta. Pergunte onde a moto era carregada, se ficou muito tempo descarregada e se há revisões na rede autorizada. Carregador faltando, ou trocado por outro sem indicação do fabricante, é ponto negativo.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.

A manutenção que uma SE-2 2024 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Desgaste que não espera o calendário. Em moto de pouco tempo, o que manda é a quilometragem e o tipo de uso. Uma unidade que trabalhou todo dia pode já pedir pneus, pastilhas ou peças de transmissão, enquanto outra quase não saiu da garagem. Desgaste incompatível com o hodômetro é alerta, e itens de desgaste normalmente não entram na garantia.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte principalmente pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
  • Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita levar um susto só na hora de vender.

Alternativas à SE-2 2024

Quem procura uma SE-2 2024 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da SE-2

A SE-2 foi vendida em 5 anos-modelo, de 2021 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2025 · R$ 10.429
  • 2024 · R$ 9.484
  • 2023 · R$ 9.159
  • 2022 · R$ 8.576
  • 2021 · R$ 7.478

Ficha técnica da SE-2 2024

Medidas e especificações
CombustívelElétrica
Potência2.000 W (nominal) / 2.400 W (pico), motor elétrico conferido
Peso80 kg (líquido) / 93 kg (em ordem de marcha) conferido
Pneu dianteiro90/90-12 conferido
Pneu traseiro90/90-12 conferido
Bateria de tração60V 23,4Ah lítio, removível (aceita 2ª bateria); motor 2000W (pico 2400W)
Características
MotorElétrico
RefrigeraçãoNão se aplica
AlimentaçãoNão se aplica
PartidaElétrica
CâmbioNão se aplica
EmbreagemNão se aplica
Transmissão finalDireta (motor na roda)
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
RodasLiga leve
Suspensão traseiraDois amortecedores
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da SE-2 2024

As peças desta moto são as da geração 2021–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Perguntas frequentes

Quanto vale a SE-2 2024 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Shineray SE-2 2024 vale R$ 9.484 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual pneu usa a SE-2 2024?

Dianteiro 90/90-12 e traseiro 90/90-12.

Quanto pesa a SE-2 2024?

O peso informado pelo fabricante é 80 kg (líquido) / 93 kg (em ordem de marcha).

Quantos cavalos tem a SE-2 2024?

Pela ficha do fabricante, 2.000 W (nominal) / 2.400 W (pico), motor elétrico.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.

Vale a pena comprar uma SE-2 2024 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2024 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

A garantia passa para quem compra a moto?

Normalmente sim: a garantia é do veículo, e o novo dono fica com o tempo que falta. A condição costuma ser o plano de revisões cumprido na rede autorizada, dentro dos prazos. Uma consulta na concessionária esclarece se há alguma pendência que comprometa a cobertura.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.