Shineray Urban 150 EFI 2027
Preço FIPE do ano-modelo 2027, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Urban 150 EFI usada.
- Scooter
- 149 cc
- Gasolina
- 12,9 cv
- ABS
FIPE 2027
R$ 20.387
- Moto
- Shineray Urban 150 EFI
- Ano-modelo
- 2027
- Geração
- 2025–2027
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850042-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Shineray Urban 150 EFI
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Anunciar nesta páginaComo é a Urban 150 EFI 2027
Do ano-modelo 2027, a Shineray Urban 150 EFI é uma scooter de 149 cc. Ela pertence à geração 2025–2027, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a Urban 150 EFI depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é automático do tipo CVT, com correia, polias e roletes. Em vez de corrente, a Urban 150 EFI usa correia dentada até a roda traseira. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Em números, a potência é de 12,9 cv a 8.500 rpm; o torque, 13 N.m a 5.000 rpm; o tanque leva 13,5 litros; o banco fica a 795 mm do chão.
Quanto vale a Urban 150 EFI 2027
Pela FIPE de outubro de 2026, a Urban 150 EFI ano 2027 está cotada em R$ 20.387. A Urban 150 EFI 2026 fica em R$ 19.245 (+5,9% de diferença).
Na comparação com as 22 motos scooter 2027 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 6 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A Urban 150 EFI e o jeito scooter de andar
Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.
Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.
Peças e medidas da Urban 150 EFI 2027
Medidas de manutenção da Urban 150 EFI 2027, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 8,6Ah (selada) (conferida)
- Vela de ignição: NGK CPR8EA-9 (conferida)
- Pneu dianteiro: 100/80-14 (conferida)
- Pneu traseiro: 130/70-13 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca; óleo de transmissão SAE 80W-90 GL-4/GL-5 120 ml (conferida)
- Lâmpada do farol: LED integrado (conferida)
- Fluido de freio: DOT 3 (conferida)
- Óleo de bengala: ATF | 100 ml
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi
O que conferir antes de comprar uma Urban 150 EFI 2027 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
A manutenção que uma Urban 150 EFI 2027 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Desgaste que não espera o calendário. Em moto de pouco tempo, o que manda é a quilometragem e o tipo de uso. Uma unidade que trabalhou todo dia pode já pedir pneus, pastilhas ou peças de transmissão, enquanto outra quase não saiu da garagem. Desgaste incompatível com o hodômetro é alerta, e itens de desgaste normalmente não entram na garantia.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
- Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte principalmente pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
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A Urban 150 EFI em outros anos
Anos-modelo da Urban 150 EFI no catálogo, de 2027 a 2025, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Urban 150 EFI 2027
| Cilindrada | 149 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 12,9 cv a 8.500 rpm conferido |
| Torque | 13 N.m a 5.000 rpm conferido |
| Tanque | 13,5 litros conferido |
| Altura do banco | 795 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 26 psi; traseiro 28 psi / com garupa: dianteiro 28 psi; traseiro 32 psi conferido |
| Bateria | 12V 8,6Ah (selada) conferido |
| Vela de ignição | NGK CPR8EA-9 conferido |
| Pneu dianteiro | 100/80-14 conferido |
| Pneu traseiro | 130/70-13 conferido |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca; óleo de transmissão SAE 80W-90 GL-4/GL-5 120 ml conferido |
| Lâmpada do farol | LED integrado conferido |
| Fluido de freio | DOT 3 conferido |
| Óleo de bengala | ATF | 100 ml |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | LED |
| Lanterna | LED |
| Piscas | LED |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Urban 150 EFI 2027
As peças desta moto são as da geração 2025–2027. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Urban 150 EFI 2027 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Shineray Urban 150 EFI 2027 vale R$ 20.387 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a Urban 150 EFI 2027?
Dianteiro 100/80-14 e traseiro 130/70-13.
Quantos litros cabem no tanque da Urban 150 EFI 2027?
O tanque da Urban 150 EFI 2027 leva 13,5 litros.
Qual a cilindrada da Urban 150 EFI 2027?
A Urban 150 EFI 2027 tem 149 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos cavalos tem a Urban 150 EFI 2027?
Pela ficha do fabricante, 12,9 cv a 8.500 rpm, com torque de 13 N.m a 5.000 rpm.
Qual o óleo da Urban 150 EFI 2027?
A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca; óleo de transmissão SAE 80W-90 GL-4/GL-5 120 ml. Confira no manual o prazo de troca.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.