Ventane Motors Roma 2025
Preço FIPE do ano-modelo 2025, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Roma usada.
- Scooter
- Elétrica
FIPE 2025
R$ 14.010
- Moto
- Ventane Motors Roma
- Ano-modelo
- 2025
- Geração
- 2023–2025
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 896003-8. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaRoma 2025: o essencial
A Ventane Motors Roma 2025 é uma scooter, elétrica. Ela pertence à geração 2023–2025, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. A Roma é elétrica: não tem motor a combustão, óleo de motor nem vela. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O motor fica na própria roda (transmissão direta).
A Roma 2025 na tabela FIPE
O preço médio da Roma 2025 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 14.010.
Entre as 49 motos scooter ano 2025 com preço na FIPE, 10 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
Para quem é uma moto scooter
Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.
Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.
Roma 2025 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Roma, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas frequentes de defeito intermitente.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Bateria de tração. Na moto elétrica, a bateria de tração é a peça mais cara e a que mais envelhece. Pergunte a autonomia real hoje e compare com a informada quando nova, peça para ver o carregador original e verifique se a garantia da bateria ainda vale e se passa para o novo dono.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
O que a idade pede na Ventane Motors Roma 2025
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Desgaste que não espera o calendário. Ser quase nova não garante que a moto rodou pouco. Com uso intenso, pneus, pastilhas, transmissão e até a bateria podem chegar à primeira troca já nos primeiros anos. Olhe esses itens como olharia numa moto mais velha e compare o desgaste com a quilometragem do painel: as duas coisas precisam combinar.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Garantia de fábrica. Pergunte se a garantia ainda está em vigor e o que ela cobre. Prazo e condições variam por marca, mas costumam exigir revisões na rede autorizada dentro do intervalo do manual, e uma revisão atrasada pode fazer a cobertura cair. A concessionária pode consultar o histórico pelo chassi antes da compra.
- Revisões programadas. Compare o plano de revisões do manual com os registros da moto. Cada revisão tem sua lista de serviços, e pular uma pode comprometer a garantia. Pergunte em especial pela primeira, a do fim do amaciamento, que nas motos a combustão inclui a troca do óleo que assentou as peças do motor.
Documentos e negociação da Roma 2025
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
Outras motos scooter 2025 na mesma faixa de preço
Quem procura uma Roma 2025 costuma comparar com outras motos scooter do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Yamaha Fluo ABS 2025 · R$ 14.430 · 125 cc
- Yamaha Neo 125 2025 · R$ 13.456 · 125 cc
- Honda Elite 125 2025 · R$ 14.699 · 125 cc
- Haojue Lindy 125 2025 · R$ 12.617 · 124 cc
- Dafra Cruisym 150 2025 · R$ 15.620 · 149 cc
- Mobílli GW12 2025 · R$ 12.275
- Shineray PT-04 Pro S 2025 · R$ 11.399
- Shineray Urban 150 EFI 2025 · R$ 17.460 · 149 cc
Outros anos da Roma
Anos-modelo da Roma no catálogo, de 2025 a 2023, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Roma 2025
| Combustível | Elétrica |
|---|
| Motor | Elétrico |
|---|---|
| Refrigeração | Não se aplica |
| Alimentação | Não se aplica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Não se aplica |
| Embreagem | Não se aplica |
| Transmissão final | Direta (motor na roda) |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Eletrônico |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Roma 2025
As peças desta moto são as da geração 2023–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Elétrica (moto elétrica)
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Roma 2025?
Na referência de outubro de 2026, a Ventane Motors Roma 2025 vale R$ 14.010 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Vale a pena comprar uma Roma 2025 hoje?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Devo pagar o valor da FIPE?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.
Como fica o seguro de uma Roma 2025?
Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.
Vale comprar moto elétrica usada?
Pode valer, desde que a bateria esteja saudável e haja suporte da marca por perto. Teste a autonomia num trajeto conhecido, pergunte como a moto era carregada e se ficou muito tempo parada descarregada. Peças e serviço especializado nem sempre são fáceis de encontrar, e o IPVA de elétricas tem regra própria em alguns estados.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.
A garantia passa para quem compra a moto?
Normalmente sim: a garantia é do veículo, e o novo dono fica com o tempo que falta. A condição costuma ser o plano de revisões cumprido na rede autorizada, dentro dos prazos. Uma consulta na concessionária esclarece se há algum problema que comprometa a cobertura.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.