Vespa Elegante 150 2019
Preço FIPE do ano-modelo 2019, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Elegante 150 usada.
- Scooter
- 150 cc
- Gasolina
FIPE 2019
R$ 21.758
- Moto
- Vespa Elegante 150
- Ano-modelo
- 2019
- Geração
- 2017–2020
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 822038-7. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Vespa Elegante 150
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Anunciar nesta páginaA Vespa Elegante 150 2019 em resumo
A Vespa Elegante 150 2019 é uma scooter de 150 cc. Ela pertence à geração 2017–2020, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas. O freio traseiro é a tambor.
Preço FIPE da Elegante 150 2019
Pela FIPE de outubro de 2026, a Elegante 150 ano 2019 está cotada em R$ 21.758. A Elegante 150 2020 está em R$ 22.325. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2020, R$ 22.325), a 2019 vale 3% menos, uma média de 2,5% por ano.
Na comparação com as 32 motos scooter 2019 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 27 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma scooter
Scooter é a moto de quadro aberto, assoalho plano para os pés e rodas menores, quase sempre com câmbio automático do tipo CVT: você só acelera e freia, sem marchas e sem embreagem. Sob o banco há um compartimento que, em muitos modelos, leva um capacete. É a escolha de quem quer conforto e simplicidade no trânsito, e as de cilindrada maior também encaram estrada.
Na usada, o ponto de atenção é a transmissão: correia, roletes e embreagem centrífuga são peças de desgaste. Nas elétricas, cada vez mais comuns, quem pede atenção é a bateria.
As versões da VXL 150 em 2019
A Elegante 150 não era a única VXL 150 de 2019: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- VXL 150 Classic 2019 (R$ 21.707): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
Medidas de manutenção da Elegante 150 2019
Estas são as medidas que mais se procura para a Elegante 150 2019. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Fluido de freio: DOT 4
Elegante 150 2019 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Elegante 150, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Transmissão automática (CVT). Na saída, a moto deve arrancar macia, sem trepidar nem dar tranco. Trepidação ao sair do zero costuma ser embreagem centrífuga ou campana gastas; ruído de raspagem ou chiado vindo da tampa da transmissão pode ser rolete, correia ou polia no fim. Pergunte quando a correia foi trocada e compare com o prazo do manual.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
O que a idade pede na Vespa Elegante 150 2019
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Elegante 150 2019.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 7 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 7 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 7 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e qualquer acordo sobre débitos.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
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Todos os anos da Elegante 150
Anos-modelo da Elegante 150 no catálogo, de 2020 a 2017, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Elegante 150 2019
| Cilindrada | 150 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Piscas | Lâmpada |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Elegante 150 2019
As peças desta moto são as da geração 2017–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Elegante 150 2019 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Vespa Elegante 150 2019 vale R$ 21.758 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas cilindradas tem a Elegante 150 2019?
A Elegante 150 2019 tem 150 cc, com motor quatro tempos.
A Vespa Elegante 150 2019 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2019 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão é pagar caro.