Yamaha TMAX 530 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma TMAX 530 usada.
- Scooter
- 530 cc
- Gasolina
- 46,5 cv
- ABS
FIPE 2016
R$ 51.166
- Moto
- Yamaha TMAX 530
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2014–2016
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827089-9. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaA Yamaha TMAX 530 2016 em resumo
A Yamaha TMAX 530 2016 é uma scooter de 530 cc. Ela pertence à geração 2014–2016, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a TMAX 530 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. A transmissão é automática (CVT): não há marchas nem manete de embreagem. Em vez de corrente, a TMAX 530 usa correia dentada até a roda traseira. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 46,5 cv a 6.750 rpm; o torque, 5,3 kgf.m (52,3 N.m) a 5.250 rpm; o peso, 221 kg (em ordem de marcha, com ABS); o tanque leva 15 litros; o banco fica a 800 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 4,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A TMAX 530 2016 na tabela FIPE
O preço médio da TMAX 530 2016 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 51.166. A do ano 2015 sai por R$ 44.148 (+15,9% de diferença); a TMAX 530 2017 está em R$ 58.685. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2017, R$ 58.685), a 2016 vale 13% menos, uma média de 12,8% por ano.
Na comparação com as 23 motos scooter 2016 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 22 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma scooter
Na scooter, o motor e a transmissão ficam juntos, perto da roda traseira, e o piloto viaja sentado, com os pés apoiados no assoalho. O câmbio, na grande maioria, é CVT, com correia e polias que ajustam a relação sozinhas. Proteção contra respingos, porta-objetos e facilidade de pilotagem são os pontos fortes.
Quem compra usada deve perguntar pelas revisões da transmissão, que têm prazo no manual, e olhar o estado das carenagens e do assoalho. Em scooter elétrica, o histórico de carga e a autonomia atual entram no lugar da correia.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da TMAX 530 2016
Para a manutenção da TMAX 530 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 120/70R15 M/C 56H
- Pneu traseiro: 160/60R15 M/C 67H
- Fluido de freio: DOT 4
Comprando uma Yamaha TMAX 530 2016 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Transmissão automática (CVT). O câmbio automático tem peças de desgaste escondidas atrás da tampa: correia, roletes, polias e embreagem. Num teste curto já aparecem tranco ou vibração na arrancada, motor que sobe de giro e demora a empurrar a moto e assobio constante. Se o histórico não mostra a troca da correia no prazo, inclua essa troca na negociação.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
A manutenção que uma TMAX 530 2016 pede
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.
Outros anos da TMAX 530
Anos-modelo da TMAX 530 no catálogo, de 2017 a 2014, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da TMAX 530 2016
| Cilindrada | 530 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 46,5 cv a 6.750 rpm |
| Torque | 5,3 kgf.m (52,3 N.m) a 5.250 rpm |
| Peso | 221 kg (em ordem de marcha, com ABS) |
| Tanque | 15 litros |
| Altura do banco | 800 mm |
| Pneu dianteiro | 120/70R15 M/C 56H |
| Pneu traseiro | 160/60R15 M/C 67H |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Automático (CVT) |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Correia |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Pneus com câmara | Não |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da TMAX 530 2016
As peças desta moto são as da geração 2014–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão CVT
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a TMAX 530 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha TMAX 530 2016 vale R$ 51.166 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a TMAX 530 2016?
Dianteiro 120/70R15 M/C 56H e traseiro 160/60R15 M/C 67H.
Qual a capacidade do tanque da TMAX 530 2016?
O tanque da TMAX 530 2016 leva 15 litros.
Quantas cilindradas tem a TMAX 530 2016?
A TMAX 530 2016 tem 530 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos cavalos tem a TMAX 530 2016?
Pela ficha do fabricante, 46,5 cv a 6.750 rpm, com torque de 5,3 kgf.m (52,3 N.m) a 5.250 rpm.
Quanto pesa a TMAX 530 2016?
O peso informado pelo fabricante é 221 kg (em ordem de marcha, com ABS).
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para observar vazamentos, ruídos e falhas.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.
Como fica o seguro de uma TMAX 530 2016?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.