Bajaj Pulsar N150 2026–2027
Ficha técnica, preço FIPE e as 68 peças com página própria para a Pulsar N150 fabricada de 2026 a 2027.
- Street
- 150 cc
- Gasolina
- Injeção eletrônica
- ABS
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Anunciar nesta páginaPeças da Pulsar N150 2026–2027
A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, injeção eletrônica. Peça que não existe nela não aparece.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Pulsar N150 2026–2027: visão geral
Entre 2026 e 2027, a Pulsar N150 manteve a mesma base técnica: uma street de 150 cc.
Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 14.575 (2026) a R$ 15.502 (2027).
Como ler a ficha técnica da Pulsar N150
- Potência: 14 cv a 8.500 rpm
- Torque: 1,38 kgf.m a 6.000 rpm
- Peso: 145 kg (em ordem de marcha)
- Tanque: 14 litros (sem reserva separada)
- Calibragem dos pneus: dianteiro 1,75 kgf/cm² (25 psi); traseiro 2,00 kgf/cm² (28 psi) (só piloto) / 2,25 kgf/cm² (32 psi) (com garupa)
- Câmbio: manual
- Freio dianteiro: disco
- ABS: sim
- Suspensão traseira: monoamortecida
- Relação peso/potência: cerca de 10,4 kg/cv
Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Pulsar N150 e o que cada um muda quando você está em cima dela.
- Potência e rotação. A potência, em cv, mostra a força máxima que o motor entrega, e a rotação ao lado diz em que giro ela aparece. Quanto mais alto esse giro, mais você precisa esticar as marchas para ter o desempenho todo. Em moto flex, a ficha costuma trazer dois números: o maior quase sempre é com etanol, e a diferença se sente mais em ultrapassagem e subida.
- ABS. Com ABS, travar a roda deixa de ser o maior risco de uma freada de susto. Os sensores percebem quando a roda vai parar de girar e o sistema modula a pressão sozinho. Você sente uma pulsação no manete ou no pedal, que é normal. A ficha indica se o ABS atua só na frente ou nas duas rodas, e isso faz diferença.
- Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
- Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força que ele tem.
- Transmissão por corrente. Na transmissão por corrente, a força do motor vai do pinhão para a coroa da roda traseira através de uma corrente. É eficiente, leve e permite trocar a relação com facilidade. Em troca, pede atenção: lubrificação, ajuste de folga e troca do conjunto inteiro quando gasto. Corrente seca ou frouxa rouba desempenho e encurta a vida do kit.
- Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.
- Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
Cidade, estrada e garupa com a Pulsar N150
No dia a dia, uma street como a Pulsar N150 é feita para o trânsito: leve, estreita e com guidão alto, passa entre os carros sem esforço e estaciona em qualquer canto. O motor trabalha tranquilo em giro médio, o que ajuda no anda e para e na economia. Com garupa, segue firme na cidade, embora sinta a subida e peça uma marcha a menos.
Na estrada, roda bem em ritmo moderado, mas o vento no peito cansa depois de algumas horas e ultrapassagens pedem planejamento. Em rua esburacada, a suspensão simples aguenta, sem muito conforto. É uma moto de trabalho por natureza: entrega, deslocamento diário e serviço de rua são o terreno dela.
Plano de manutenção da Pulsar N150, sistema por sistema
O manual da Bajaj Pulsar N150 traz a tabela de revisões, e ela é a referência. O que este guia faz é explicar o porquê de cada item, para você entender o que está sendo trocado na oficina e o que dá para acompanhar em casa. Uso pesado, poeira, chuva e trânsito podem antecipar vários deles.
- Aletas e ventilação do motor. Sem líquido, a temperatura depende do ar circulando pelas aletas. Mantenha essa área limpa, principalmente depois de rodar em terra e lama, e evite acessórios que tampem a frente do motor. Óleo no nível e na especificação certos também ajudam a controlar o calor. Se houver radiador de óleo, cuide para não amassar a colmeia.
- Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho ao soltar o punho, em qualquer posição do guidão.
- Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
- Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
- Bateria. Bateria fraca não costuma avisar com antecedência: um dia a moto simplesmente não pega. Para evitar a surpresa, observe a partida, limpe os terminais e evite deixar a moto parada por semanas sem rodar ou sem carregador. Acessórios elétricos ligados direto na bateria, sem relé, também drenam a carga.
- Corrente, coroa e pinhão. A corrente pede limpeza e lubrificação frequentes, além de ajuste de folga no intervalo do manual. Quando chegar a hora da troca, mude corrente, coroa e pinhão juntos, porque peças novas com velhas se desgastam rápido. Sinais de fim de vida: dentes da coroa em forma de gancho, corrente que sai da coroa quando puxada e elos travando.
- Sistema elétrico e iluminação. Confira farol, lanterna, luz de freio, setas e buzina com frequência. Lâmpada queimada, conector oxidado e fio raspado no quadro são as falhas mais comuns. Na revisão, a oficina testa a carga do sistema e o estado da fiação. Acessórios devem ser ligados com fusível e relé, sem emendas improvisadas, para não sobrecarregar o chicote.
Preço FIPE de cada ano da geração
Valor de cada ano da Pulsar N150 2026–2027 na FIPE. O link leva à página do ano:
- Pulsar N150 2027: R$ 15.502
- Pulsar N150 2026: R$ 14.575
O ano mais antigo da geração vale 6% menos que o mais novo na tabela.
O que vigiar na Pulsar N150 no dia a dia
Você não precisa ser mecânico para cuidar bem da Bajaj Pulsar N150. Basta criar o hábito de olhar, ouvir e sentir a moto antes de sair e enquanto pilota. Estes são os pontos que mais denunciam problemas no começo, quando o conserto ainda é simples e barato.
- Volta rápida antes de sair. Um minuto de atenção na garagem vale mais que muita revisão. Circule a moto, observe o chão embaixo do motor, toque nos pneus, gire o guidão de um lado ao outro e veja se os cabos acompanham sem esticar. Se algo parecer diferente do normal, investigue antes de sair, não no acostamento.
- Parafusos, espelhos e peças soltas. Barulhos de plástico batendo, retrovisor que gira sozinho e placa balançando são sinais de que algo afrouxou. Com uma chave do kit da moto, dá para resolver a maioria em minutos. Preste atenção especial a acessórios instalados depois, como baú e suporte de celular, que nem sempre recebem o aperto adequado.
- Cheiro de queimado. Se o cheiro aparece depois de uma descida longa, pode ser só o freio trabalhando muito. Se aparece sempre, há algo errado. Confira se a roda gira livre com a moto suspensa, se a embreagem não está patinando e se nenhuma capa ou sacola encostou no escapamento. Cheiro de borracha ou plástico derretido é sinal para parar.
- Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
Acessórios para a Pulsar N150 2026–2027: o que ajuda de verdade
Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Pulsar N150 2026–2027, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.
- Cavalete central. Para quem faz pequenas manutenções em casa ou estaciona em garagem apertada, o cavalete central ajuda muito. A moto fica firme, nivelada e com a traseira suspensa, o que deixa trabalhos simples bem mais fáceis. Confira se ele não diminui a altura livre do solo nem raspa nas curvas depois de instalado.
- Capa para moto. Uma capa protege a pintura, o banco e os plásticos do sol, da chuva e da poeira quando a moto fica parada ao ar livre. Escolha uma com tecido respirável, para não segurar umidade, e com elástico ou cinta embaixo para não voar. Não cubra a moto com o motor ainda quente, porque o tecido pode derreter no escapamento.
- Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
- Capa de chuva. Quem roda todo dia vai pegar chuva, cedo ou tarde. Uma capa impermeável que caiba no baú ou sob o banco é o acessório mais barato de ter à mão. Escolha uma que não fique larga demais, para não bater com o vento, e com detalhes refletivos para ser visto no trânsito molhado e escuro.
Perguntas frequentes
Qual a potência da Pulsar N150 2026–2027?
Segundo o fabricante, 14 cv a 8.500 rpm.
Quantos litros tem o tanque da Pulsar N150 2026–2027?
O tanque da Pulsar N150 desses anos comporta 14 litros (sem reserva separada).
Qual o valor da Pulsar N150 2026–2027 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 15.502, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.
Qual o peso da Pulsar N150 2026–2027?
A ficha do fabricante informa 145 kg (em ordem de marcha).
Por que a moto rende menos que a potência anunciada?
A potência da ficha é medida no motor, sem as perdas da transmissão. Na roda, depois de câmbio, corrente ou correia e pneu, o número é sempre menor. Por isso um teste em dinamômetro mostra menos cv que o catálogo, e isso é normal. Para comparar motos, use sempre o mesmo critério.
Posso usar qualquer óleo na moto?
Não. O óleo certo é o do manual, com viscosidade e norma específicas para motos. Óleos de carro podem ter aditivos que fazem a embreagem patinar. Respeitar a especificação vale mais do que a marca. Siga também o prazo de troca, por tempo ou quilometragem, o que vier primeiro.
A Pulsar N150 serve para quem é baixo?
Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.
Ficha técnica
| Cilindrada | 150 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 14 cv a 8.500 rpm conferido |
| Torque | 1,38 kgf.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 145 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 14 litros (sem reserva separada) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 1,75 kgf/cm² (25 psi); traseiro 2,00 kgf/cm² (28 psi) (só piloto) / 2,25 kgf/cm² (32 psi) (com garupa) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| ABS | Sim |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Liga leve |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Preço FIPE da Pulsar N150 por ano
| Ano-modelo | Preço médio |
|---|---|
| Pulsar N150 2027 | R$ 15.502 |
| Pulsar N150 2026 | R$ 14.575 |
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 837009-5. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.